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Economista da PUC cita efeito da Covid-19 e prevê impactos maiores para o setor na retomada pós-pandemia. Venda de carros novos tem queda em Campinas durante a quarentena contra o coronavírus. Fábio Tito/G1 A venda de carros novos em Campinas (SP) caiu 32% em março na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da associação das concessionárias, a Fenabrave. Os números foram afetados pela crise do novo coronavírus, que provocou cenário de incertezas no início do mês, com o avanço da epidemia, culminando com o fechamento de pontos de venda com o decreto de quarentena. O balanço da Fenabrave mostra que foram vendidas 1.248 unidades de carros de passeio, contra 1.852 em março de 2019. No trimestre, o balanço de 2020 também é negativo: queda de 15,8% nos novos emplacamentos. O economista Paulo Oliveira, do Observatório PUC-Campinas, destaca que os indicadores são graves para a economia regional. "O setor automobilístico tem participação importante na atividade econômica da Região Metropolitana de Campinas, e já estava em nível reduzido de atividade pela crise na Argentina", pontua. O professor explica ainda que o setor deve sentir o impacto por mais tempo após o fim da crise do coronavírus. "Com o cenário de incerteza, o consumidor não tem incentivos para comprar bens duráveis, como automóveis. Esse tipo de produto demora um pouco mais para responder à retomada." Outros veículos A maior volume de queda nas vendas de veículos em Campinas foi entre os automóveis de passeio, mas o relatório mensal da Fenabrave mostra reflexos da crise que em todos os itens analisados no período na comparação com março de 2019. Entre os comerciais leves, a redução foi de 27,9%; o emplacamento de caminhões novos caiu 39,6%; já na venda de motos, a queda foi de 8,1%. Venda de veículos novos em Campinas Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Chuva ajudou a recuperar o volume dos 81 reservatórios do estado, que operavam com 10% de sua capacidade em janeiro, e agora trabalham com 36% Chuvas animam produtores do sertão de Pernambuco Começou a temporada de chuvas no sertão nordestino. Em Pernambuco, apesar de alguns estragos, o aguaceiro trouxe esperança para os agricultores. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A chuva ajudou a recuperar o volume dos 81 reservatórios do estado, que operavam com 10% de sua capacidade em janeiro, e agora trabalham com 36% e 9 barragens atingiram a cota máxima. Em março choveu 42% acima da média esperada para todo o semiárido. e essa realidade mostra um outro lado: o do agricultor que plantou em tempo e espera colher com fartura. Em Caruaru, no agreste pernambucano, os agricultores estão felizes da vida. "Muita alegria, muita coragem para trabalhar, vamos esperar chuva, que é para gente plantar milho, feijão, que é para colher maduro, se Deus quiser”, diz o agricultor Manoel José da Silva. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
Empresas adotaram medidas para evitar o contágio da doença. Segundo o setor, as exportações para a China estão conseguindo manter o negócio rentável. Coronavírus muda rotina de agroindústrias e vendas internas caem Com a pandemia do coronavírus, o trabalho em grandes cooperativas e frigoríficos mudou bastante. Um exemplo está em uma agroindústria de abate de suínos e aves no oeste do Paraná. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A cooperativa localizada em Cascavel, uma das maiores do país, implementou diversos cuidados para evitar a expansão da doença. A movimentação de trabalhadores dos frigoríficos está diferente, dos 3 mil funcionários, 400 deixaram de trabalhar por fazer parte do grupo de risco da Covid-19 e estão cumprindo quarentena. Vendas menores Por outro lado, a venda de carne suína e de frango para o mercado interno caiu em torno de 20% em março, impacto da pandemia. É que com restaurantes, bares e hotéis fechados, a procura é menor. Quanto às exportações, o volume para Europa e parte da ásia reduziu 20% de janeiro a março, se comparado com os primeiros três meses do ano passado. Mas o aumento de 20% nas vendas para a china e a valorização do dólar no ano equilibram o setor. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
