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O dinheiro corresponde a 63.522 processos que tiveram a ordem de pagamento emitida pelo juiz em abril. Os valores vão quitar dívidas previdenciárias e assistenciais, como revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios. Os valores vão quitar dívidas previdenciárias e assistenciais, como revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios. Marcello Casal Jr./Agência Brasil O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou aos Tribunais Regionais Federais (TRFs) o limite de R$ 1,26 bilhão para o pagamento das RPVs (Requisições de Pequeno Valor) a aposentados, pensionistas e demais segurados que ganharam do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em ações na Justiça. O dinheiro corresponde a 63.522 processos, com 81.180 beneficiários, cujas ações foram julgadas e que tiveram a ordem de pagamento emitida pelo juiz em abril. Os valores vão quitar dívidas previdenciárias e assistenciais, como revisões de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios. O pagamento das dívidas ocorre via Requisições de Pequeno Valor (RPVs), que são ordens de pagamento limitadas a 60 salários mínimos (R$ 72.720). O dinheiro é depositado em contas abertas pelo próprio Tribunal no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal em nome do ganhador da ação. Como fazer a consulta Para o aposentado ou pensionista saber se está no lote de atrasados, é preciso acessar o portal do TRF de sua própria região. Na página, deve procurar o campo que diz respeito aos RPVs ou precatórios. Como consultar Confira abaixo a lista com os TRFs, jurisdição, e que valores serão liberados e a quantos aposentados e pensionistas por região. Onde fazer a pesquisa: 1ª região: https://portal.trf1.jus.br/portaltrf1/processual/rpv-e-precatorios/rpv-e-precatorios.htm 2ª região: https://www10.trf2.jus.br/consultas/precatorio-e-rpv/ 3ª região: https://www.trf3.jus.br/carta-servicos/rpv-e-precatorios 4ª região: https://www2.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=pagina_precatorios 5ª região: https://rpvprecatorio.trf5.jus.br/

Maior aumento desde o início da série histórica em 2000. Antes, o maior registrado foi de 13,57% em 2016, segundo dados da agência. Planos de saúde: reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação Regis Duvignau / REUTERS A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou na quinta-feira (26) um aumento de 15,5% nos planos de saúde individuais e familiares — o maior aumento desde o início da série histórica em 2000. Antes, o maior registrado havia sido de 13,57% em 2016, segundo dados da agência. Quando meu plano será reajustado? O reajuste será aplicado aos planos com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, Todos os planos serão reajustados? O reajuste é válido para os planos médico-hospitalares contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação (Lei nº 9.656/98). O que entra no cálculo do reajuste? O reajuste anual é calculado com base nas variações das despesas com atendimento aos beneficiários, intensidade de utilização dos planos pelos clientes e inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Veja simulações Tala de reajuste dos planos de saúde ANS Planos tiveram reajuste negativo em 2021 Em 2021, foi determinado um reajuste negativo de -8,19% nos planos de saúde individuais em razão da queda provocada pela pandemia no uso de serviços médicos, com adiamento de procedimentos como cirurgias e exames. Para a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), a oscilação de 2021 para baixo e de 2022 para cima são efeitos dessa transferência das despesas médicas por conta do período de isolamento para o combate da pandemia. “O que aconteceu esse ano foi uma comparação partindo de base baixa, agravado pelos procedimentos represados pela Covid de 2020 para 2021”, diz Renato Casarotti, presidente da Abramge. “Olhando para o biênio de pandemia, é como se tivéssemos dois reajustes de aproximadamente 3%”, afirma. Planos individuais x planos coletivos Os planos de saúde individuais são a minoria no mercado e a oferta tem diminuído. Em março deste ano, havia 49,1 milhões de beneficiários de planos de saúde no país, contra 47,6 milhões em fevereiro de 2021. Já o número de clientes de planos individuais é de cerca de 8 milhões, ou 16,3% do total. Nos planos coletivos, os reajustes já vem ocorrendo, uma vez que não dependem de autorização da ANS. Em 2021, o reajuste médio foi de 5,55% para os contratos com 30 vidas ou mais, e de 9,84% para os contratos com até 29 vidas, de acordo levantamento da ANS com dados até maio do ano passado. Os planos coletivos costumam ser comercializados com um custo de mensalidade menor. O Idec alerta, porém, que migrar de um plano individual para um coletivo pode não ser vantajoso ao longo dos anos. "O plano coletivo tem menos proteção que plano individual: uma é o teto, que produz reajustes mais baixos, e outra outra é proteção contra cancelamento imotivado. No plano individual, a operadora só pode cancelar em caso de fraude ou não pagamento", destaca a coordenadora do instituto. A ANS mantém um guia na sua página na internet, onde o consumidor pode pesquisar todos os planos de saúde comercializados no país. A ANS oferece os seguintes canais para reclamações sobre irregularidades e dificuldades de atendimento: Disque ANS: 0800 701 9656 Fale Conosco: www.gov.br/ans Central de Atendimento a Deficientes Auditivos: 0800 021 2105

Contribuinte que tem a declaração retida na malha fiscal é notificado pela Receita Federal para que se apresente para prestar contas. É possível, porém, se antecipar e regularizar a situação antes mesmo de ser notificado. Imposto de Renda 2022 Arte g1 O contribuinte que cai na malha fiscal, a chamada malha fina da Receita Federal fica com a declaração do imposto de renda retida para verificação de pendências. O pagamento da restituição, caso tenha direito, também fica retido até que as inconsistências nos dados declarados sejam esclarecidas junto ao Fisco. Quem se vê nesta condição precisa regularizar a situação. Para isso, é necessário, primeiro, saber quais dados estão sendo questionados pelo Leão. Às vezes, basta corrigir eventual informação digitada errada, por exemplo. Mas há casos em que o contribuinte precisará reunir documentação específica para apresentar à Receita. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022 No ano passado, quase 870 mil declarações caíram na malha fina, o que corresponde a 2,4% do total entregue dentro do prazo. Segundo a Receita, mais de 75% dos contribuintes em malha tinham restituição a receber. Os principais motivos que levaram à malha fiscal em 2021 foram: 41,4% - omissão de rendimentos sujeitos ao ajuste anual (de titulares e dependentes declarados); 30,9% - deduções da base de cálculo (principal motivo de dedução - despesas médicas); 20,0% - divergências no valor de IRRF entre o que consta em Dirf e o que foi declarado pela pessoa física; 7,7% motivados por deduções do imposto devido, recebimento de rendimentos acumulados, e divergência de informação sobre pagamento de carnê-leão e/ou imposto complementar. De acordo com Aurea Paes, coordenadora do Núcleo de Práticas Contábeis e professora do curso de Ciências Contábeis da Universidade Veiga de Almeida (UVA), o contribuinte que cai em malha fina precisa seguir uma série de passos. O primeiro deles é confirmar se a declaração foi, de fato, retida na malha fiscal – quanto antes souber, mais ágil tende a ser a regularização. “O contribuinte pode aguardar a Receita Federal entrar em contato. O órgão envia uma notificação informando a necessidade de esclarecer inconsistências nos dados. Mas, ele pode se antecipar ao Fisco. Hoje, 24 horas após o envio da declaração já é possível saber se caiu ou não na malha fina”, explicou a professora. IR 2022: Saiba como consultar lotes de restituição e veja o calendário Como saber se caiu na malha fina? O contribuinte precisa consultar a situação da declaração. Essa consulta pode ser feita: na página da Receita Federal na internet; no aplicativo da Receita para tablets e smartphones; no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento), acessando o extrato do imposto de renda mediante código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Caí na malha fina, e agora? Segundo a professora Aurea Paes, uma vez confirmada a retenção da declaração na malha da Receita, o contribuinte pode aguardar a notificação da Receita ou tentar antecipar a prestação de contas. “O que o contribuinte pode fazer é acessar o e-CAC, solicitar a antecipação de malha e agendar atendimento em um dos postos da Receita Federal. Outra possibilidade é tentar resolver a situação através de um processo eletrônico, também no e-CAC, anexando lá todos os documentos que estiverem sendo exigidos pela Receita", explicou. A antecipação da prestação de contas, no entanto, não acontece de forma rápida, ponderou a professora. “O processo é lento, demora. Eu acompanho dois processos eletrônicos, por exemplo, que estão em andamento há mais de seis meses”. Caso aguarde o envio da notificação da Receita, a orientação ao contribuinte é se manifestar tão logo a receba, seja providenciando a prestação de contas, caso reconheça o que está sendo contestado, ou entrando com um pedido de impugnação, caso discorde do que está sendo contestado pelo Fisco. Caso a inconsistência apontada pela Receita seja referente a dados eventualmente digitados com erro, ou não declarados, basta corrigi-los ou informa-los por meio do programa gerador da declaração do imposto de renda e enviar, também através do programa, a declaração retificadora. O que você precisa saber para fazer declaração Como baixar o programa para fazer a declaração “Vamos supor que a Receita notificou o contribuinte por ‘possível inconsistência no rendimento informado’. Se ele constatar que digitou todos os valores corretamente, possivelmente a informação diverge da que foi enviada à Receita pela fonte pagadora. Neste caso ele vai ter mais trabalho para regularizar a situação, porque a empresa precisará corrigir o dado”, destacou a professora. A professora Aurea Paes alertou que se o contribuinte não se manifestar diante da notificação enviada pela Receita, uma segunda notificação será enviada, mas esta irá considerar que o contribuinte assume a dívida com o Leão. “Essa segunda notificação já é enviada com as guias de DARF (documento de arrecadação fiscal) para pagamento de multa e de eventual imposto de renda a ser pago pelo contribuinte. Por isso, quanto antes o contribuinte se manifestar, melhor”, enfatizou. Veja quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda, em 2022: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. ATENÇÃO: o Auxílio Emergencial é considerado rendimento tributátel; contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2021, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; quem teve, em 2021, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2021, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2021; quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias.
O programa vai mostrar as técnicas de agricultura regenerativa, que, além de nutrir solo, reduz uso de químicos e aumenta produtividade. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (29/05/2022) O Globo Rural deste domingo (29) vai mostrar as técnicas de agricultura regenerativa, que, além de nutrir solo, reduz uso de químicos e aumenta produtividade. Tem ainda o agricultor que se formou na faculdade com 74 anos, os clones de seringueiras que são adaptadas ao Cerrado e mais! O programa começa a partir das 8h00. Não perca! VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural

Auxílio gás é pago bimestralmente. Veja ainda quem tem direito e como é feito o pagamento. Em abril, o auxílio no valor de R$ 51 foi liberado para 5,39 milhões de famílias, no valor total de R$ 275 milhões. Governo do Ceará/ Divulgação Os beneficiários do Auxílio Gás não receberam o valor no mês de maio. Porém, como o benefício é bimestral, o pagamento será retomado em junho. Neste ano, os pagamentos são feitos nos meses pares, nas mesmas datas das parcelas do Auxílio Brasil – que se baseiam no final de número de inscrição social (NIS). Com isso, confira o calendário de pagamentos para o mês de junho, de acordo com o número final do NIS: Auxílio Gás Em abril, o benefício foi de R$ 51 – o valor corresponde a 50% da média do preço do botijão de 13 kg de gás liquefeito de petróleo (GLP). Ele foi destinado a 5,39 milhões de famílias, no valor total de R$ 275 milhões. O benefício foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro em novembro do ano passado para ajudar famílias de baixa renda a comprar o botijão de gás de 13 kg. LEIA TAMBÉM: Gás de cozinha já custa quase 10% do salário mínimo Vale-gás de R$ 51 equivale a menos da metade do botijão em 25 estados e no DF Vale-gás: quem tem direito ao auxílio? Quem tem direito Famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional (R$ 606). Clique aqui e veja como se inscrever no CadÚnico; Famílias que tenham entre seus membros residentes no mesmo domicílio quem receba o Benefício de Prestação Continuada da assistência social, o BPC, que prevê um salário mínimo mensal (R$ 1.212) à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem a família; A lei estabelece que o auxílio será concedido "preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência". Qual o valor? Os beneficiários recebem, a cada dois meses, o valor correspondente a pelo menos 50% do preço médio nacional de revenda do botijão de 13 kg. Para averiguação do valor do benefício, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publica em seu site mensalmente, até o décimo dia útil do mês, o valor da média dos seis meses anteriores referentes ao preço nacional do botijão de 13kg de GLP. O valor do auxílio gás de abril de R$ 51 equivale à metade do preço médio do botijão de gás apenas no estado do Rio de Janeiro, de acordo com levantamento feito pelo g1. Além disso, o número de famílias contempladas caiu: em fevereiro eram 5,58 milhões, queda de cerca de 190 mil beneficiários. Já o valor total destinado ao pagamento teve redução de R$ 4 milhões (de R$ 279 milhões para R$ 275 milhões). O programa tem duração de 5 anos. Assim, como o pagamento será a cada dois meses, a previsão é de que sejam pagas 30 parcelas. Como é feito o pagamento O pagamento é feito dentro do mesmo cronograma do Auxílio Brasil, levando em conta o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). Os cartões e senhas utilizados para o saque do Auxílio Brasil podem ser utilizados para o recebimento do vale-gás. O saque pode ser feito nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e terminais de autoatendimento. O benefício pode ainda ser pago em poupança social digital do Caixa Tem. A validade da parcela do benefício do Programa Auxílio Gás é de 120 dias, contados da data em que for disponibilizado o benefício na opção de pagamento. É possível consultar a situação do benefício pelo aplicativo Auxílio Brasil, aplicativo Caixa Tem e Atendimento Caixa, pelo telefone 111. Em caso de dúvidas o beneficiário pode entrar em contato com o Ministério da Cidadania pelo telefone 121.