Para pecuaristas, cenário de valorização deve continuar nas próximas semanas. Preço da arroba do boi gordo sobre no interior de São Paulo O preço da arroba do boi gordo voltou a ultrapassar os R$ 200 no interior de São Paulo. A alta, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea), vários fatores influenciaram para que o valor chegasse a esse patamar, o principal foi o dólar. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Quem está acostumado com o sobe e desce do mercado acredita que no atual cenário o preço da arroba não deve cair. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
Acompanhamento médico e limpeza são algumas das atitudes tomadas para evitar paralisações no trabalho de um serviço essencial do país. Rota de saída do agronegócio, portos aumentam o monitoramento para evitar o coronavírus A pandemia do novo coronavírus chegou ao Brasil no auge do escoamento da safra recorde de grãos, onde boa parte segue para exportação. Assista a todos os vídeos do Globo Rural No porto de Paranaguá, no Paraná, uma das principais portas de saída da soja brasileira, todo o cuidado é pouco para evitar a Covid-19. E para não prejudicar a movimentação no porto, em um período tão importante, foi preciso tomar algumas medidas. Além dos banheiros químicos higienizados frequentemente, foram montadas tendas com médicos e enfermeiros, que fazem uma triagem. Os cuidados já começam no pátio. cada caminhoneiro que chega passa por uma avaliação de saúde, algo que era inédito. “O atendimento médico é exatamente para a identificação de pacientes suspeitos de infecção. E daí tomar as devidas condutas, como encaminhamento de quem está com suspeita”, explica o médico Angelo Bortolli. Monitoramento dos navios Nos navios, os cuidados também aumentaram. Agora, quem entra na embarcação precisa usar a máscara e preencher um formulário médico. O diretor da associação que representa os terminais do porto diz que em tempos de crise é preciso se reinventar. Afinal, se a agricultura brasileira não para, o porto também não pode parar. Exportações Os produtos agrícolas representam 91% noventa e um por cento de tudo que é exportado no porto de Paranaguá, com destaque para a soja. Atualmente, a soja que sai de lá vai para 13 países, e o principal destino é a China. Com a safra recorde no país, o movimento de caminhões aumentou quase 60% por cento, em relação ao mesmo período do ano passado. Veja notícias do Agronegócio no G1
Chuvas que atrasaram o plantio não afetou a produtividade das lavouras. Produtores de soja comemoram colheita cheia e bons preços A safra de soja deste ano será recorde e entre os agricultores de Goiás o clima é de otimismo com a atividade. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O trabalho nas lavouras do estado vai chegando ao fim. Algumas poucas áreas ainda têm soja para colher. Nesta safra foram plantados 3,54 milhões hectares do grão. Por causa do excesso de chuva em novembro do ano passado, houve atraso no início do plantio da soja em Goiás, e a colheita só está terminando agora. Mesmo assim, a produtividade foi maior. Além disso, outra boa notícia é que muitos agricultores já negociaram suas produções, aproveitando o dólar em alta. Apesar dos bons resultados no campo, a rotina de alguns produtores teve que mudar por causa do novo coronavírus, como evitar o contato social e ir à cidade. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja notícias do Agronegócio no G1
Publicações auxiliam produtores de aves, suínos e café. Saiba como se prevenir do novo coronavírus no campo Mesmo com a crise provocada pelo novo coronavírus, o agronegócio brasileiros não pode parar. Porém, todo cuidado é pouco. Para ajudar os produtores que acompanham o Globo Rural, separamos três cartilhas. Duas delas são da Embrapa suínos e aves: uma voltada para o produtor de porcos e outra para os avicultores. as cartilhas trazem orientações para que os criadores se previnam do coronavírus em suas granjas. Para fazer o download dos cuidados para criadores de suínos, clique aqui. Para baixar as dicas para os avicultores, clique aqui. A terceira, da Secretaria de Agricultura do Espírito Santo, é voltada para o cafeicultor. O livreto traz dicas para colher e transportar o café evitando o contágio. Para baixar, clique aqui.
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Coronavírus: Equipe do PEGN conta a rotina de trabalhar em casa CONSULTORA ROBERTA VASCONCELOS ESPECIALISTA EM TRABALHO REMOTO BEER OR COFFEE www.beerorcoffee.com Veja a reportagem: Pequenos empresários ajudam na montagem de hospitais de campanha Agência Rodeio Telefone: (19) 98325-0000 Hospital Campanha de Guarulhos Av. Odair Santaneli, 101 - Parque Cecap Guarulhos/SP - CEP: 07190-050 Instituto Medizin de Saúde Rod SP 332, S/N - Km 152 SLJ Sala 3 Jardim Blumenau Artur Nogueira/SP - CEP:13160-000 Telefone: (11) 5566-4454 Veja a reportagem: Saiba como organizar as finanças da empresa durante a crise do novo coronavírus Sinapse Finance Rua Paes Leme, 136 - Pinheiros São Paulo / SP - CEP: 05424-010 Telefone: (11) 94599-8767 www.sinapse.finance FONELAND Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1827 Shopping Vitrine - Jardim Paulistano São Paulo/SP - CEP 01452-001 Telefone/WhatsApp: (11) 99614-8914 www.foneland.com.br Instagram: www.instagram.com/foneland_fones Email: [email protected] Veja a reportagem: Pequenos empresários precisam se reinventar para superar crise Desenvolve SP - O Banco do Empreendedor Rua da Consolação, 371 – República São Paulo/ SP CEP - 01301-000 Telefone: (11) 3123-0464 E-mail: [email protected] www.desenvolvesp.com.br Fanpage: www.facebook.com/agenciadesenvolvesp FGVcenn - Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios https://eaesp.fgv.br/centros/centro-empreendedorismo-e-negocios-fgv-eaesp Fanpage: https://www.facebook.com/FGVcenn/ Chocolat du Jour Telefone / WhatsApp: (11) 3168-2720 Instagram: @chocolatdujour Facebook: www.facebook/chocolatdujour Email:[email protected] Veja a reportagem: Casal de empresários se adaptam para vender ovos de Páscoa em meio à crise FELICIDADE É BRIGADEIRO Whatsapp: (11) 98463-3684 Facebook: @bikefelicidadeebrigadeiro Instagram: @bikefelicidadeebrigadeiro Veja a reportagem: Com shoppings fechados, lojistas negociam para manter os negócios ALSHOP - Associação Brasileira de Lojistas de Shopping Telefone: (11) 4871-3960 E-mail: [email protected] www.alshop.com.br ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers Telefone: (11) 3506-8300 www.abrasce.com.br ABF - Associação Brasileira de Franchising Avenida das Nações Unidas, 10.989 - 9º andar Conj. 92 - Vila Olímpia São Paulo - SP / CEP: 05425-070 Telefone: (11) 3020-8800 E-mail: [email protected] www.abf.com.br Facebook: @abfoficial Instagram: @abfoficial SLICE CREAM Facebook: @slicecreamoficial Instagram: @slicecream_oficial www.slicecream.com.br
Veja o que os lojistas estão fazendo para reduzir custos e garantir o emprego dos funcionários. Com shoppings fechados, lojistas negociam para manter os negócios Mais de três milhões de brasileiros trabalham em shopping centers. Além da manutenção dos empregos, há outra preocupação: a sobrevivência dos negócios com o fechamento das lojas. Ao todo, são 577 shoppings brasileiros com as portas fechadas. Eles abrigam mais de 110 mil lojas. Só poucos serviços essenciais estão abertos, como farmácias, supermercados e laboratórios. “Setenta por cento das lojas são de pequenos empresários, em situação difícil, corremos perigo de ter muitas fechadas”, afirma o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun. “Abertura e fechamento shopping é complexo, é um transatlântico, não é lanchinha. Nosso desejo é abrir rápido, mas com responsabilidade e ajudando o país e negócios a crescerem e não causar caos”, diz Glauco Humai, presidente da Abrasce. As duas associações não têm poder de decisão, mas vão orientar os shoppings sobre a cobrança de taxas nesse período. Uma das opções é o fundo de promoção. Os shoppings estão reduzindo ou isentando o lojista desse pagamento. As associações também sugeriram que os shoppings reduzam o valor do condomínio pago mensalmente pelos lojistas. A cobrança do aluguel foi o item mais difícil de se chegar a um consenso. A sugestão é cobrar parte do aluguel de março e negociar os demais meses. As duas associações também estão solicitando a prefeituras que reduzam o IPTU para dar mais fôlego aos negócios. ALSHOP - Associação Brasileira de Lojistas de Shopping Telefone: (11) 4871-3960 E-mail: [email protected] www.alshop.com.br ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers Telefone: (11) 3506-8300 www.abrasce.com.br ABF - Associação Brasileira de Franchising Avenida das Nações Unidas, 10.989 - 9º andar Conj. 92 - Vila Olímpia São Paulo - SP / CEP: 05425-070 Telefone: (11) 3020-8800 E-mail: [email protected] www.abf.com.br Facebook: @abfoficial Instagram: @abfoficial SLICE CREAM Facebook: @slicecreamoficial Instagram: @slicecream_oficial www.slicecream.com.br