Trabalhadores nascidos em setembro estão com os recursos liberados para saque. Confira como fazer a consulta e se você tem direito a tirar até R$ 1 mil da conta do FGTS, além das datas para receber o dinheiro. Aproximadamente 42 milhões de trabalhadores têm direito ao saque extraordinário. José Cruz/Agência Brasil Trabalhadores nascidos em setembro já podem, a partir deste sábado (28), realizar o saque extraordinário no valor de até R$ 1 mil do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com o calendário dividido por mês de nascimento divulgado pelo governo federal, são cerca de 3,4 milhões de trabalhadores que terão o dinheiro liberado nesta etapa. Nas estimativas da Caixa Econômica Federal, serão R$ 2,6 bilhões disponibilizados pelo governo federal nesta etapa, de um total de R$ 30 bilhões direcionados ao saque extraordinário. Os trabalhadores nascidos entre janeiro e agosto já tiveram os recursos liberados em datas anteriores. A retirada dos valores será possível até o dia 15 de dezembro. LEIA MAIS: Veja tira dúvidas sobre os saques de até R$ 1 mil do FGTS Governo anuncia antecipação do 13º de aposentados do INSS e saque de R$ 1 mil do FGTS FGTS: quem tem direito, quando pode sacar, qual o rendimento? Entenda É possível consultar quem tem direito ao saque - além de valores e datas para receber o dinheiro - pelo site da Caixa, pelo aplicativo FGTS e nas agências da Caixa Econômica Federal (CEF). Ao todo, 42 milhões de trabalhadores estão aptos ao saque extraordinário do FGTS. O saldo disponível pode ser consultado, mas a retirada e a movimentação do valor segue o calendário estabelecido pela Caixa. Na consulta pelo site do FGTS, é possível saber: se o trabalhador tem direito ao Saque Extraordinário do FGTS; consultar a data de crédito na Conta Poupança Social Digital. Já pelo aplicativo FGTS e nas agências da Caixa, é possível: consultar o valor a ser creditado; consultar a data de crédito na Conta Poupança Social Digital; informar que não quer receber o crédito do valor; solicitar o retorno do valor creditado para a conta FGTS; alteração cadastral para criação de Conta Poupança Social Digital. Saiba como serão feitos os saques de FGTS liberados pelo governo Fórum de Davos: mundo ganhou 573 ultrarricos durante a pandemia, diz Oxfam Calendário De acordo com a Caixa, cerca de R$ 30 bilhões serão liberados para aproximadamente 42 milhões de trabalhadores com direito ao saque. A liberação vai até 15 de junho, de acordo com o mês de nascimento do trabalhador. Confira, abaixo, o calendário, dividido por mês de nascimento: Qualquer pessoa que tiver conta vinculada do FGTS, ativa ou inativa, pode sacar. Leia mais aqui Se o titular possuir mais de uma conta do FGTS, o saque é feito na seguinte ordem: primeiro, as contas relativas a contratos de trabalho extintos, com início pela conta que tiver o menor saldo; em seguida, as demais contas vinculadas, com início pela conta que tiver o menor saldo. Não estarão disponíveis para saque os valores que estiverem bloqueados na conta do FGTS, como garantia de operações de crédito de antecipação do saque-aniversário, por exemplo. Como pedir o saque? Não é preciso solicitar. O dinheiro vai ser disponibilizado automaticamente na conta do trabalhador no Caixa Tem. Leia mais aqui Se o beneficiário não tiver uma conta no Caixa Tem, a Caixa Econômica Federal vai abrir uma conta em nome do trabalhador automaticamente. No entanto, em caso de dados incompletos que não permitam a abertura da conta digital, o trabalhador terá de pedir a liberação dos recursos. Todo o processo para pedir o saque será informatizado. O trabalhador não precisará ir à agência da Caixa, bastando entrar no aplicativo FGTS, disponível para smartphones e tablets, e inserindo os dados pedidos. O aplicativo pode ser baixado pelo celular: Clique aqui para baixar o app para celulares Android Clique aqui para baixar o app para celulares iOS (Apple) Clique aqui para ver como fazer o login e usar o aplicativo Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, já será possível pagar boletos e contas ou utilizar o cartão de débito virtual e QR code para fazer compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos, por meio do aplicativo. O valor também pode ser transferido para outras contas bancárias da Caixa ou de outro banco. É possível ainda realizar transações por meio do Pix, além de efetuar saque nos terminais de autoatendimento da Caixa e nas casas lotéricas. Sou obrigado a sacar? Não. O saque é facultativo ao trabalhador. Se ele não tiver interesse, pode indicar que não deseja receber o saque extraordinário do FGTS, para que sua conta do FGTS não seja debitada. Nesse caso, ele deverá acessar o aplicativo FGTS ou se dirigir a uma das agências do banco para informar que não quer receber o crédito. Após a realização do crédito na Conta Poupança Social Digital, o trabalhador pode, ainda assim, optar por desfazer o crédito automático, por meio dos mesmos canais, até o dia 10 de novembro. Caso o crédito dos valores tenha sido feito na Poupança Social Digital do trabalhador e essa conta não seja movimentada até 15 de dezembro, os recursos serão retornados à conta do FGTS, devidamente corrigidos.

Tania Pereira aprendeu a ser cipozeira com a mãe e avó aos oito anos; atividade se tornou a principal renda da família. Artesanato com cipó feito por Tania Pereira Arquivo Pessoal Há quase 50 anos a planta trepadeira cipó-imbé faz parte da vida de Tania Mara Pereira Nunes, moradora de Paranaguá, no Paraná. Aos 8 anos, ela aprendeu com a mãe e a avó que era possível transformar o cipó em diferentes objetos, entre eles cestas, bonés, tapetes e chapéus. “Eu cresci com minhas duas irmãs vendo minha mãe fazendo cada coisa bonita e ela sustentou a gente com esse trabalho, assim como minha avó. Elas [mãe e avó] estão falecidas, mas a arte me aproxima delas, diz. A atividade ser tradição familiar é algo que se destaca no grupo dos cipozeiros, que são pessoas que vivem da extração do cipó no país e o utiliza para artesanato, fazendo parte das mais de 20 comunidades tradicionais do Brasil. GENTE DO CAMPO: série do g1 apresenta pessoas inspiradoras do agro COMUNIDADES TRADICIONAIS: Brasil tem 28 povos diferentes; veja quais são De acordo com a Comissão Nacional para o Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, estudos apontam que os cipozeiros são descendentes de colonizadores de origem europeia (alemães, poloneses, italianos e portugueses). Eles passaram a viver em pequenas propriedades na área rural e a dependerem do trabalho com cipó, planta nativa do Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil. Em 2010, foi estimado pelo Mapeamento Situacional dos Cipozeiros que cerca de 10 mil pessoas se autodefiniam cipozeiras e estavam espalhadas por cidades do norte e sul de Santa Catarina, no estado do Paraná e ao norte do estado de São Paulo. Apesar do trabalho ser exaustivo e, em certos casos, pouco rentável, eles reconhecem a atividade como um fator importante de pertencimento social e de determinação da cultura. “Minha maior lembrança é de quando era pequena e eu ficava com todos na cozinha para nos esquentarmos no fogão de lenha. A gente ficava tecendo cipó durante a madrugada toda para vender no dia seguinte. E vendíamos tudo”, relembra. Esforço e criatividade Tania Pereira, cipozeira do estado do Paraná, aprendeu atividade aos 8 anos de idade Arquivo Pessoal Pegar cipó na mata não é algo simples, enfatiza Tania. De onde ela mora, que fica na Ilha do Amparo, é preciso pegar um barco e ir até a ilha de Piaçaguera, onde os cipós ficam em frente ao porto. O horário e o jeito de extrair fazem diferença. “Tem que ser de dia e antes das 9h, porque o mato fica molhado com o sereno. Mas quando o sereno sai, dá para tirar o dia todo. Além disso, se a árvore for grande, tem cipó grande. E é importante saber tirar para não estragar. Costumo dizer que o maior desafio é tirar o cipó e limpar ele para poder fazer as peças”. “Quando você pega, precisa reparar que ele tem umas ‘vesguinhas’ no meio. Aí você tem que partir ele, nessas vesguinhas, sempre na parte mais mole. Se ele sair, ele já quebra. Os cipós costumam ser pesados porque tem que tirar a casca e o limo depois”, explica. Tania Pereira ainda bebê com sua mãe Arquivo Pessoal Tania conta que quando era mais nova chegava a ir duas vezes na semana para pegar cipó e levá-lo até a casa, onde é feita a limpeza e confecção. “Depois de tirar o cipó, aprendi que tinha que descascar, raspar, cortar pelo meio e passar na raspadeira. Só depois disso dava para tecer e produzir as peças, deixando a criatividade tomar conta”, diz. Atualmente, quem é responsável pelo “serviço pesado” de extrair cipó é o marido de Tania, que também trabalha como pescador. “Ele que vai buscar porque é bem trabalhoso pegar cipó. Eu não aguento mais tirar e carregar até aqui. Fiz muito na vida. A última vez que ele foi, ele tirou 30 fios, que deu para fazer seis peças. Se no caso sobrar cipó, a gente guarda porque ele limpo não estraga e fica de um ano para outro”. Na família, uma das irmãs também continua vendendo artesanato de cipó. Já a outra deixou a atividade. Artesanato feito por Tania Pereira, cipozeira do Paraná Arquivo Pessoal LEIA MAIS: Agricultoras e quilombolas geram renda com receitas tradicionais em Alagoas Pecuarista da Amazônia investe em capacitação e produtividade Baronesa austríaca foi pioneira da agroecologia no Brasil Chapéu nas lembranças Tania Pereira no barco com família Arquivo Pessoal A cipozeira diz que seu primeiro artesanato aos 8 anos foi um boné, que foi vendido no mesmo dia. Mas o mais marcante foi o primeiro chapéu masculino, que sua mãe a ensinou como fazer. “Tem gente que aprende rápido e outros que não conseguem mesmo. Para mim, o chapéu é o mais difícil para fazer porque ele tem curvas em cima e deixa mais difícil a arte. E aprender como tecia certo com minha mãe é algo marcante. Sempre me faz lembrar dela e minha avó, que não estão mais aqui”. Tania Pereira e seus produtos Arquivo Pessoal Segundo Tania, outro artesanato que também a marcou foi um presépio feito em tamanho real, em 2016. “Olha, ficou muito bonito, viu? Ele ficou exposto 15 dias pela prefeitura e depois uma pessoa comprou para levar em São José dos Pinhais. Deixou todo mundo orgulhoso”. DE ONDE VEM: batata, abacate...série do g1 traz curiosidades sobre alimentos Atividade desvalorizada? Artesanatos feito com cipó por Tania Pereira Arquivo Pessoal Para Tania, a atividade tem ficado mais desvalorizada ao longo dos anos. Segundo ela, os jovens da atual geração não se interessam mais pelo artesanato como antes e as vendas diminuíram desde a pandemia. “Meu filho quando pequeno fazia, mas não quis seguir e se tornou mecânico. E eu vejo que muitos jovens de hoje em dia não querem mais saber. Atividade não está sendo valorizada, porque fazemos as peças e não valorizam mais como antes. Não querem comprar mais. Está feia a coisa”, diz. “Anos atrás a gente fazia, já vendia e até participava de festa. Agora não tem mais isso. Eu acredito que desvalorizou por não ter um lugar para vender só esse tipo de produto e pelas pessoas não saberem tanto a história. O cipó, por exemplo, é mais rígido do que a palha, que é bem mais mole”, ressalta. Artesanato com cipó Arquivo Pessoal Tania conta que não teve oportunidade de terminar os estudos por ter que ajudar a família desde cedo a conseguir renda. Mas mesmo com todas as dificuldades, o cipó faz parte de sua vida. Seu sonho, agora, é conseguir fazer a carteira nacional de artesão para que possa se aposentar pela arte. “Não estudei por necessidade mesmo. Precisava ajudar em casa. Cheguei a trabalhar como cozinheira em um restaurante e só. Mas o cipó faz parte de mim". "Mesmo que as encomendas estejam fracas, tecer cipó me traz tranquilidade e posso usar a criatividade. E se eu ver um na frente, como aconteceu em uma viagem, eu já corro pegar”, diz.
Corte no orçamento deve crescer e pode chegar a R$ 14 bi O governo decidiu ampliar para R$ 14 bilhões o bloqueio no orçamento dos ministérios anunciado na semana passada, a fim de conceder neste ano eleitoral reajuste linear de 5% para os servidores públicos federais. Na última sexta-feira (20), o Ministério da Economia havia informado que seriam bloqueados R$ 8,2 bilhões. Na ocasião, o governo argumentou que isso seria necessário devido ao aumento da estimativa com gastos obrigatórios. Houve crescimento de R$ 4,8 bilhões para o pagamento de sentenças judiciais, de R$ 2 bilhões com o Proagro e de R$ 2,3 bilhão com o plano Safra, entre outras despesas. Não está descartado um bloqueio adicional, que elevaria o valor total para R$ 16 bilhões. Isso vai depender da decisão do presidente Jair Bolsonaro de usar R$ 1,7 bilhão reservado para reajustar servidores da área de segurança. No final do ano passado, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento Federal com essa reserva de R$ 1,7 bilhão para reajustes a carreiras da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A previsão de recomposição salarial para essas carreiras provocou reações entre as demais categorias de servidores federais, que passaram a também reivindicar reajuste e ameaçar paralisações. Fiscais da Receita Federal chegaram a entregar cargos de chefia em protesto. Diante disso, o governo decidiu tentar atender a todos os servidores, mas com um reajuste menor, de 5%, o que também provocou insatisfação entre várias categorias. O bloqueio de R$ 3,2 bilhões no orçamento discricionário (custeio e investimento) do Ministério da Educação, anunciado nesta sexta pela própria pasta, já faz parte do bloqueio geral determinado para todos os ministérios.
MEC diz que bloqueio dos recursos 'discricionários' é necessário para cumprir teto de gastos. Governo tenta encaixar reajuste de servidores federais no orçamento deste ano. O Ministério da Educação bloqueou nesta sexta-feira (27) 14,5% da verba das universidades e institutos federais para despesas de custeio e investimento. A decisão também afeta, na mesma proporção de 14,5%, o orçamento dito "discricionário" de entidades vinculadas ao MEC como a Capes (que coordena os cursos de pós-graduação), a Ebserh (que gerencia hospitais universitários) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que auxilia estados e municípios a garantir educação básica de qualidade. O governo diz que o contingenciamento é necessário para cumprir o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas públicas. O bloqueio feito em 2022 deve ser maior que o previsto, no entanto, porque o Executivo tenta encaixar nesse limite a promessa de dar reajuste aos servidores públicos federais. Ao todo, R$ 14 bilhões devem ser bloqueados em todo o governo federal para garantir um reajuste de 5% em ano eleitoral (veja detalhes abaixo). No documento enviado às universidades, ao qual a TV Globo teve acesso, o MEC diz que sofreu um bloqueio de R$ 3,23 bilhões, equivalente a 14,5% de toda a verba de uso discricionário para este ano. E que decidiu repassar esse percentual de forma linear (uniforme) a todas as unidades e órgãos vinculados ao ministério – ou seja, bloquear 14,5% de cada universidade, instituto ou entidade ligada ao MEC. "[...] foi efetivado na data de hoje, 27/05/2022, bloqueio da dotação atual em todas as Unidades Orçamentárias - UOs do MEC, na mesma proporção definida para o órgão, de 14,5%", diz o documento enviado às reitorias. O termo "orçamento discricionário" se refere aos valores que cada universidade pode definir como aplicar, excluindo despesas obrigatórias como salários e aposentadorias de professores. Entram no orçamento discricionário os investimentos e as despesas de custeio – pagamento de bolsas e auxílio estudantil, contas de água e telefone, contratos de segurança e manutenção, por exemplo. Veja, na reportagem abaixo, dados sobre a queda no orçamento discricionário das universidades na última década: Verba para investimentos em universidades federais caiu 73% em dez anos Teto de gastos e reajuste O “teto de gastos” citado no ofício do MEC é a regra promulgada pelo Congresso Nacional, em vigor desde 2017, que impede a maior parte das despesas públicas de crescer em ritmo mais acelerado que a inflação oficial. Como as despesas obrigatórias (salários e aposentadorias) crescem a cada ano, o governo tem um valor cada vez menor para destinar aos gastos discricionários – que, apesar de “facultativos”, também têm grande impacto sobre a execução dos serviços públicos. Em anos anteriores, o governo já teve que recorrer a créditos extraordinários e retirar despesas do teto para conseguir cumprir a regra. Para 2022, além do crescimento “natural” das despesas, os bloqueios orçamentários ainda precisam acomodar a promessa do presidente Jair Bolsonaro de conceder reajuste salarial aos servidores públicos federais. No último dia 20, o Ministério da Economia anunciou um bloqueio de R$ 8,2 bilhões no orçamento deste ano – valor que precisa ser detalhado no “Diário Oficial da União” até a próxima semana. O secretário especial do Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia, Esteves Colnago, informou no mesmo dia que um eventual reajuste de 5% para os servidores federais, no entanto, poderia elevar esse bloqueio para até R$ 16,2 bilhões. Governo anuncia o bloqueio de R$ 8,2 bilhões do orçamento da União para não estourar o teto de gastos Nesta sexta, o blog da jornalista Ana Flor no g1 informou que o governo já decidiu elevar esse bloqueio para R$ 14 bilhões – valor que inclui os R$ 3,2 bilhões bloqueados no Ministério da Educação. Não está descartado, no entanto, um bloqueio adicional que elevaria esse valor total para R$ 16 bilhões. Isso vai depender da decisão do presidente Jair Bolsonaro de usar, no reajuste geral de 5% para os servidores, o R$ 1,7 bilhão reservado para reajustar salários de servidores da área de segurança. Cortes na ciência O governo federal ainda não detalhou como será a distribuição do bloqueio orçamentário entre os ministérios e órgãos públicos. Há indicação, no entanto, de que o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações também pode sofrer um golpe duro, da ordem de R$ 2,9 bilhões. O valor consta em uma nota de repúdio divulgada nesta sexta pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A entidade afirma que, desse valor, R$ 2,5 bilhões serão bloqueados no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), uma verba carimbada para custear pesquisas científicas no país. De acordo com a SBPC, esse valor corresponde a mais da metade do total previsto para o fundo em 2022. "É inacreditável que, mesmo depois de todas as contribuições da ciência nestes anos difíceis da pandemia de covid-19, a ciência siga sendo atacada pelo governo federal", diz o texto divulgado pela entidade. Confira, abaixo, a íntegra da nota publicada nesta sexta: Nota de repúdio contra os cortes ilegais na ciência brasileira A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC tomou conhecimento por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações – MCTI da intenção do governo federal de cortar R$ 2.926.128.000,00 da pasta nos próximos dias. A maior parte destes recursos, R$ 2,5 bilhões, é do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT, gerado a partir do recolhimento de encargos e tributos destinados por força de Lei ao fundo de fomento da ciência. Ou seja, verba carimbada e que deveria ser usada exclusivamente para a pesquisa científica e tecnológica do País. O bloqueio dos recursos serviria para financiar o reajuste do funcionalismo público. Ainda que reconheçamos a defasagem nos salários dos servidores de muitas categorias, é inaceitável que a ciência brasileira seja o alvo escolhido para arcar com a maior parte deste custo. O corte de verbas comunicado pela Secretaria de Orçamento do Ministério da Economia – SOF/ME ao MCTI reduz para menos da metade o valor aprovado pelo Congresso Nacional para o FNDCT em 2022, de R$ 4.527.830.563,00. Também representa uma queda de 44,76% nos recursos do fundo da ciência em comparação com o orçamento liberado em 2021. É evidente o ataque do governo federal à ciência brasileira. Um ataque ilegal já que a Lei Complementar n° 177, de 2021, proíbe expressamente que o FNDCT sofra qualquer limitação de despesas, como contingenciamentos e alocação de seus recursos nas reservas de contingência. Eventual bloqueio dos recursos usando o expediente de alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO, como já realizado em 2021 para desviar recursos do fundo, constitui uma afronta à legislação brasileira e ao Congresso Nacional, que tem agido diligentemente para proteger a ciência brasileira das sucessivas violências cometidas pelo Poder Executivo na tentativa de estrangular financeiramente o setor. Também nos preocupa que os cortes em curso possam atingir outras pastas estratégicas para a ciência brasileira, como o Ministério da Educação – MEC e o Ministério do Meio Ambiente – MMA. Não é possível buscar o desenvolvimento do País em um ambiente de evidente perseguição ao conhecimento. Ainda há tempo para reverter este absurdo. A SBPC exige que o Poder Executivo respeite a legislação em vigor e não dê sequência a esse bloqueio bilionário dos já poucos recursos do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação – SNCTI. Conclamamos o Congresso Nacional a defender o orçamento aprovado e agir para reverter estes cortes, caso eles se confirmem. É inacreditável que, mesmo depois de todas as contribuições da ciência nestes anos difíceis da pandemia de covid-19, a ciência siga sendo atacada pelo governo federal. Renato Janine Ribeiro Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC
Ministro de Minas e Energia entregou a Paulo Guedes neste mês pedido para que governo estude viabilidade da venda da empresa ao setor privado. O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta sexta-feira (27) um decreto que inclui na lista de estudos para uma possível privatização a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), estatal responsável por gerenciar os contratos da União para exploração do petróleo localizado na camada pré-sal. Na semana retrasada, o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, entregou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, um pedido para que o Programa de Parcerias de Investimento (PPI) realizasse estudos sobre a viabilidade e as vantagens econômicas de eventuais privatizações da PPSA e da Petrobras. O decreto desta sexta-feira, no entanto, não menciona a Petrobras. "Fica qualificada, no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República - PPI, a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. — Pré-Sal Petróleo S.A. —PPSA, com objetivo de avaliar a desestatização da empresa e dos ativos sob sua gestão", diz o decreto, publicado em edição extra do "Diário Oficial da União". Vinculado ao Ministério da Economia e presidido pelo ministro Paulo Guedes, o PPI é o responsável por gerir os projetos de privatização e concessão. Em um primeiro momento, o PPI avalia se é necessária e viável a privatização da empresa. Quando os estudos estiverem concluídos, e se a conclusão for favorável à privatização, o conselho do PPI recomenda ao presidente a assinatura de outro decreto para incluir a empresa no Programa Nacional de Desestatização (PND). Depois disso, começam de fato os trâmites necessários à privatização em si. No caso de algumas empresas, por força de lei, é necessário aprovar um projeto de lei no Congresso.
Informação foi divulgada por meio de nota emitida pelo Ministério de Minas e Energia. Nesta quarta (25), a Petrobras alertou sobre o risco de desabastecimento de óleo diesel no 2º semestre de 2022. Petrobras volta a alertar governo sobre risco de faltar diesel O governo informou nesta sexta-feira (27) que o estoque de diesel S10, o mais comercializado no Brasil, é capaz de garantir o suprimento do país por 38 dias, se as importações desse combustível e a produção interna fossem cessadas hoje, e negou risco de desabastecimento. A informação foi divulgada por meio de nota do Ministério de Minas e Energia. A informação foi divulgada após a Petrobras enviar um ofício ao governo e à Agência Nacional do Petróleo (ANP) alertando sobre o risco de desabastecimento de óleo diesel no segundo semestre de 2022 (veja mais abaixo). Valdo: Falta de reajuste pode gerar desabastecimento, diz Petrobras "De acordo com os dados mais recentes consolidados pelo Comitê, os estoques de óleo diesel S10 representam 38 dias de importação. Em outras palavras, se as importações desse combustível fossem cessadas hoje, os estoques, em conjunto com a produção nacional, seriam suficientes para suprir o País por 38 dias", diz o MME em nota. A ANP também afirmou, em nota, que o abastecimento nacional com óleo diesel acontece, neste momento, com regularidade. Petrobras Segundo a Petrobras, o risco de desabastecimento acontece devido ao baixo nível de estoque de diesel no mundo e à crescente demanda pelo produto. Ainda segundo a estatal, o país importou no ano passado cerca de 30% da sua demanda total. A Petrobras também alertou ao governo e a ANP que suas refinarias estão operando próximas das suas capacidades máximas, ou seja, não têm mais condições de aumentar a produção. Além disso, algumas vão parar nos próximos meses, para manutenção programada. "Como consequência, espera-se uma menor disponibilidade operacional do refino, diminuição da produção interna de derivados, e aumento da dependência externa", diz a Petrobras. Em nota, o MME e a ANP afirmam que veem monitorando a questão, mas não citam medidas para aumentar o estoque de diesel. "O Ministério de Minas e Energia segue atento aos movimentos do mercado doméstico e internacional, mantendo o monitoramento de forma intensa e constante para adotar medidas tempestivas em conjunto com os demais órgãos governamentais nas esferas das suas respectivas competências, conforme a evolução do cenário", diz a pasta em nota. "A Agência está dedicada a acompanhar a situação e a propor as medidas que se mostrarem necessárias para garantir a oferta do produto", afirma a ANP, também em nota. VÍDEOS: notícias sobre política