Andressa Vieira e Will José da Luz têm uma brigaderia gourmet em São Paulo e contam o que estão fazendo no VC no PEGN. Casal de empresários se adaptam para vender ovos de Páscoa em meio à crise Muitos pequenos empresários já estavam se preparando para vender ovos e outros produtos para a Páscoa. Quem tem loja física ou algum ponto de venda na rua está se adaptando a esse novo tempo. Um casal que tem uma brigaderia gourmet agiu rápido. Boa parte da divulgação e vendas agora é tocada em casa. Andressa Vieira e Will José da Luz são de São Paulo e contam o que estão fazendo no VC no PEGN. Os empresários já apareceram no Pequenas Empresas & Grandes Negócios na Páscoa do ano passado, quando venderam 800 ovos. O faturamento médio mensal da empresa era de R$ 15 mil e toda a produção era feita em casa. Foi assim que eles tiveram fôlego para montar uma pequena fábrica e esperavam dobrar as vendas nesta Páscoa. O casal investiu R$ 5 mil na compra de insumos, mas agora, com a cidade parada, tiveram que mudar de estratégia. O casal está com o ponto físico de vendas na Avenida Paulista fechado há 15 dias e conseguiram isenção do aluguel. Na fábrica, que fica no bairro de Santana, conseguiram pagar todas as contas até o momento e o desafio vai começar agora. “Hoje, nossos quatro funcionários estão afastados devido a pandemia e agora a gente voltou como era antes. A maioria dos processos são feitos por mim e pelo Will”, conta Andressa. As encomendas e vendas são feitas pelo WhatsApp e redes sociais. “Estamos estudando a possibilidade de trabalhar com empresas de app de entrega, porém as taxas são altas. Então, pra repassar pro cliente é difícil. Também usamos o chocolate importado e o dólar como está fica difícil esse repasse”, explica Andressa. A produção, por enquanto, continua na fábrica e com cuidado redobrado. “Na fábrica, a gente já tem esse cuidado, que são regras da Anvisa para produção de alimentos. A roupa que a gente vem não é a mesma que a gente trabalha. A gente tem uniforme, troca calçados e, se todo mundo continuar fazendo essas medidas, lavando a mão, logo essa crise vai passar”, diz Will. O casal vai tentar manter a fábrica, mas se não conseguir, já sabe o que fazer. “A gente não tem medo de voltar pra casa a ser como era desde o início, dar um passo pra trás é um impulso pra você ir mais longe. Não pode ter medo. Diante do que estamos vivendo, nossa saúde vale bem mais”, garante Andressa. Para essa Páscoa, eles ainda esperam vender, mas sabem que terão um grande desafio pela frente. FELICIDADE É BRIGADEIRO Whatsapp: (11) 98463-3684 Facebook: @bikefelicidadeebrigadeiro Instagram: @bikefelicidadeebrigadeiro
É preciso reduzir gastos, renegociar, refinanciar e fazer mudanças para lidar com a realidade do país em meio à crise causada pelo novo coronavírus. Pequenos empresários precisam se reinventar para superar crise Calçadas vazias, lojas fechadas. Isolamento social que salva vidas, mas derruba a economia. Como vender, se o consumidor não aparece? E como pagar as contas, se não vende? Hora de reduzir, renegociar, refinanciar e, mais do que nunca, se reinventar. Existem saídas, sim. Mas o pequeno empresário precisa de ajuda nessa hora. Para uma rede de lojas de chocolates seria a melhor Páscoa dos últimos cinco anos. Mas, com o fechamento do comércio por causa do novo coronavírus, o sonho virou pesadelo. Foi o que aconteceu com o empresário Manoel Landmann. A empresa dele tem 33 anos e produz todos os chocolates em uma fábrica própria. Ele esperava vender 12 toneladas neste mês. Passado o choque, Manoel foi rápido. Entrou com um pedido de financiamento de R$ 1 milhão numa nova linha criada pelo Governo do Estado de São Paulo para ajudar empresas em dificuldade. Ele fez o pedido online pelo site do Desenvolve SP. “Micro e pequena empresa, especificamente pra esses segmentos, nós lançamos capital de giro com 42 meses para amortização e nove meses de carência”, explica Nelson de Souza, presidente da Desenvolve SP. O programa deve ajudar, pelo menos, mil empresas no estado a enfrentar os impactos financeiros da pandemia. As taxas de