Depois de bater recorde na semana passada, preço do litro do diesel caiu 0,4%, para R$ 6,918. Litro da gasolina teve queda de 0,3%, para R$ 7,252. Bomba de combustível abastece carro em posto de São Paulo. gasolina, preço da gasolina, frentista, álcool, diesel, combustíveis, reajuste, aumento. -HN- Marcelo Brandt/G1 Os preços da gasolina e do diesel recuaram nos postos nesta semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (27). O valor do litro do diesel caiu de R$ 6,943 para R$ 6,918, o que representa uma redução de 0,4%. Na semana passada, o preço do combustível atingiu um patamar recorde, com o maior valor nominal desde que a ANP passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004. O balanço desta semana da ANP também mostrou que o preço do litro da gasolina passou de R$ 7,275 para R$ 7,252, queda de 0,3%. Por fim, o valor do etanol recuou 0,7%, para R$ 5,186 o litro. Projeto em discussão Nesta semana, diante da disparada dos preços dos combustíveis observada ao longo deste ano, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto um projeto que limita a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, um tributo estadual) sobre combustíveis, energia, gás natural, comunicações e transportes coletivos. A proposta agora vai para o Senado. Conselho da Petrobras discutiu escassez de diesel e sugeriu plano de racionamento ao governo Os governadores são contra o projeto. Eles dizem que a proposta vai reduzir a arrecadação dos estados, o que pode levar ao comprometimento na oferta de serviços à população. A semana também foi marcada por mais uma troca no comando da Petrobras. Na segunda-feira (23), o Ministério de Minas e Energia informou a dispensa de José Mauro Coelho. Ele será substituído por Caio Mário Paes de Andrade, auxiliar do ministro Paulo Guedes. Miriam Leitão sobre troca no comando da Petrobras: 'Estelionato eleitoral' LEIA MAIS Quanto custa a gasolina pelo mundo? Veja ranking ENTENDA: Como são formados os preços da gasolina e do diesel? Álcool é vantajoso em só 4 cidades do país pesquisadas pela ANP; veja como calcular Disparada dos preços Em 2022, a disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos preços internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia. Desde 2016, a Petrobras adotou o chamado PPI (Preço de Paridade de Importação), após anos praticando preços controlados, sobretudo no governo Dilma Rousseff. O controle de preços era uma forma de mitigar a inflação, mas causou grandes prejuízos à petroleira. Pela política de preços atual, os preços cobrados nas refinarias se orientam pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e do câmbio.
Especialista Antonio Gil, da EY, vai responder a perguntas sobre o IR 2022 na segunda-feira, véspera do final do prazo. Imposto de Renda 2022: programa vai tirar dúvidas ao vivo sobre a declaração; mande sua pergunta Especialista Antonio Gil, da EY, vai responder a perguntas sobre o IR 2022 na segunda-feira, véspera do final do prazo. Precisa declarar? Veja se você está na lista. O que você precisa saber para fazer a declaração. Veja como fazer o download do programa da declaração. Assista tira dúvidas em vídeos. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022

Agência e Operador Nacional do Sistema Elétrico dizem que bandeira verde, sem cobrança extra, seguirá em vigor até dezembro. Custo extra de R$ 14,20 acabou em abril. A conta de luz seguirá sem cobrança adicional em junho, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (27). Continua em vigor no país a bandeira tarifária verde, que não acrescenta custos à conta de luz dos consumidores com base no gasto mensal de energia elétrica. Até 15 de abril, estava em vigor a bandeira de escassez hídrica, a mais cara do sistema, que adiciona R$ 14,20 à conta de luz por 100 quilowatt-hora (KWh) consumidos no mês. A partir de 16 de abril, deixou de valer a bandeira de escassez hídrica e entrou em vigor a bandeira verde, acionada até hoje. A única exceção eram as famílias de baixa renda inscritas na Tarifa Social de energia elétrica, que já estavam isentas de custos adicionais desde dezembro. Segundo a Aneel e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a agência deve manter acionada a bandeira verde para todos os consumidores até o final de 2022. Entretanto, o adicional pode voltar a partir de 2023, a depender dos custos para a produção de energia elétrica. Entenda as bandeiras tarifárias Arte G1 Escassez hídrica A bandeira de escassez hídrica é a mais cara do sistema e foi criada em setembro do ano passado para fazer frente aos custos adicionais para a produção de energia gerados pela crise hídrica. Para compensar a queda na produção das usinas hidrelétricas, o governo teve que acionar usinas térmicas, mais caras e poluentes. Porém, no início de abril o governo afirmou que o nível de chuvas nos últimos meses e a adoção de medidas emergenciais contribuíram para reduzir a contratação das termelétricas, o que permitiu acionar a bandeira verde antes do previsto. Bandeira escassez hídrica acaba; como fica a conta de luz?

Ações já caíram quase 65% desde estreia na bolsa de Nova York, em dezembro; fintech agora já vale um terço do Itaú Unibanco. Soma de fatores explica queda vertiginosa, segundo especialistas. De banco mais valioso da América Latina, fintech agora já vale um terço do Itaú Unibanco; soma de fatores explica queda vertiginosa, segundo especialistas Divulgação via BBC Quando estreou na bolsa de Nova York em dezembro passado, o banco digital Nubank foi alçado a uma posição de destaque: o mais valioso da América Latina, superando instituições financeiras tradicionais, como Itaú, Bradesco e Santander. Hoje, pouco mais de seis meses depois, suas ações já despencaram 65% e seu valor de mercado (o resultado da multiplicação do volume de ações em circulação e o preço de cada uma delas) passou de US$ 41,5 bilhões para US$ 17,1 bilhões. Mas, no mesmo período, seus principais concorrentes não sofreram a mesma volatilidade. O Itaú Unibanco vale hoje US$ 50,2 bilhões e o Bradesco, US$ 41,9 bilhões, respectivamente, patamares superiores aos de dezembro. Ou seja, o Nubank, que, naquele mês, chegou a valer mais do que o Itaú, vale hoje cerca de um terço dele. LEIA TAMBÉM: Como Nubank se tornou banco mais valioso da América Latina sem dar lucro Ação do Nubank cai firme e opera perto de mínimas históricas Nubank perde US$ 6 bi desde IPO e Itaú volta a ser banco mais valioso da América Latina; confira ranking Assista abaixo entrevista feita com o presidente do Nubank em 2018: Entrevista com presidente do Nubank E nem a divulgação dos resultados do primeiro trimestre, os mais fortes da história do banco digital, com receita total atingindo um recorde de US$ 877,2 milhões, acima das expectativas dos analistas, foi capaz de estancar a sangria – de fato, logo após o anúncio, os papéis chegaram a subir 8%, mas depois voltaram a cair. Às 12h30 de Brasília desta sexta-feira (27/5), as ações do Nubank estavam em alta, negociadas US$ 3,70. Mas o que está acontecendo com a fintech, que, com uma estratégia de crescimento agressiva, já conquistou uma base de clientes de cerca de 60 milhões no Brasil, México e Colômbia desde sua fundação, em 2013? O banco afirma que "apesar da recente volatilidade do mercado no curto prazo, continuamos com total confiança e comprometimento com a criação de valor de longo prazo" (veja nota completa ao final da reportagem). Expectativas e realidade Segundo analistas entrevistados pela BBC News Brasil, há uma soma de fatores que explica a queda vertiginosa das ações do Nubank. Mas, antes disso, é preciso entender o que significa uma ação. Basicamente, se trata de uma fração de uma empresa. Os acionistas são, portanto, donos de uma parcela da empresa. As ações são negociadas em bolsa de valores e compradas e vendidas por investidores interessados também na rentabilidade da empresa. Quando os investidores – "o mercado" – entendem que a empresa não vai entregar os resultados esperados, vendem essa fração que detêm. Seguindo o conceito da lei da oferta e da demanda, se muitas pessoas estão vendendo e poucas comprando, o valor da ação cai. Desde o início, porém, esses investidores demonstraram apetite pelo Nubank, apesar de o banco digital só ter dado lucro pela primeira vez no ano passado. A principal explicação é uma expectativa de rentabilidade futura. Trata-se de uma aposta – que parece estar sendo reajustada pelo mercado, devido a uma combinação de circunstâncias, que envolve a tomada de decisões do banco, e os ambientes econômicos brasileiro e global. No cenário externo, o mercado segue de mau humor diante da pressão inflacionária e do aumento de juros nos mercados desenvolvidos – inclusive nos Estados Unidos. Em um mês, a Nasdaq, a bolsa eletrônica americana, já acumula queda de 13%. Desde o início do ano, cerca de 30%. "Quando se olha transversalmente para a avaliação de fintechs no mercado internacional e não só com foco no Brasil ou América Latina, percebe-se uma grande pressão em suas avaliações de mercado. Mas o que aconteceu de diferente no início deste ano? Há uma tendência de inflação crescente não só na América Latina, mas em todo mundo", diz João Bragança, diretor de serviços financeiros da consultoria alemã Roland Berger, comentando sobre as fintechs. "Isso fez com que bancos centrais aumentassem as taxas de juros, reduzindo a liquidez no mercado, ou seja, os recursos que estão disponíveis para os investidores aplicarem em novos negócios ou em negócios pré-existentes. As fintechs são, por natureza, negócios que estão em fase de maturação, num caminho de fortalecimento de seu modelo de negócio." "Qualquer banco digital está ainda fazendo o que chamamos de 'jornada de monetização de cliente'. Primeiro, você adquire clientes e depois desenvolve produtos e serviços para eles poderem utilizá-los, gerando receita e lucro." "Ora, a avaliação de risco dos investidores em uma situação de menor liquidez pressiona a avaliação do mercado sobre qualquer novo modelo de negócio. É uma tendência global", acrescenta. Mas é o cenário interno que deixa muitos investidores receosos. Em um ambiente de deterioração da economia brasileira, com alta dos juros e da inflação, e perda de renda da população, crescem, portanto, as preocupações sobre se o Nubank vai conseguir "monetizar sua base de clientes". Nesse contexto e, considerando o crescimento das operações de crédito do banco digital, que investiu maciçamente na captação de clientes, o temor recai sobre a perspectiva de alta de inadimplência e das provisões para calote, tanto em cartões quanto empréstimos pessoais. As operações de cartões continuam sendo o principal produto do Nubank. Cartões são, essencialmente, uma concessão de crédito sem garantia (ou seja, quem o solicita não precisa dar algo como precaução de pagamento, como um imóvel ou veículo, e portanto não precisa justificar como vai gastar o dinheiro). Os bancos não conseguem recuperar ativos se tomarem um calote. "Sempre que os juros sobem, o crédito fica mais caro. Desestimulam-se o consumo e a tomada de crédito. E o Nubank é uma instituição de crédito. A maior base de receitas deles vem de cartão de crédito, principalmente no rotativo (ou seja, que parcelam), e de empréstimos", explica Danielle Lopes, sócia e analista de ações da Nord Research, casa de análise de investimentos focada no pequeno investidor e sediada em São Paulo. "As pessoas que se tornaram clientes do Nubank foram atraídas pela promessa de que o banco não cobraria taxas. Ou seja, como monetizar seu negócio se os juros estão muito altos e seus clientes não estão tomando crédito? Isso é um enorme problema para eles", questiona. "Pelo que estamos vendo, o mercado não acredita que o Nubank vá conseguir ter bons resultados no curto prazo e tem muito receio com o longo prazo, dada a conjuntura macroeconômica global", acrescenta. Lopes lembra que o índice de inadimplência do banco digital aumentou e está acima da média dos bancos tradicionais. "Não achamos interessante um banco recém-chegado buscar acelerar o acesso a crédito num momento tão complicado de juros", escreveu ela em newsletter a investidores após a divulgação dos resultados do Nubank. Bancos tradicionais, como Itaú Unibanco e Bradesco, recentemente expressaram cautela quanto às operações de cartões, principalmente no meio digital, e afirmaram que vão focar na fidelização dos clientes antigos em detrimento da captação de novos. Segundo Milton Maluhy, presidente do Itaú Unibanco, os clientes digitais têm, em sua visão, um perfil de crédito "mais arriscado" especialmente em um ambiente macroeconômico mais complexo, como o atual. O Itaú Unibanco é líder em cartões no Brasil, com cerca de 30% do mercado. "O que a gente vem fazendo desde o segundo semestre do ano passado é reduzir a quantidade de clientes adquiridos digitalmente, porque a gente vê que é um cliente de perfil mais arriscado", disse ele a jornalistas ao comentar os resultados do banco, divulgados no início de maio. "Estamos reduzindo a aquisição (de clientes) em cartões, por entender que é um produto mais volátil", acrescentou. Na mesma linha, o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, afirmou que o banco vai privilegiar "menos o crescimento acelerado e mais a fidelização, a retenção e a rentabilização desses clientes", ao falar sobre os três bancos digitais da empresa. 'Maré de azar' Lopes, da Nord Research, chama atenção ainda para dois elementos recentes para o que chama de "maré de azar" que afetou o Nubank e diz que "não parece que vai acabar tão cedo". O primeiro: o pacote de remuneração à diretoria da fintech superior a R$ 800 milhões noticiado nos últimos dias, bem acima do observado entre os grandes bancos brasileiros. "O pacote de remuneração do CEO é superagressivo, na média, maior do que os membros da diretoria do próprio Itaú, um banco muito mais consolidado", diz Lopes. O segundo: o anúncio de que o Nubank vai investir 1% de seu caixa em bitcoin. "O bitcoin é uma moeda volátil demais e o Nubank precisa desse dinheiro para crescer. Os investidores passam a duvidar da capacidade da gestão de tomar decisões." Também pesa contra o Nubank o fato de que o mercado se tornou mais competitivo. Hoje, vários concorrentes apostam na fórmula bem-sucedida da fintech, como cartão sem anuidade, conta grátis e oferta simplificada. Enquanto isso, bancos tradicionais vêm acelerando sua digitalização. Por causa disso, o Nubank ampliou seu leque de serviços, entrando em áreas como investimentos e seguros, mas isso também significa uma operação mais complexa. Outro lado Questionado sobre a queda vertiginosa de suas ações, o Nubank enviou à BBC News Brasil o comunicado de imprensa divulgado por ocasião dos resultados trimestrais na semana passada. Na nota, o fundador e CEO do Nubank, David Vélez, diz: "Esse foi o trimestre mais forte na história do Nu. Alcançamos cerca de 60 milhões de clientes e uma taxa de atividade recorde de 78%. Nossa fórmula de geração de receitas ajudou a impulsionar o resultado trimestral, que alcançou o valor recorde de US$ 877 milhões (+226% FXN na comparação com o 1T21), com baixo custo de aquisição de clientes, aumento da receita por cliente e redução do custo de serviço". "Nossa carteira de crédito teve expansão significativamente superior à do mercado e manteve níveis de qualidade saudáveis. Esse resultado é fruto do nosso avançado modelo de risco e de nosso portfólio de crédito disciplinado e resiliente, especialmente considerando as condições macroeconômicas atuais". "Apesar da recente volatilidade do mercado no curto prazo, continuamos com total confiança e comprometimento com a criação de valor de longo prazo, como foi reiterado por nossos principais acionistas".

Número representa 24,1% dos ocupados e corresponde a cerca de 40% dos rendimentos totais, mostra pesquisa do Ipea. Home Office Reprodução/TV Diário Cerca de 20,4 milhões de trabalhadores estão em ocupações que podem ser realizadas na modalidade de home office. Isso representa 24,1% do total de pessoas ocupadas no mercado de trabalho brasileiro, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O trabalho remoto predomina entre mulheres (58,3%), pessoas brancas (60%), com nível superior completo (62,6%) e na faixa etária entre 20 e 49 anos (71,8%). Mais da metade desses trabalhadores em home office potencial está na região Sudeste (27,7%), seguida pela região Sul (25,7%) e Centro-Oeste (23,5%). Nas regiões Nordeste e Norte, o patamar é inferior, respectivamente, de 18,5% e 17,4%. As unidades da Federação com maior número de trabalhadores são o Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. O Pará apresenta o menor percentual. Ao analisar as regiões metropolitanas do país, a que mais se destaca é a de Florianópolis, com cerca de 40,4% das pessoas ocupadas em regime potencial de teletrabalho, apesar de Santa Catarina ser apenas o quinto estado no ranking de teletrabalho potencial, com 25,4%. Home office equivale a 40% da massa de rendimentos Segundo o Ipea, apesar de as ocupações com potencial de serem realizadas de forma remota representem 24,1% da força de trabalho, esses trabalhadores são responsáveis por 40,4% da massa de rendimentos total (soma dos rendimentos recebidos de todas as pessoas ocupadas). A maior contribuição vem da região Sudeste, puxada principalmente pelo estado de São Paulo, que tem 47,6% do total de rendimentos efetivos gerados por pessoas em teletrabalho potencial. Mulheres são maioria em todos os estados Em todas as unidades federativas, as mulheres são maioria no teletrabalho potencial. Esse resultado é mais acentuado em Roraima, Maranhão e Piauí, onde essa participação oscila entre 64% e 66%. Por sua vez, Amapá, Santa Catarina e Ceará são os estados com resultados mais equilibrados – participação feminina variando de 52% a 54%. Pretos e pardos predominam no Norte e Nordeste Em muitas UFs do Norte e do Nordeste, o percentual de pessoas pretas ou pardas no teletrabalho potencial passa de 70%, com destaque para o Amapá, onde o resultado foi de 80,5%. A exceção nessas regiões é o Rio Grande do Norte, onde o percentual fica próximo de 50%. Em nenhum estado da região Sul, o total de pretos e pardos nessa situação é superior a 25%, com destaque para Santa Catarina (10,1%). Já no Centro Oeste e em alguns estados do Sudeste, a situação é intermediária: 60% e 46%, respectivamente, no Mato Grosso e em Minas Gerais, por exemplo. Zona rural em 6,4% em home office Apesar de o percentual de home office urbano superar o rural, há cerca de 650 mil pessoas em teletrabalho potencial no campo, o que corresponde a 6,4% do total de ocupados na zona rural. O Sudeste conta com o maior percentual de pessoas ocupadas potencialmente em home office tanto na zona urbana (29,2%) quanto na rural (7%). Em contrapartida, a região Norte, cujo contingente de teletrabalho potencial nas zonas urbana e rural corresponde a, respectivamente, 20,5% e 4,9% do total de ocupados, está no outro extremo. A região Nordeste, que apresenta o quarto maior percentual de teletrabalho potencial na zona urbana (21,2%), salta para a segunda colocação no caso da zona rural (6,7%).
Manual da Universidade Federal de Viçosa mostra também quais são os tipos de criações, como construir e limpar o galinheiro. Para quem cria galinhas e quer saber mais sobre o controle de doenças das aves caipiras, a Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, fornece um manual online que vai ajudar. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O material traz informações também sobre os tipos de criações, a construção do galinheiro e a limpeza. Confira o conteúdo gratuito aqui. Confira mais cartilhas: Aprenda a montar barraginhas, técnica usada para represar água da chuva nas propriedades Manual mostra como montar um viveiro para plantar mudas de café Confira os passos para montar uma horta em casa Veja como criar tilápias em viveiros escavados Aprenda a fazer um curral ecológico Vídeos mais assistidos do Globo Rural

Preserve seu poder de compra no médio e longo prazo investindo em produtos indexados pelo IPCA. Neste ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tem se elevado a patamares nunca vistos desde 1994, ano em que o Plano Real foi implementado no Brasil. Se esse aumento é sinônimo de preços altos em praticamente todos os setores da economia, para os investimentos pode significar boa rentabilidade. Sim, é possível lucrar com a inflação e proteger o capital a médio e longo prazo. Para isso, é fundamental escolher produtos que paguem acima da inflação (IPCA+) e ter paciência e disciplina para fazer o resgate no momento certo, evitando taxas e garantindo a rentabilidade contratada. Infográfico - Inteligência Financeira Divulgação Produto: Tesouro Direto IPCA+ e IPCA+ com juros semestrais Tipo: renda fixa Descrição: Título público do governo federal indexado pela inflação com taxa de juros prefixada pagando ou não rendimentos a cada seis meses Garantido pelo FGC? Sim Aporte mínimo: R$ 30 Produto: Certificado de Depósito Bancário (CDB) IPCA+ Tipo: renda fixa Descrição: Título emitido pelos bancos indexado pela inflação com taxa de juros prefixada Garantido pelo FGC? Sim Aporte mínimo: R$ 5 mil Produto: Letra Imobiliária Garantida (LIG) Tipo: renda fixa Descrição: Título indexado pelo CDI emitido pelo fundo próprio fundo para bancos com o objetivo de financiar o mercado imobiliário Garantido pelo FGC? Sim Aporte mínimo: R$ 50 mil Produto: Certificado de Operações Estruturadas (COE) IPCA Tipo: híbrido Descrição: Aplicação com retorno sobre a alta da inflação que garante o valor do investimento inicial em caso de desvalorização do índice no momento da contratação Garantido pelo FGC? Não Aporte mínimo: R$ 5 mil (média) Produto: Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Tipo: renda variável Descrição: Investimento coletivo em ativos imobiliários de tijolo (imóveis físicos) ou de papel (títulos lastreados por imóveis). Garantido pelo FGC? Não Aporte mínimo: R$ 100 Plus! Por que é mais difícil ganhar na renda variável? Poder de consumo cai Clientes consomem menos Faturamento das empresas cai O custo de produção sobe Ações desvalorizam Menores retornos para investidores Aprofunde seus conhecimentos sobre os ativos do momento acessando a Inteligência Financeira. Lá você confere a análises econômicas em tempo real e dicas de especialistas sobre como fazer seu o dinheiro trabalhar pra você.