juros são a partir de 1,20 ao mês. No Governo Federal, entre outras medidas, e depois de muitas críticas, o governo enviou nesta semana uma polêmica medida provisória que autoriza a redução da jornada de trabalho, com corte proporcional do salário do empregado. Parte das perdas será compensada pelo Governo. “Existem dois efeitos principais: a preservação do poder de compra de ampla maioria da população, o que vai fazer com que a economia continue girando, e a preservação em si das empresas, porque até então grande parte delas não vinham sendo atendida pelas medidas oferecidas”, explica Rubens Massa, professor de empreendedorismo da FGV-SP. O empresário Manoel também pretende aumentar as vendas da loja virtual da rede, responsável por 10% do faturamento. Ele mudou a ferramenta de busca do site, diminuindo o peso das fotos para agilizar a navegação. A empresa tem 57 funcionários e não demitiu ninguém, apenas mudou os funcionários de área. Por exemplo, o pessoal que trabalhava nas lojas foi para o setor de telemarketing, que quadruplicou de tamanho. Duas semanas depois do decreto que fechou o comércio na capital paulista, mais da metade da fábrica do Manoel continua parada. Mas a pequena produção que restou está ativa, atendendo as entregas, que dobraram na última semana. Um pequeno, mas promissor começo. Desenvolve SP - O Banco do Empreendedor Rua da Consolação, 371 – República São Paulo/ SP CEP - 01301-000 Telefone: (11) 3123-0464 E-mail: [email protected] www.desenvolvesp.com.br Fanpage: www.facebook.com/agenciadesenvolvesp FGVcenn - Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios https://eaesp.fgv.br/centros/centro-empreendedorismo-e-negocios-fgv-eaesp Fanpage: https://www.facebook.com/FGVcenn/ Chocolat du Jour Telefone / WhatsApp: (11) 3168-2720 Instagram: @chocolatdujour Facebook: www.facebook/chocolatdujour Email: [email protected]
Empresário do setor de eventos atua na montagem de hospital de campanha de Guarulhos e evita falência. Pequenos empresários ajudam na montagem de hospitais de campanha Tem empreendedor descobrindo maneiras de ajudar a saúde pública, ao mesmo tempo que evita a própria falência durante a pandemia do novo coronavírus. Cláudio Ribeiro é dono de uma empresa que monta estruturas para eventos. Como não tem eventos para fazer, ele está montando hospitais de campanha, como o de Guarulhos, na Grande São Paulo. “Fizemos umas adaptações. Eu atuo no segmento de rodeios. Isso é uma estrutura para rodeios. A gente montou a estrutura sobre o espaço que a gente tinha. Eles me deram uma planta na mão, aí eu saí na luta e consegui com os meus parceiros montar o hospital pra eles aqui”, explica. Para ajudar, o empresário fechou negócio com dez empresas. Elas levaram 220 funcionários e juntos fizeram a montagem. O hospital de campanha de Guarulhos ficou pronto em menos de cinco dias. O objetivo é aumentar as vagas hospitalares. O centro de combate ao coronavírus abriu as portas dia 27 de março. Só nos dois primeiros dias de funcionamento foram feitos 700 atendimentos – dez testaram positivo. No total, são 71 leitos. A equipe médica foi contratada pela prefeitura de Guarulhos. É idêntico a um hospital. Eu montei quatro blocos: o drive-thru, que é o atendimento no carro, o atendimento de pedestre, a área vermelha e uma UTI. E tem mais uma sala de espera”, conta Cláudio. A montagem da estrutura salvou a empresa do Cláudio: “A hora em que a gente recebeu a notícia foi um choque. Eu já estava até pensando em fechar o meu CNPJ”. Agência Rodeio Telefone: (19) 98325-0000 Hospital Campanha de Guarulhos Av. Odair Santaneli, 101 - Parque Cecap Guarulhos/SP - CEP: 07190-050 Instituto Medizin de Saúde Rod SP 332, S/N - Km 152 SLJ Sala 3 Jardim Blumenau Artur Nogueira/SP - CEP:13160-000 Telefone: (11) 5566-4454