Há 10 vagas para advogados e 7 para auxiliar jurídico. Cadastro pode ser realizado pela internet. Sine tem vaga para advogado e auxiliar jurídico TV Globo/Reprodução O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho está com 161 vagas abertas nesta sexta-feira (17). Os cargos com mais vagas são para servente de obras, carpinteiro de obras, pedreiro e advogado. Como se candidatar? Para se candidatar a uma das vagas, o morador precisa realizar um cadastro online e apresentar documentos como carteira de trabalho, registro geral, comprovante de residência e currículo atualizado. Clique aqui e faça o cadastro. Os atendimentos presenciais serão realizados das 07h30 às 13h30 para os que não possuem acesso à internet. O Sine Municipal atende em dois pontos em Porto Velho, sendo: Sine Centro: rua General Osório, nº 81, Centro. Sine Leste: rua Antônio Fraga Moreira, nº 8250, bairro Juscelino Kubitschek Para mais informações, os telefones para contato são: (69) 998473-3411 (WhatsApp) e (69) 3901-3181 e o e-mail: [email protected] Confira as vagas disponíveis: Advogado (10 vagas) Servente de obras (30 vagas) Carpinteiro de obras (25 vagas ) Pedreiro (28 vagas) Apoio jurídico (2) Auxiliar jurídico (7) Assistente técnico projetista (1) Assistente técnico administrativo (1) Carpinteiro (2) Cozinheiro geral (2) Serviços gerais (8) Inspetor de obras (1) Secretária (1) Motorista (2) Promotor de vendas (1) Garçom (1) Mecânico em refrigeração (1) Vendedor interno (1) Vendedor externo (4) Caseiro (1) Borracheiro (1) Auxiliar de cozinha (2) Motorista (3) Auxiliar eletricista (1) Eletricista montador (1) Consultor de vendas (1) Chapeiro de lanchonete (1) Atendente (1) Vidraceiro (1) Cozinheira (1) Empregada doméstica (3) Operador de retroescavadeira (1) Operador de mini escavadeira (1) Eletricista (1) Técnico em segurança do trabalho (1) Operador de computador (1) Técnico em climatização/refrigeração (2) Consultor de vendas (1) Secretária do lar (1) Soldador (1) Operador de caixa (1) Coordenador de vendas (1) Farmacêutico (1) Padeiro (1) Camareira (1) Instalador de película em carro (1) Veja outras notícias de Rondônia

Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Daniel Silveira/G1 O Conselho de Administração da Petrobras debateu no início desta semana, por mais de duas horas, a perspectiva de o Brasil sofrer desabastecimento de diesel no segundo semestre deste ano. Segundo conselheiros ouvidos pelo blog, o grupo decidiu voltar a alertar o governo sobre a urgência de um plano para um racionamento emergencial do combustível, que está com alta demanda no mercado internacional, e sugerir à Agência Nacional de Petróleo (ANP) que comande as ações do setor. Veja aqui o documento encaminhado ao presidente Jair Bolsonaro com alerta sobre os riscos de desabastecimento de diesel no Brasil. Ainda segundo relatos desses conselheiros, na reunião, a Petrobras também debateu formas de a empresa ajudar a contornar o impacto no Brasil da escassez mundial do produto, mas o consenso é de que, sozinha, há pouco a fazer. O governo já havia sido alertado pela empresa sobre o risco, independentemente dos preços e reajustes praticados. Serviços prioritários A discussão incluiu, ainda, levar ao Poder Executivo a sugestão de estudar formas de garantir que alguns serviços tenham prioridade em receber diesel, em caso de racionamento, entre os quais: ambulâncias; transporte de grãos; transporte de alimentos. No terceiro trimestre do ano há forte fluxo da safra agrícola a ser escoada para fora do Brasil. É também o momento em que o Brasil terá eleições presidenciais, o que traz mais um desafio para o governo. Bolsonaro Nesta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro tocou no assunto, demonstrando ter conhecimento do desafio que o governo terá para garantir abastecimento do país. Ele afirmou que "pior do que a inflação é o desabastecimento". E disse que o governo trabalha para não haver desabastecimento. A discussão pelo conselho da Petrobras sequer abordou defasagens de preço ou políticas de reajuste que vêm sendo cogitadas pelo governo. As análises que chegaram aos conselheiros afirmam que há ambiente global, causado pelo conflito entre Rússia e Ucrânia, que ampliou muito a demanda pelo diesel. Nesta semana, petroleiros fizeram publicamente um alerta semelhante.
Prazo vai até 31 de maio, e governo espera receber 34,1 milhões de declarações do IR 2022. Faltando 4 dias para o fim do prazo, a Receita Federal ainda aguarda cerca de 5,6 milhões de declarações do Imposto de Renda 2022. Até as 11h desta sexta-feira (27) foram 28.512.666 documentos entregues – cerca de 83% das 34,1 milhões de declarações esperadas este ano. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram O prazo para enviar o documento sem multa termina em 31 de maio. Como fazer uma declaração simples? Veja o passo a passo O que você precisa saber para fazer declaração Tire suas dúvidas sobre documentos, nível 'prata ou ouro', PIX, restituição e todas as mudanças na declaração Imposto de Renda 2022 em vídeos SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022 O programa para fazer a declaração deve ser baixado no site da Receita Federal (clique aqui para acessar). Obrigatoriedade Imposto de Renda 2022: Quem precisa declarar IR? É obrigado a declarar IR em 2022: quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado; contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; quem obteve, em qualquer mês de 2021, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias; quem teve, em 2021, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; quem tinha, até 31 de dezembro de 2021, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2021. Lotes de restituição De acordo com a Receita Federal, serão disponibilizados cinco lotes de restituição neste ano, nos dias: 31 de maio; 30 de junho; 29 de julho; 31 de agosto; e 30 de setembro.
Operação que pode movimentar cerca de R$ 30 bilhões, pelas estimativas do governo. Novas ações devem começar a ser negociadas na B3 em 13 de junho. A Eletrobrás entregou nesta sexta-feira (27) os documentos necessários para realizar a oferta de ações que vai resultar na privatização. Com isso, a empresa lança oficialmente ao mercado uma operação que pode movimentar cerca de R$ 30 bilhões, pelas estimativas do governo. A operação envolverá uma oferta primária (de ações novas) e secundária (de ações já existentes) de ações ordinárias (ações com direito a voto) realizada simultaneamente no Brasil e no exterior. A oferta primária será, inicialmente, de 627.675.340 novas ações. O comunicado diz ainda que a quantidade de ações da oferta inicial poderá ser acrescida de um lote suplementar de até 15% do total das ações, aponta a Reuters. LEIA TAMBÉM: Veja como usar FGTS para comprar ações da Eletrobras Privatização da Eletrobras: veja perguntas e respostas sobre a operação Consequências: para onde vai o dinheiro e qual será o impacto na conta de luz? 'Não serve para reduzir o custo', diz Miriam Leitão sobre privatização da Eletrobras O início do período de reserva será de 3 a 8 de junho (7 de junho para a reserva prioritária), segundo comunicado entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O processo de coleta de intenções de investimento ("bookbuilding") será em 9 de junho, quando será definido o preço por ação. O início das negociações das ações da oferta será em 13 de junho. Com o lançamento oficial da oferta ao mercado, os próximos passos são o "roadshow" de apresentação da oportunidade a investidores e a coleta de intenções de investimento, quando se apura efetivamente a demanda do mercado pela operação e o valor final por ação da oferta. Balanço republicado Na manhã desta sexta-feira, a companhia republicou o seu balanço relativo ao primeiro trimestre para incluir, no parecer do auditor independente, um parágrafo que enfatiza as incertezas decorrentes da decisão de Furnas, subsidiária da Eletrobrpas, de assumir a dívida arbitral de R$ 1,58 bilhão da usina de Santo Antônio Energia (Saesa). A discussão sobre a usina acabou atrasando o lançamento da oferta. Se não houver autorização dos debenturistas para a subscrição do aumento de capital da Saesa, a Eletrobras pode ficar inadimplente. Furnas possuía uma dívida de R$ 7 bilhões no fim de março, enquanto a dívida consolidada da Eletrobrás é de R$ 41,64 bilhões, segundo o Valor Online.
Nesta sexta-feira, o principal índice de ações da bolsa subiu 0,05%, a 111.942 pontos. A semana teve alta de 3,18%. O Ibovespa principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, subiu levemente nesta sexta-feira (27), mas registrou uma nova semana de ganhos (3,18%). O indicador teve alta de 0,05%, a 111.942 pontos. A bolsa renovou a melhor pontuação desde 20 de abril (114.344 pontos). Veja mais cotações. Na quinta-feira, a bolsa fechou em alta de 1,18%, a 111.890 pontos. Com o resultado de hoje, passou a acumular alta de 3,77% no mês, e de 6,79% no ano. As ações da Eletrobrás, que apresentou nesta sexta os documentos para o lançamento de ações de sua privatização, recuaram mais de 1%. LEIA TAMBÉM: Gasolina vai subir? Petrobras não reajusta preço há mais de 70 dias; intervalo é o maior desde 2019 o O que está mexendo com os mercados? No exterior, permaneciam os temores de uma desaceleração econômica global em meio à inflação persistentemente alta, mas reduziam as apostas de elevações de juros agressivas nas grandes economias. A volatilidade no mercado vista nesta semana -- devido a especulações sobre a política monetária -- ficou de lado depois que o Federal Reserve sinalizou que pode fazer uma pausa após aumentar os juros em 0,5 ponto percentual em cada uma de suas próximas duas reuniões. Já o Banco Central Europeu (BCE) disse que deve iniciar seu ciclo de aperto em julho. Wall Street encerrou nesta sexta-feira sua primeira semana em alta em dois meses, antes do feriado do Memorial Day nos Estados Unidos. O Dow Jones subiu 1,77%; o Nasdaq, 3,33%; e o S&P 500, 2,47%. Além disso, os preços do petróleo voltaram a subir enquanto o mercado acompanha a possibilidade de um acordo europeu nas próximas horas para suspender as importações de russos. O preço do barril do Brent para entrega em julho subiu 1,72%, a US$ 119,43, seu nível mais alto desde o começo de março. O WTI para a mesma data teve alta de 0,85%, a 115,07 dólares, máxima em 13 anos. Por aqui, as atenções seguem voltadas para as discussões em torno de medidas para frear a alta dos preços dos combustíveis e nas últimas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou na quinta-feira que vai ouvir os governadores em busca de um “consenso” em torno do projeto aprovado pela Câmara que estabelece um teto para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre energia e combustíveis.

Presidente da Câmara tem defendido privatização da Petrobras, assim como o presidente Jair Bolsonaro. Por decisão do STF, governo só pode vender estatais com aval do Congresso. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) Dida Sampaio/Estadão Conteúdo O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu nesta sexta-feira (27) a privatização da Petrobras ou a adoção de "medidas mais duras". Arthur Lira deu a declaração em entrevista à Rádio Bandeirantes. Ele já defendeu a privatização da empresa em outras ocasiões, principalmente durante a crise que levou à demissão do general Silva e Luna do cargo de presidente da Petrobras, em março, em meio aos frequentes reajustes nos preços dos combustíveis. "Temos informações de que todas as petrolíferas mundiais, privadas ou públicas, têm tido a sensibilidade de abrir mão de parte dos seus lucros abusivos para ou bancar subsídios diretos, ou congelar seus preços, ou fazer algum ato direto para a população", declarou Lira nesta sexta. "A Petrobras no Brasil é um ser vivo independente, que não tem função social, que não tem função estruturante. Nessa esteira, ou a gente privatiza essa empresa, ou toma medidas mais duras. Ela não está cuidando do nome da empresa, porque todo desgaste da Petrobras não vai para a Petrobras, todo o desgaste vai para o governo federal", acrescentou o presidente da Câmara. A privatização, no entanto, ainda que defendida por políticos, só pode ser feita se houver aval do Congresso Nacional, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019. Questionado sobre a viabilidade de aprovar a privatização completa da Petrobras ainda em 2022, Lira afirmou que a "polarização" pode atrapalhar as discussões. "Você imagina num Brasil polarizado e cheio de versões como a gente vive, você votar uma PEC hoje de privatização da Petrobras. Uma privatização completa, eu acho que o tempo talvez seja inadequado, muito pouco [neste ano]", afirmou. Diante disso, Arthur Lira defendeu nesta sexta que seja feita uma mudança, via projeto de lei, para permitir que o governo venda as ações sob controle do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "O governo pode, por um projeto de lei ou numa discussão mais rápida, vender as ações que tem no BNDES, em torno de 14%. Ele [governo] deixaria de ser [acionista] majoritário, ele tiraria das suas costas essa responsabilidade da falta de sensibilidade da Petrobras", disse. Para o presidente da Câmara, o novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, "vem com uma visão diferente". O parlamentar voltou a defender a possibilidade de o governo subsidiar combustíveis a algumas categorias, como caminhoneiros, taxistas e motoristas de aplicativo. Segundo ele, o Congresso "tem cobrado do ministro Paulo Guedes". "Pode ser direto para as categorias porque a gente aqui não precisa, com toda essa questão de teto de gastos e responsabilidade fiscal, talvez não tenhamos espaço para subsídio de todos os combustíveis linearmente para todo mundo", declarou. Miriam Leitão sobre troca no comando da Petrobras: 'Estelionato eleitoral' Política de preços da Petrobras Pré-candidato à reeleição, o presidente Jair Bolsonaro tem pressionado a empresa a não reajustar preços dos combustíveis até a eleição de outubro, como mostrou a colunista do g1 Ana Flor. A Petrobras, no entanto, está submetida ao critério de paridade internacional, política adotada desde 2016, com a chegada de Michel Temer à Presidência. Com isso, o preço dos combustíveis varia de acordo com a cotação do barril de petróleo no mercado internacional e das oscilações do dólar. Blog da Ana Flor: Troca no comando da Petrobras deve levar ao menos 30 dias Trocas no comando da empresa O presidente Jair Bolsonaro também criticado a empresa, afirmando que a Petrobras "não colabora com nada". Nesta semana, por exemplo, Bolsonaro trocou novamente o comando da Petrobras, terceira substituição desde 2019 e a segunda nos últimos 40 dias. A colunista do g1 Ana Flor informou que o Conselho de Administração da empresa decidiu submeter o nome de Caio Paes de Andrade à governança interna da Petrobras, impondo uma derrota a Bolsonaro. Isso porque, na prática, o indicado só deverá assumir o cargo em julho. Ao comentar o assunto, Bolsonaro disse que o conselho decidiu adotar uma "medida protelatória". A colunista do g1 Júlia Duailibi mostrou que um decreto do próprio governo pode atrasar indicações para a Petrobras. Podcast Ouça o episódio do podcast O Assunto sobre "Petrobras e preços: fatos e fakes":

Nesta sexta-feira, moeda norte-americana caiu 0,48%, vendida a R$ 4,7381. Na semana, queda foi de 2,77%. Notas de dólar REUTERS/Dado Ruvic O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (27), marcando o seu terceiro recuo semanal consecutivo, em linha com o enfraquecimento da divisa norte-americana no exterior diante da redução das apostas de aumento muito agressivo nos juros nos Estados Unidos. A moeda norte-americana recuou 0,48%, vendida a R$ 4,7381. Veja mais cotações. Com o resultado desta sexta, acumulou queda de 2,77% na semana e já perde de 4,14% no mês. No ano, tem desvalorização de 15,01% frente ao real. s LEIA TAMBÉM: Comercial x turismo: qual a diferença e por que o turismo é mais caro? O que faz o dólar subir ou cair em relação ao real? Qual o melhor momento para comprar? Dinheiro ou cartão? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens? Entenda o que faz o dólar subir ou descer O que está mexendo com os mercados? No exterior, permaneceram os temores de uma desaceleração econômica global em meio à inflação persistentemente alta, mas reduziam as apostas de elevações de juros agressivas nas grandes economias. A volatilidade no mercado vista nesta semana -- devido a especulações sobre a política monetária -- ficou de lado depois que o Federal Reserve sinalizou que pode fazer uma pausa após aumentar os juros em 0,5 ponto percentual em cada uma de suas próximas duas reuniões. Já o Banco Central Europeu (BCE) disse que deve iniciar seu ciclo de aperto em julho. Por aqui, as atenções seguiram voltadas para as discussões em torno de medidas para frear a alta dos preços dos combustíveis e nas últimas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou na quinta-feira que vai ouvir os governadores em busca de um “consenso” em torno do projeto aprovado pela Câmara que estabelece um teto para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre energia e combustíveis. Sardenberg analisa o projeto que limita o ICMS sobre combustíveis e energia elétrica
Indicador subiu 2,3 pontos na comparação com o mês anterior. A confiança da indústria no Brasil avançou ao maior patamar em cinco meses em maio diante de melhora tanto na percepção sobre o momento atual quanto nas expectativas para os próximos meses, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira (27). Os dados mostraram que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 2,3 pontos na comparação com o mês passado, para 99,7, máxima desde dezembro de 2021 (100,1 pontos). "Houve aumento da satisfação em relação à situação corrente dos negócios, com avaliações bastante favoráveis quanto ao nível atual da demanda externa", explicou o economista do FGV IBRE Aloisio Campelo Jr. em nota. "O Índice de Expectativas cresceu de forma disseminada entre os setores, mas a magnitude da alta foi influenciada pela recuperação expressiva do otimismo entre os produtores de (bens) não duráveis." O Índice de Situação Atual (ISA), que mede o sentimento dos empresários sobre o momento presente do setor industrial, subiu 1,6 ponto em maio, para 100,4 pontos, segundo a FGV. Já o Índice de Expectativas (IE), indicador da percepção sobre os próximos meses, ganhou 3,0 pontos, a 99,0. Ambos retornam ao maior nível desde dezembro de 2021. De acordo com Campelo, a única categoria de uso que registrou aumento do pessimismo em maio foi a de bens duráveis, o que está diretamente relacionado ao aumento gradual dos juros. Dados divulgados no início deste mês pelo IBGE mostraram que produção industrial do Brasil avançou 0,3% em março, segunda alta seguida, mas terminou o primeiro trimestre com perda de força, dando novos sinais de dificuldades de retomada em meio ao aperto das condições financeiras e monetárias, além do aumento de custos.

Primeiro lote será pago a 3,38 milhões de contribuintes, segundo Receita. Pagamento contempla idosos, contribuintes com alguma deficiência e pessoas cuja maior fonte de renda seja o magistério. Consulta da restituição do Imposto de Renda pode ser feita pelo app da Receita Federal. Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Receita Federal vai começar a pagar o primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2022, relativo ao ano-base 2021, na terça-feira (31) – mesmo dia em que se encerra o prazo para entregar a declaração. Mais de 3,38 milhões de contribuintes vão receber R$ 6,3 bilhões ao todo. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram O valor será destinado a contribuintes que têm prioridade legal, sendo : 226.934 idosos acima de 80 anos 2.305.412 entre 60 e 79 anos 149.016 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 702.607 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério Depois disso, a ordem dos pagamentos é feita com base na data da entrega da declaração. Quanto antes a pessoa entregou, mais cedo ela recebe o valor a restituir. Vale lembrar que a data de transmissão considerada pela Receita é a do último envio, em casos de ajustes ou retificações. As consultas podem ser feitas pela página da Receita na internet ou no aplicativo para tablets e smartphones. imposto de Renda 2022: Por que algumas pessoas recebem restituição e outras têm que pagar depois da declaração'? Além de 31 de maio, haverá outros quatro lotes de restituição: 30 de junho 29 de julho 31 de agosto 30 de setembro LEIA TAMBÉM: Como fazer uma declaração simples? Veja o passo a passo O que você precisa saber para fazer declaração Imposto de Renda 2022 em vídeos SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022 O pagamento da restituição é realizado na conta bancária informada na declaração. "Se, por algum motivo, o crédito não for realizado (por exemplo, a conta informada foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 ano no Banco do Brasil", informa o órgão. As restituições de declarações que apresentaram inconsistência e caíram na malha fina serão liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

Relatório da ANP mostra que planta em Paulínia refinou o maior volume de petróleo para o mês desde 2015. Replan, a maior refinaria de petróleo da Petrobras, fica em Paulínia (SP) Júlio César Costa/g1 Maior refinaria da Petrobras, a Replan registrou em abril aumento nas produções de derivados como gasolina, diesel e gás de cozinha (GLP). A alta ocorreu já que a planta em Paulínia (SP) processou o maior volume de petróleo para o mês desde 2015. Dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que a Replan refinou 1.912.038 metros cúbicos (m³), alta de 17,4% na comparação com abril do ano passado. O total só é menor que o registrado em 2015, quando foram processados 1.952.661 m³. Como consequência, a unidade que atende a 30% do território brasileiro expandiu a produção de derivados no período. O volume de gás de cozinha produzido no mês, de 142.754 m³, foi o maior desde 2013. Macacão tipo Fórmula 1, dutos gigantes e fornos de 1.000ºC: veja fotos da maior refinaria do Brasil Do pré-sal às bombas: g1 entrou na maior refinaria de petróleo do Brasil e mostra curiosidades da produção de combustíveis No caso do diesel, produto com maior volume de produção na refinaria de Paulínia, o total de abril (883.687 m³) só ficou abaixo do mesmo mês de 2015. Já quanto a gasolina, os 477.238 m³ representam o melhor resultado para o mês desde 2018. Produção de derivados na Replan Gás de cozinha (GLP) Abril/2022: 142.754 m³ Abril/2021: 123.366 m³ Abril/2020: 70.580 m³ Abril/2019: 99.677 m³ Abril/2018: 105.846 m³ Abril/2017: 104.437 m³ Abril/2016: 109.243 m³ Abril/2015: 123.425 m³ Abril/2014: 125.275 m³ Abril/2013: 146.189 m³ Diesel Abril/2022: 883.687 m³ Abril/2021: 821.494 m³ Abril/2020: 461.392 m³ Abril/2019: 753.179 m³ Abril/2018: 774.284 m³ Abril/2017: 716.802 m³ Abril/2016: 806.850 m³ Abril/2015: 1.055.057 m³ Gasolina Abril/2022: 477.238 m³ Abril/2021: 361.877 m³ Abril/2020: 128.695 m³ Abril/2019: 422.403 m³ Abril/2018: 501.655 m³ Investimento A Petrobras anunciou no início do mês a assinatura de contrato para construção da nova unidade de produção de diesel S-10 na Replan. O investimento será de US$ 458 milhões e a expectativa é pela criação de 6 mil vagas de emprego - 3 mil diretos e outros 3 mil indiretos. A inauguração da planta está prevista para 2025. O contrato foi firmado com o Consórcio Toyo Setal HDT Paulínia, formado pelas empresas TSE e TOYO, e a instalação da nova unidade vai significar uma mudança no refino de diesel na Replan - além de ampliar a produção de querosene de aviação. O diesel tipo S-500, usado em máquinas agrícolas e correspondente a 47% do diesel fabricado atualmente, não será mais produzido. Todo o maquinário tanto da nova planta quanto da que já existe será voltado à produção de diesel S-10, com aumento na produção até 2026. Refinaria da Petrobras replan, em Paulínia (SP) Júlio Cesar Costa/g1 Maior do Brasil Maior refinaria da Petrobras, a Replan tem capacidade para processar 69.000 m³ de petróleo por dia, o equivalente a 434 mil barris, e atende a 30% do território brasileiro. Na planta são produzidos derivados como gasolina, diesel, querosene de aviação, gás liquefeito de petróleo (GLP, o gás de cozinha), óleo combustível, asfalto, propeno e bunker, entre outros. A produção de Paulínia é escoada para os seguintes locais: Interior de São Paulo - recebe a maior parte da produção, 55% Sul de Minas Triângulo Mineiro Mato Grosso Mato Grosso do Sul Rondônia Acre Goiás Brasília (DF) Tocantins VÍDEOS: confira outros destaques da região Veja mais noticias da região no g1 Campinas

Os trabalhadores que deixaram de sacar o abono salarial de ano-base de 2019 ou 2020 ainda podem solicitar o dinheiro. Quem deveria ter feito o saque entre julho de 2019 e junho de 2020 tem uma nova chance. Lis Lopes/G1 Os trabalhadores que esqueceram ou preferiram não sacar o abono salarial PIS/Pasep de ano-base de 2019 ou 2020 ainda podem solicitar o dinheiro. Esse público deveria ter feito o saque entre julho de 2019 e junho de 2020, mas tem uma nova chance até o fim do ano. O prazo para requerer os valores "esquecidos" começaria em fevereiro, mas o governo adiou para a partir do dia 31 de março. Importante destacar que esse lote é diferente do liberado neste ano, referente ao ano-base 2020, cujo calendário de pagamentos começou no dia 8 de fevereiro, com possibilidade de saque até o dia 29 de dezembro. LEIA TAMBÉM ABONO SALARIAL PIS/PASEP: Quem tem direito? Qual valor? Tire suas dúvidas 'DINHEIRO ESQUECIDO EM BANCOS': Maior valor resgatado por cliente de banco foi R$ 1,65 milhão Abono salarial PIS/Pasep: está com dificuldade para consultar? Veja como resolver Como sacar Para fazer o saque do valor "esquecido", o trabalhador precisa, porém, fazer uma requisição formal de reemissão. O pedido pode ser feito: presencialmente com um documento com foto em uma das unidades regionais do Ministério do Trabalho, ou pelo e-mail [email protected], colocando no lugar de "uf" a sigla do estado em que o trabalhador reside Caso a pessoa peça a reemissão, ela terá até dia 29/12 para sacar. E, se não sacar, somente poderá fazê-lo no calendário do próximo ano, pedindo novamente a reemissão. Quem tem direito ao abono 'esquecido'? Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias naquele ano. É preciso que o trabalhador já estivesse inscrito no PIS/Pasep há pelo menos 5 anos naquele ano, e com os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ou eSocial, conforme categoria da empresa. O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e é pago na Caixa Econômica Federal. O Pasep é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil. Como consultar? Os trabalhadores podem consultar se têm direito ao abono salarial por meio do telefone 158, ou do aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Clique aqui para baixar o app para celulares Android Clique aqui para baixar o app para celulares iOS (Apple) Se o trabalhador já tem o aplicativo, é recomendado que ele faça a atualização. Como tirar carteira de trabalho? Fundo PIS-Pasep: 10,6 milhões ainda podem sacar cotas; saiba se você tem direito e o que fazer

Estimativa é que 290 mil servidores atendam os requisitos para a mudança. O texto prevê que quem optar por migrar para o regime terá ainda direito a uma espécie de “compensação” por deixar o regime próprio de aposentadoria. Divulgação Quem é servidor público federal e ingressou na administração pública antes de 4 de fevereiro de 2013 tem uma nova oportunidade de optar pelo Regime de Previdência Complementar (RPC). A Medida Provisória nº 1.119, de 25 de maio de 2022, publicada nesta quinta-feira (26) no Diário Oficial da União, reabre até 30 de novembro de 2022 o prazo para migração do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) para o RPC. Essa é a primeira oportunidade de migração concedida após a promulgação da Emenda Constitucional nº 103/2019, que instituiu alíquotas de contribuição maiores para os servidores do Regime Próprio. Desde que o Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp) foi criado, em 2013, houve três oportunidades de migração para o novo regime. Essa é a quarta. Ao todo 18 mil servidores aderiam. O que muda? A decisão de migração é voluntária para cada servidor, mas a mudança, uma vez efetuada, tem caráter irrevogável e irretratável. Cada servidor deve avaliar sua trajetória profissional, sua remuneração, quanto tempo falta até sua aposentadoria, expectativa de permanência no serviço público e idade para verificar se a migração é vantajosa ou não. Quem faz a opção recebe um benefício equivalente ao teto do Regime Geral de Previdência (INSS), hoje em R$ 7.087,22, e um valor complementar, que vai depender do rendimento das reservas. Além disso, os servidores que migrarem ganham um benefício especial, calculado em cima das contribuições recolhidas acima do teto do INSS. Atualmente, há dois fundos de previdência complementar da União: dos servidores do Executivo, que abrange Legislativo e Tribunal de Contas da União (TCU), e do Judiciário com Ministério Público. Os servidores que ingressaram no serviço público após a criação da aposentadoria complementar já estão enquadrados no novo regime. Como migrar A migração deve ser feita pelo Sistema de Gestão de Pessoas (Sigepe) do governo federal. Acesse o Portal do Servidor e clique em ‘Servidores e Pensionistas’. Após o login no sistema, selecione no menu a opção ‘Previdência’. No mesmo link é possível simular a migração. Também é possível acessar o Sigepe diretamente através deste link. Na área de trabalho do Sigepe, o item de menu “Previdência” deverá ser selecionado e, em seguida, o servidor deverá clicar na opção “Gerenciar Plano” e escolher “Optar por Vinculação ao RPC”. Para esclarecer as informações sobre a adesão à Funpresp, os servidores podem agendar um atendimento virtual ou presencial pelo telefone 0800 282 6794.

Veja onde obter mais informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas. Em maio, o tíquete médio pago do Auxílio Brasil foi de R$ 409. Marcello Casal Jr/Agência Brasil O grupo de beneficiários do Auxílio Brasil que possui o Número de Inscrição Social (NIS) com final 8 recebe, nesta sexta-feira (27), o pagamento da parcela referente a maio. Desde a última quarta-feira (18), quando começaram os pagamentos, as parcelas do auxílio foram liberadas aos beneficiários com NIS com finais de 1 a 7. Os dois grupos restantes, com NIS finais 9 e 0, receberão suas parcelas até o dia 31 de maio. LEIA TAMBÉM: NIS: o que é e como consultar o número Auxílio Brasil X Bolsa Família: veja comparação Perguntas e respostas sobre o programa TUDO SOBRE O AUXÍLIO BRASIL Ao todo, serão pagos R$ 7,3 bilhões a 18,1 milhões de famílias, segundo o Ministério da Cidadania. O número foi um pouco maior do que o pago em abril, quando 18,06 milhões de famílias foram atendidas pelo programa, totalizando recursos de R$ 7,4 bilhões. Em maio, o tíquete médio pago foi de R$ 409. Veja o número de famílias beneficiadas por região: Nordeste: 8,5 milhões Sudeste: 5,2 milhões Norte: 2,1 milhões Sul: 1,2 milhão Centro-Oeste: 937 mil Confira abaixo o calendário de pagamentos da parcela: O benefício é destinado a famílias em situação de extrema pobreza. Famílias em situação de pobreza também podem receber, desde que tenham, entre seus membros, gestantes ou pessoas com menos de 21 anos. As famílias em situação de extrema pobreza são aquelas que possuem renda familiar mensal per capita de até R$ 105. As em situação de pobreza têm renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210. No último dia 4, o Senado aprovou medida provisória (MP) que torna permanente o valor mínimo de R$ 400 para o Auxílio Brasil. Câmara aprova valor mínimo de R$ 400 no Auxílio Brasil Quem recebe Há três possibilidades para recebimento do Auxílio Brasil: Se já tinha o Bolsa Família: Auxílio Brasil será pago automaticamente Se está no CadÚnico, mas não recebia o Bolsa Família: vai para a lista de reserva Se não está no CadÚnico: é preciso buscar um Cras para registro, sem garantia de receber Clique aqui e veja como se inscrever no CadÚnico Como obter informações Por telefone O beneficiário pode ligar no telefone 121, do Ministério da Cidadania, para saber se tem direito ao Auxílio Brasil e o valor que será pago. Também é possível obter informações sobre o benefício na Central de atendimento da Caixa, pelo telefone 111. Por aplicativos No aplicativo Auxílio Brasil (disponível para download gratuitamente para Android e iOS), é possível fazer o login utilizando a senha do Caixa Tem. Caso não tenha, basta efetuar um cadastro. No aplicativo Caixa Tem poderão ser consultadas informações sobre o benefício, como saldo e pagamento de parcelas.

Em abril, apenas 8% das negociações salariais alcançaram resultados acima do INPC. Carteira de trabalho Reprodução/TV Globo Quatro em cada dez reajustes salariais ficaram abaixo da inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de janeiro a abril deste ano, segundo levantamento divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A proporção dos reajustes que ficaram iguais à inflação ficou em 31,6%. Já os resultados acima do índice inflacionário equivalem a 27,6%. Por setores De janeiro a abril, reajustes iguais e acima da inflação foram mais frequentes no comércio, presentes em cerca 67% das negociações analisadas. Em seguida, aparecem as negociações realizadas pelas categorias da indústria – em 64% dos casos, houve reposição da inflação anual. Já os aumentos reais (acima da inflação) foram mais regulares na indústria (29,4% dos casos) do que no comércio (17,1%). O setor de serviços chama atenção pela maior proporção de reajustes tanto abaixo (45,1%) quanto acima (29,8%) do INPC. Por regiões Nos quatro primeiros meses de 2022, a região Sul foi a que apresentou o maior percentual de reajustes iguais e acima da inflação – cerca de 77% dos casos analisados – somente 23,4% das negociações conseguiram reajuste abaixo da inflação. Já o Sudeste teve o maior percentual de ganhos acima da inflação (38,7%) e o segundo menor percentual de reajustes abaixo do INPC (38,3%). Os piores resultados foram encontrados no Centro-Oeste, onde 63,7% dos reajustes ficaram abaixo do INPC-IBGE, 21% acompanharam exatamente a variação do índice inflacionário e apenas 15,3% ficaram acima dele. No Norte, 50,7% dos reajustes ficaram abaixo da inflação, e no Nordeste, o percentual foi de 47,5% – a região teve o segundo menor percentual de aumento acima da inflação entre as demais: 19,2%. Pisos salariais O valor médio dos pisos salariais até abril é de R$ 1.414,77. O maior valor médio pertence ao comércio (R$ 1.481,54), e o menor, à indústria (R$ 1.380,19). Já o de serviços ficou em R$ 1.418. Por regiões, o Sul tem o maior piso salarial médio (R$ 1.536,67), e o Nordeste tem o menor (R$ 1.330,10). O do Sudeste ficou em R$ 1.420; o do Norte em R$ 1.368,09; e o do Centro-Oeste, em R$ 1.362,89. Reajustes em abril A maioria das categorias com data-base em abril conseguiu reajustes iguais ou acima da inflação. Mas, de acordo com levantamento do Dieese, das 163 negociações coletivas analisadas, apenas 8% alcançaram resultados acima do INPC e 46% obtiveram reajustes iguais ao índice, o que totaliza 54% das negociações. Segundo o Dieese, os dados praticamente repetem os da data-base de março, quando 53,7% das negociações conseguiram reajustes iguais ou superiores ao INPC. O mês de abril apresenta a menor proporção de reajustes com ganhos reais (acima da inflação) em 2022 e a segunda menor proporção nas últimas 15 datas-bases analisadas, acima apenas de novembro de 2021. Variação negativa Em abril, a variação real (descontando a inflação) média dos reajustes foi de -0,76%, resultado pior que o das negociações com data-base em março e ligeiramente melhor do que o daquelas com data-base em fevereiro. Em todas as últimas 15 datas-bases pesquisadas, a variação real dos reajustes foi negativa, especialmente em julho de 2021 (-1,94%). “As médias negativas refletem o peso dos resultados abaixo do INPC-IBGE, que superam em grandeza os ganhos dos reajustes acima do índice inflacionário. Os reajustes abaixo do INPC-IBGE de abril foram, em média, equivalentes a apenas 83% do valor necessário para a recomposição plena dos salários”, informa o Dieese. Reajuste necessário Em função de o INPC ter ficado em 1,04% em abril, o reajuste necessário para as negociações com data-base em maio ficou em 12,47%, segundo o Dieese – é o maior valor desde que começou o boletim, em fevereiro de 2021. O percentual passou dos 10% a partir de setembro de 2021. A título de comparação, em fevereiro de 2021, o percentual era de 5,53%.

Pagamentos estão sendo realizados junto com os benefícios referentes a maio, de 25 de maio a 7 de junho. Mais de 31 milhões de segurados já receberam a primeira parcela adiantada do 13º. Marcelo Camargo/Agência Brasil O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) paga, nesta sexta-feira (27), a segunda parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas que recebem 1 salário mínimo e possuem NIS final 3. Os segurados que recebem 1 salário mínimo e possuem o NIS com finais 1 e 2 já tiveram os recursos liberados liberados na quarta e na quinta-feira. NIS: o que é e como consultar o número Para os demais aposentados e pensionistas, os pagamentos serão feitos de forma escalonada, até 7 de junho, junto com os benefícios referentes a maio. Confira abaixo os calendários de pagamento: 13º do INSS - 1 salário mínimo Economia g1 13º do INSS - para quem recebe acima de 1 salário mínimo Economia g1 De acordo com o INSS, mais de 31 milhões de segurados receberam a primeira parcela, que foi paga no final de abril e início de maio. Antecipação do 13º O decreto com a antecipação do benefício foi assinado em março. Este é o 3º ano seguido em que os segurados do INSS recebem o 13º antes das datas tradicionais, em agosto e dezembro. O valor da segunda parcela corresponde a metade do valor do beneficio mensal. Desta parcela, no entanto, será descontado o Imposto de Renda para os trabalhadores que têm que pagar o tributo. Confira abaixo os calendários de pagamento dos benefícios. Eles levam em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço. Quem recebe Atualmente, são mais de 36 milhões de pessoas com direitos a benefícios do INSS no país – mais de 60% recebem um salário mínimo. LEIA TAMBÉM: Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 10,16%; teto sobe para R$ 7.087 Veja calendário de benefícios Prova de vida do INSS tem novas regras; veja tira dúvidas Para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. Já os aposentados e pensionistas que recebem benefícios acima do salário mínimo tiveram reajuste de 10,16% na remuneração — o teto dos benefícios do INSS passou de R$ 6.433,57 para R$ 7.087,22. INSS começa a pagar segunda parcela do 13º salário nesta quarta Como consultar os benefícios Uma maneira simples de fazer a consulta dos benefícios do INSS é através da central de atendimento por telefone, no número 135. Ao ligar, informe o número do CPF e confirme algumas informações cadastrais, de forma a evitar fraudes. O atendimento está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h; O segurado pode acessar o site Meu INSS, que reúne diversos serviços digitais do INSS. Após fazer o login, na tela inicial, clique no serviço de "Extrato de Pagamento" e você terá acesso ao seu extrato e todos os detalhes sobre o pagamento do benefício; A consulta do benefício também pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS, disponível para download para Android e iOS. Assim como no acesso pelo site, de início, é necessário fazer o login, e então, todos os serviços disponíveis e histórico das informações do beneficiário serão listados.
Programa foi criado durante a pandemia e disponibiliza empréstimos para micro e pequenas empresas. Com as novas regras, MEIs e empresas de médio porte também terão acesso ao crédito. O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na quarta-feira (25), um projeto de lei que altera algumas regras do Pronampe, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O programa, criado em maio de 2020 para ajudar empresários durante a pandemia, se tornou permanente em junho de 2021. Agora, ele é adaptado e, entre as principais mudanças, inclui Microempreendedores Individuais (MEIs) e empresas de médio porte. Empréstimo pode ajudar pequenos empresários, mas precisa ser bem planejado; veja dicas A medida permite que os recursos que já estão no Fundo de Garantia de Operações (FGO) e que não foram usados até 31 de dezembro de 2021 possam ser utilizados para garantir novas operações de crédito e não precisem ser devolvidos à União, como determina a legislação atual. "Isso é muito bom porque há um retorno desses recursos, ou seja, com a liquidação de parcelas ou mesmo com o saldo não utilizado em garantias de operações, o dinheiro pode ser reutilizado em novas operações até dezembro de 2024. Esses recursos chegam em um momento muito bom, de retomada, mas também de aumento da inadimplência", explica Carlos Melles, presidente do Sebrae. Governo Federal aumenta o limite para empresas contratarem empréstimos do Pronampe Entenda como o programa funciona e quais são as novas regras: O que é o Pronampe? O Pronampe é um programa que disponibiliza empréstimos para pequenas empresas com juros mais baixos e prazo maior para começar a pagar. Ele foi criado para ajudar empresários a enfrentar a crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus. Quais as mudanças com as novas regras? Agora, MEIs podem participar do programa e ter acesso a esse crédito. Antes, esse grupo de empresários não era contemplado; Empresas com receita bruta anual de até R$ 300 milhões também passam a poder participar do Pronampe. Anteriormente, apenas empresas com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões poderiam aderir às linhas de financiamento; O projeto prevê a concessão de crédito garantida pelo FGO até o fim de 2024, a lei atual só previa até o fim de 2021; Empresas contempladas com empréstimos do programa podem demitir funcionários, o que não era permitido pelas regas anteriores; Os agentes financeiros do Pronampe não têm mais a exigência de apresentar certidões de regularidade fiscal, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e outras que poderiam restringir o acesso ao Programa Emergencial de Acesso a Crédito na Modalidade de Garantia (Peac-FGI) e ao Programa de Estímulo ao Crédito (PEC). Quem pode ter acesso ao empréstimo? Microempreendedores Individuais (MEIs); Microempresas com faturamento de até R$ 360 mil por ano; Pequenas empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões; Empresas de médio porte com faturamento até R$ 300 milhões. Quanto já foi disponibilizado pelo programa? Em 2020, o programa concedeu mais de R$ 37,5 bilhões em empréstimos para cerca de 517 mil empreendedores. Em 2021, o montante chegou a R$ 24,9 bilhões para quase 334 mil empresas. Agora, o governo estima que R$ 50 bilhões possam ser emprestados para os pequenos negócios até 2024. Quais são as regras? A empresa pode pegar empréstimos de até 30% da receita bruta anual registrada em 2019; Para novos negócios, com menos de um ano de funcionamento, o limite do financiamento é de até metade do capital social ou de 30% da média do faturamento mensal; Cada empréstimo tem a garantia, pela União, de até 85% dos recursos. Todas as instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central podem operar a linha de crédito; A empresa que optar pelo financiamento precisa manter o número de empregados por até 60 dias após a tomada do crédito. Como é feito o pagamento? O valor poderá ser dividido em até 48 parcelas. A taxa de juros anual máxima será igual à taxa Selic (atualmente em 12,75% ao ano), acrescida de 6%. Em 2020, esse acréscimo era de até 1,25%. O prazo para começar a pagar o empréstimo aumentou para 11 meses. Nas rodadas de 2020, o programa tinha prazo de carência de oito meses. Para que tipo de operação o crédito pode ser usado? O dinheiro pode ser usado para investimentos, como adquirir equipamentos ou realizar reformas, e para despesas operacionais, como salário dos funcionários, pagamento de contas e compra de mercadorias. É proibido o uso dos recursos para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio. Quais as vantagens do Pronampe? O programa é uma oportunidade de oferecer crédito para pequenos empreendedores que não tenham histórico ou nenhuma garantia a oferecer para o banco, na medida em que ele avaliza o pequeno negócio, de acordo com Melles. "O Pronampe tem esse poder de garantir o acesso através da garantia do aval. É importante que o empreendedor procure um banco de relacionamento que tenha convênio com o programa e a boa notícia é que muitas instituições financeiras estão credenciadas para isso", afirma o presidente do Sebrae.

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de Trabalho Divulgação Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (27) em Petrolina, Araripina e Salgueiro no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas Disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas Disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Levantamento da Conab analisou os preços da banana, laranja, maçã, mamão e melancia. Mamão teve maiores altas, de até 242% em Brasília. Programa 'Nossa Feira' vende frutas, legumes e verduras a R$ 2,99 o quilo durante o mês de abril, em Curitiba Luiz Costa/SMCS Cinco frutas populares apresentaram alta de até 242% de 2020 para 2022 nas Ceasas das capitais, apontou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A análise considerou o preço do quilo da banana, laranja, maçã, mamão e melancia. Na Ceagesp, em São Paulo, a banana saltou de R$ 2,31 em abril de 2020 para R$ 3,06 dois anos depois, uma alta de 32%. Em outros locais, o aumento foi ainda maior. Em Brasília, o valor da fruta partiu de R$ 3,23 para R$ 5,67, um crescimento de 75%. Também em Brasília, a laranja encareceu, alcançando 59% de aumento. O preço da fruta foi de R$ 1,59 para R$ 2,54. Alta parecida em Curitiba, que foi de 54%. Os consumidores que desembolsavam R$1,59 pelo quilo da fruta, começaram a pagar R$ 2,45. Na capital paulista, o crescimento foi de 46%, com o preço saltando de R$ 1,67 para R$ 2,44. Já a maçã se elevou 43% em Belo Horizonte, partindo de R$ 3,69 para R$ 5,29. Em outras capitais, como São Paulo, Goiânia e Vitória, a alta ficou na casa dos 30%. Leia também: Mudanças climáticas no Brasil podem transformar café e laranja em produtos de luxo no mundo Fruta não precisa ser luxo; veja como encontrar mais em conta O mamão teve altas mais expressivas que as demais frutas. Em Brasília, ele subiu 242%. Em 2020, o quilo do cultivo custava R$ 2,30. Em 2022, o valor passou a ser R$ 7,88. De mesmo modo, no Rio de Janeiro, a elevação foi de 178%, subindo de R$ 1,86 para R$ 5,18. Por fim, a melancia teve alta de 40% na capital paulista. Em 2020 ela custava R$ 1,07 e, em 2022, o consumidor deve desembolsar R$ 1,50 pelo quilo. Contudo, também aconteceram quedas e algumas frutas tiveram estabilidade em determinadas capitais. A laranja, por exemplo, em Goiânia, durante os dois anos, variou apenas R$ 0,03, passando de R$ 1, 77 para R$ 1,74. Já a maçã, em Recife, caiu de R$ 5,52 para R$ 5,36. Da ciência à lavoura: o agro é feito pelas pessoas do campo
Projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados na quarta-feira (25) com o aval do governo Jair Bolsonaro. Agora, ele segue para o Senado. O secretário de Fazenda de São Paulo, Felipe Salto, estimou nesta quinta-feira (26) que o estado deve perder R$ 8,6 bilhões em termos anuais se o projeto que limita a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, energia, gás natural, comunicações e transportes coletivos for aprovado. O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados na quarta-feira (25) com o aval do governo Jair Bolsonaro. Agora, ele segue para o Senado. Pelo texto, esses itens passam a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que proíbe estados cobrarem taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia entre 17% e 18%. Hoje, cada estado define a sua própria alíquota. Câmara aprova projeto que limita cobrança de ICMS para combustíveis e energia elétrica Desde o ano passado, o presidente Jair Bolsonaro e os governos estaduais vêm travando um debate público sobre a cobrança do ICMS. Pressionado por uma inflação de dois dígitos e mirando a sua reeleição, Bolsonaro já disse repetidas vezes que a cobrança do tributo dificulta uma queda no valor da energia elétrica e dos combustíveis, embora o imposto represente apenas uma parte do preço pago pelo consumidor. Com disparada do preço de energia e combustível, ICMS entra na mira de União e Congresso Nacional; entenda "Os estados estão sendo atacados em diversas frente", disse Salto. "É uma narrativa, uma fake news, que o culpa o ICMS pelo aumento do combustível, quando não houve mudança nenhuma (no tributo)", acrescentou. No impacto estimado para todos os estados e o Distrito Federal, a perda anual pode chegar a R$ 64 bilhões num cenário otimista, segundo Salto. Num cenário pessimista, alcançaria R$ 83 bilhões. Na bomba, de acordo com o secretário de Fazenda, a expectativa é a de que, se o projeto for aprovado, pode haver uma queda inicial de 10 a 12 centavos do litro num cenário de preços como atual. "Mas se o preço do petróleo continuar aumentando, isso vai ser anulado rapidamente", disse Salto.

É o maior reajuste já aprovado, segundo a série histórica da agência, iniciada em 2000. Planos de saúde: reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação TJPE/Divulgação Após um inédito reajuste negativo no ano passado, os planos de saúde individuais ou familiares poderão subir até 15,5% este ano. O percentual máximo de reajuste que poderá ser aplicado às mensalidades foi fixado nesta quinta-feira (26) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (27). É o maior percentual de reajuste já aprovado pela agência. O maior até então havia sido de 13,57%, em 2016, de acordo com os dados da série histórica da ANS, iniciada em 2000 (veja mais abaixo o histórico dos reajustes). O reajuste será aplicado aos planos médico-hospitalares com aniversário no período de maio de 2022 a abril de 2023, contratados a partir de janeiro de 1999 ou que foram adaptados à nova legislação (Lei nº 9.656/98). O reajuste anual é calculado com base nas variações das despesas com atendimento aos beneficiários, intensidade de utilização dos planos pelos clientes e inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2021, foi determinado um reajuste negativo de -8,19% nos planos de saúde individuais em razão da queda provocada pela pandemia no uso de serviços médicos, com adiamento de procedimentos como cirurgias e exames. Para a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), a oscilação de 2021 para baixo e de 2022 para cima são efeitos dessa transferência das despesas médicas por conta do período de isolamento para o combate da pandemia. “O que aconteceu esse ano foi uma comparação partindo de base baixa, agravado pelos procedimentos represados pela Covid de 2020 para 2021”, diz Renato Casarotti, presidente da Abramge. “Olhando para o biênio de pandemia, é como se tivéssemos dois reajustes de aproximadamente 3%”, afirma. Histórico de reajustes Críticas Em nota, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) criticou o reajuste aprovado pela ANS. Segundo a entidade, a decisão "vem em um momento de intensa dificuldade econômica, com o aumento dos preços de alimentos, serviços e do custo de vida em geral da população. Com o bolso mais vazio, as pessoas se veem em um cenário preocupante de endividamento e, sobretudo, de vulnerabilidade". “Causa espanto um percentual tão elevado, considerando que nos últimos anos os lucros aumentaram, com entrada de consumidores no mercado durante a pandemia. A questão é que essa metodologia foi pensada para situações de normalidade sanitária. O comportamento dos custos na pandemia foi extremamente atípico, o que demandaria uma reavaliação do reajuste deste ano”, afirma em nota Ana Carolina Navarrete, coordenadora do Programa de Saúde do Idec. Para Rafael Robba, advogado especialista em direito à saúde do escritório Vilhena Silva Advogados, o índice de reajuste "não é razoável no atual momento econômico que estamos enfrentando, com a inflação derretendo o poder de compra das famílias". "Embora seja aplicado a uma parcela inferior a 20% do total de usuários de planos de saúde, o índice aprovado funciona como um ponto de partida para os reajustes dos planos coletivos empresariais e por adesão, que nunca foram inferiores aos da ANS. Infelizmente, poderemos ver muitas pessoas deixando os convênios médicos e enfrentando dificuldades para conseguir um novo produto no mercado", completa. Estimativas A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) estimava que o percentual de reajuste ficaria "próximo a 15,8%". Já a Federação Nacional de Saúde Suplementar projetava "reajuste de 15,7% neste ciclo". "O aumento de itens diversos, como o preço de medicamentos e insumos médicos, a forte retomada dos procedimentos eletivos, o impacto de tratamentos de Covid longa e a incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde, como medicamentos e procedimentos, impactam diretamente no reajuste", afirma a FenaSaúde. Segundo a Abramge, a retomada dos atendimentos adiados no ano anterior e a segunda onda da Covid-19, "muito maior do que a primeira", pesaram no custo das despesas médico-hospitalares em 2021. "Outros fatores que impactaram foram a inflação mundial de insumos (materiais, equipamentos e medicamentos) e a alta exponencial do dólar, moeda atrelada a grande parte dos insumos médico-hospitalares utilizados no Brasil", destacou a entidade, acrescentando que os planos de saúde foram o único setor regulado com reajuste negativo em 2021. Importante destacar que apenas o reajuste dos planos de saúde individuais é definido pela ANS. Nos planos de saúde coletivos (empresarial ou por adesão), os aumentos são estabelecidos diretamente pelas operadoras. A partir de quando o reajuste passa a valer? Após o cálculo e a definição do índice pela ANS, o reajuste será aplicado pelas operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês de contratação do plano. A base anual de incidência é de maio até abril do ano seguinte. Isso significa que o teto máximo de aumento poderá ser usado como referência até abril de 2023 . Planos individuais x planos coletivos Os planos de saúde individuais são a minoria no mercado e a oferta tem diminuído. Em março deste ano, havia 49,1 milhões de beneficiários de planos de saúde no país, contra 47,6 milhões em fevereiro de 2021. Já o número de clientes de planos individuais é de cerca de 8 milhões, ou 16,3% do total. Nos planos coletivos, os reajustes já vem ocorrendo, uma vez que não dependem de autorização da ANS. Em 2021, o reajuste médio foi de 5,55% para os contratos com 30 vidas ou mais, e de 9,84% para os contratos com até 29 vidas, de acordo levantamento da ANS com dados até maio do ano passado. Os planos coletivos costumam ser comercializados com um custo de mensalidade menor. O Idec alerta, porém, que migrar de um plano individual para um coletivo pode não ser vantajoso ao longo dos anos. "O plano coletivo tem menos proteção que plano individual: uma é o teto, que produz reajustes mais baixos, e outra outra é proteção contra cancelamento imotivado. No plano individual, a operadora só pode cancelar em caso de fraude ou não pagamento", destaca a coordenadora do instituto. A ANS mantém um guia na sua página na internet, onde o consumidor pode pesquisar todos os planos de saúde comercializados no país.

Presidente decidiu trocar de novo o chefe da empresa. Conselho resolveu submeter nome de Paes de Andrade à governança interna, o que, segundo blog, é derrota para Bolsonaro. O presidente Jair Bolsonaro Amanda Perobelli/Reuters O presidente Jair Bolsonaro chamou nesta quinta-feira (26) de "medida protelatória" a decisão do Conselho de Administração da Petrobras de submeter o nome de Caio Paes de Andrade à governança interna. Atualmente assessor do ministro Paulo Guedes (Economia), Caio Paes de Andrade foi indicado por Bolsonaro para assumir a presidência da empresa no lugar de José Mauro Ferreira Coelho, que chefia a Petrobras desde o mês passado. Esta foi a terceira troca na presidência da companhia no governo Bolsonaro. A indicação precisa ser aprovada pelo Conselho de Administração da Petrobras, no qual o governo tem maioria por ser o acionista majoritário da empresa. A colunista do g1 Ana Flor informou que o envio da indicação para a governança interna representa derrota para Bolsonaro. "Jamais, da minha parte, penso em interferir na Petrobras. Isso [decisão do conselho], para mim, é medida protelatória. [...] Eu sou acionista majoritário e tenho direito, via Ministério das Minas e Energia, de propor mudança não só do conselho, como da diretoria e do próprio presidente", disse Bolsonaro nesta quinta-feira em uma entrevista coletiva. Julia Duailibi: Decreto do próprio governo atrasa indicações para Petrobras Questionado, então, se a mudança no comando da Petrobras precisa ser feita "o mais rápido possível", Bolsonaro disse que, se os atuais gestores permanecerem, "eles podem ter uma política de continuísmo do que vinha acontecendo lá". Pré-candidato à reeleição, Bolsonaro pressiona a empresa a não reajustar preços dos combustíveis até a eleição de outubro . A Petrobras, no entanto, está submetida ao critério de paridade internacional, política adotada desde 2016, com a chegada de Michel Temer à Presidência. Com isso, o preço dos combustíveis varia de acordo com a cotação do barril de petróleo no mercado internacional e das oscilações do dólar. Miriam Leitão sobre troca no comando da Petrobras: 'Estelionato eleitoral' Conselho da Petrobras Além de enviar o nome de Paes de Andrade para a área de governança interna, o Conselho de Administração da Petrobras também pediu ao governo que envie os nomes dos oito novos indicados para ocupar assentos no colegiado. Nota divulgada pela Petrobras indica que a assembleia-geral extraordinária só será convocada quando esses currículos forem avaliados e aprovados. O Blog da Ana Flor informou que, portanto, Paes de Andrade não deve ter condições de assumir o cargo antes de julho. Podcast Ouça o episódio do podcast O Assunto sobre "Petrobras e preços: fatos e fakes":

Com 216 milhões de computadores em uso, o Brasil caminha para ter um dispositivo por habitante ainda este ano, segundo estudo da FGV. Linha de produção de computadores em fábrica em Itu, interior de São Paulo. Alessandro Couto/Divulgação/Lenovo Após ter vendido 14 milhões de computadores no ano passado, uma alta de 27% sobre 2020, os fabricantes devem esperar um avanço menos acelerado em 2022. A projeção da Fundação Getulio Vargas é de alta de 10% nas vendas de computadores em 2022, considerando desktops, notebooks e tablets. Para Fernando S. Meirelles, professor titular de TI e fundador da FGVcia, a escassez de componentes gerada desde o início da pandemia não teve um impacto significativo sobre as vendas de computadores no ano passado. “Se tivéssemos mais componentes talvez as vendas pudessem ter alcançado 14,5 milhões de computadores, mas não teríamos chegado a 16 milhões”, disse, nesta quinta-feira (26), ao apresentar os resultados do estudo. Guia de compras: Qual notebook comprar? G1 testa seis opções para estudar e trabalhar Com 216 milhões de computadores em uso, o país caminha para ter um dispositivo por habitante ainda este ano, prevê o estudo. Os dados fazem parte da 33ª Pesquisa do Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas elaborada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGVcia). O estudo contabilizou 242 milhões de smartphones em uso no país, o que representa 1,1 aparelho por habitante, ou 113% da população. Neste sentido, o Brasil está acima da média mundial de 91% da população, mas ainda abaixo dos 136% registrados nos Estados Unidos. Para cada televisor foram vendidos 3,1 smartphones no mercado brasileiro, no ano passado. A média caiu em relação aos quatro aparelhos vendidos para cada TV, na pesquisa feita um ano antes.