Saiba como a equipe trabalhou nos últimos dias e confira dicas de uma especialista para potencializar o trabalho em casa. Coronavírus: Equipe do PEGN conta a rotina de trabalhar em casa O Pequenas Empresas & Grandes Negócios deste domingo (5) está diferente. Nós, como a maioria das empresas brasileiras, estamos trabalhando em casa. Tivemos que fazer quarentena porque a repórter Paula Monteiro pegou o novo coronavírus. Por isso, toda a equipe precisou entrar em uma quarentena de 14 dias e a redação passou a trabalhar no formato home office. “Pegar o novo coronavírus foi uma surpresa. Não faço parte do grupo de risco. Tenho 33 anos e pratico muito esporte. Foram 14 dias em casa sem contato com ninguém. Amigos e parentes me levaram comida até a porta do apartamento”, conta Paula. Enquanto Paula se recuperava, a equipe do programa transferiu todo trabalho cada um para sua casa. Com ajuda da tecnologia, as reuniões da equipe do PEGN durante esse período de quarentena foram feitas por videoconferência. Existem vários serviços, alguns gratuitos. O escolhido foi uma plataforma fácil e intuitiva. Uma recomendação que sempre passamos nas reportagens e constatamos na prática: trabalhar em casa exige foco. “O bom do home office é que a gente trabalha à vontade, mas o desafio é manter a concentração”, conta o repórter Marcelo Baccarini. Durante a quarentena, a Paula fez um diário e anotou os sintomas para relatar para o pessoal da vigilância, que ligou todos dias para fazer o monitoramento à distância. Passado o período de quarentena obrigatória para evitar o contágio, a equipe do PEGN voltou a trabalhar na redação, tomando as precauções recomendadas pelas autoridades. Mas os profissionais que usam transporte público continuam a trabalhar em casa. Os repórteres na rua mantém a distância dos entrevistados e os microfones são sempre higienizados. Dicas para o trabalho remoto Como uma empresa leva para casa toda gestão e operação de seu negócio? Como se preparar para essa mudança? A consultora Roberta Vasconcellos dá algumas dicas. Ela tem uma consultoria que dá suporte a empresas e autônomos trabalharem de forma remota. Com exceção de indústrias e alguns serviços, ela acredita que muitos negócios podem ser tocados de casa nesse período. Dar estrutura para os colaboradores, como computador e telefone. Criar um canal de comunicação entre todos e adotar ferramentas diferentes das já usadas para conversas pessoais. Definir horário de trabalho e horário para videoconferência. Verificar fuso horário quando a empresa tem clientes fora do Brasil. Manter uma rotina. Criar rituais como palestra e apoio psicológico. Definir colaborador para dar suporte tecnológico. Roberta tem uma plataforma que ajuda empresas a encontrarem coworkings adequados a cada tipo de negócio. É uma forma de quebrar o isolamento. Mas nesse momento, ela diz que dá pra fazer isso até estando em casa: “Tem que criar rituais na empresa para se aproximar das pessoas mesmo estando distanciadas. Se pudesse resumir trabalho remoto seria: confiança, comunicação com contexto e disciplina”. CONSULTORA ROBERTA VASCONCELOS ESPECIALISTA EM TRABALHO REMOTO BEER OR COFFEE www.beerorcoffee.com

Por causa da cobertura sobre o coronavírus no interior de São Paulo, o esforço das equipes de jornalismo da TV TEM está voltado para o tema. Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça Reprodução/TV TEM O Nosso Campo traz neste domingo (5) um programa especial com reprises de algumas reportagens. Por causa da cobertura sobre o coronavírus no interior de São Paulo, o esforço das equipes de jornalismo da TV TEM está voltado para o tema. No programa desta semana, os telespectadores podem conferir novamente os seguintes assuntos: Análise foliar pode apontar caminho para recuperar produtividade da lavoura Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça Usina de cana-de-açúcar cria estratégia para proteger apiários Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um cuscuz de costela Assista ao programa deste domingo: Confira o 1º bloco do Nosso Campo deste domingo, 5 de abril Confira o 2º bloco do Nosso Campo deste domingo, 5 de abril Confira o 3º bloco do Nosso Campo deste domingo, 5 de abril Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo

Na avaliação de Campos Neto, é preferível que o Brasil tenha uma política fiscal mais frouxa 'para colocar dinheiro na mão das pessoas' nesse momento de crise. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou neste sábado (4) que um eventual regime de quebra de contratos desencadeado pela crise do coronavírus seria danoso para a economia brasileira no médio e longo prazo. Na avaliação de Campos Neto, é preferível que o país tenha uma política fiscal mais frouxa "para colocar dinheiro na mão das pessoas" e, assim, tentar evitar uma interrupção no pagamento de contratos. Com a crise do coronavírus e a paralisação de boa parte da atividade econômica do país, muitas empresas deixaram de ter geração de caixa e já sinalizam dificuldade para quitas os seus compromissos. Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado "Nós preferimos ter um (regime) fiscal um pouco pior para colocar dinheiro na mão das pessoas para que elas possam honrar os contratos. Se nós entrarmos em regime de quebra de contrato, vai ser muito danoso para a economia no médio e longo prazo", afirmou Campos Neto durante uma live promovida pela XP Investimentos. "A gente vê que algumas empresas estão dizendo: 'olha, com essa dificuldade, eu não posso pagar o meu contrato, não posso pagar o aluguel, não posso pagar a energia'", ressaltou. Na tentativa de mitigar os efeitos da crise, o governo tem anunciado uma série de medidas com o objetivo de dar algum respiro para as empresas. Na semana passada, o BC lançou uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias companhias destinada a pagar os salários dos funcionários pelo período de dois meses. Ao todo, serão disponibilizados R$ 40 bilhões. Governo anuncia R$40 bi para financiar salário do trabalhador de pequena e média empresa "Entendo que a situação é difícil e que cada dia é muito importante na vida de uma empresa porque, como não tem caixa entrando, fica limitado o que ela consegue fazer", disse Campos Neto. O presidente do BC também afirmou que a autoridade monetária agiu com rapidez para adotar ações de enfrentamento ao avanço da crise do coronavírus. Medidas econômicas na crise do coronavírus: veja perguntas e respostas Câmbio flutuante Campos Neto voltou a afirmar que o câmbio é "flutuante" no Brasil, mas disse que o BC pode aumentar a intervenção se observar algum movimento especulativo, por exemplo. Na sexta-feira, o dólar subiu 1,18%, a R$ 5,3274, e marcou novo recorde nominal de cotação (sem considerar a inflação). Em 2020, a alta já é de 32,86%.

Post de deputado federal diz que 'quarentena aumenta os casos' da doença. Rede social também aplicou novas restrições a publicações de outros políticos, inclusive do presidente Jair Bolsonaro. Post do Osmar Terra com aviso de sanção do Twitter Twitter/Reprodução O Twitter incluiu um aviso de sanção em um post publicado pelo deputado federal Osmar Terra neste sábado (4). O post dizia que " a quarentena aumenta o número de casos do coronavírus". A informação é contrária ao posicionamento do Ministério da Saúde e também da Organização Mundial da Saúde (OMS). Em nota, o Twitter diz que "anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir Covid-19." "Entre as medidas que podemos tomar em caso de violação a essas regras está a aplicação do aviso de interesse público nos casos em que líderes violam nossas diretrizes específicas para Covid-19. À medida que a pandemia evolui, queremos garantir que estamos usando nosso aviso para manter um registro público, oferecendo às pessoas mais contexto sobre o que seus líderes estão dizendo e garantindo que eles sejam capazes de se responsabilizar por seus comportamentos." Jair Bolsonaro também publicou informações que feriram as regras do Twitter. No último domingo (29), o Twitter excluiu dois posts do presidente. Nesta sexta-feira (3), publicações do pastor Silas Malafaia também foram retiradas do ar. Twitter apaga duas postagens do presidente Jair Bolsonaro Initial plugin text

A GM alega que medida é necessária para preservar empregos e que as medidas são temporárias, devendo durar cerca de dois meses, de acordo com a evolução do cenário da pandemia. Após negociações, GM propõe redução do salário de 90% dos funcionários, segundo sindicato. Camilla Motta/ G1 A General Motors (GM), dona da Chevrolet, propôs a suspensão dos contratos de trabalho com redução de salários para 90% dos funcionários da fábrica de São José dos Campos (SP). A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos que encerrou neste sábado (4) uma rodada de quatro negociações com a montadora. As propostas foram feitas com base na Medida Provisória (MP) 936, que autoriza a suspensão dos contratos de trabalhos em empresas, durante a pandemia de coronavírus. A empresa confirma a negociação (leia mais abaixo). Medidas econômicas na crise do coronavírus: veja perguntas e respostas A GM tem cerca de 3,8 mil funcionários em São José e pela proposta, somente cerca de 100 funcionários que continuam trabalhando na planta receberiam o salário integral. Os demais teriam os salários reduzidos entre 5% a 25%, de acordo com faixas salariais (veja abaixo): Quem ganha até R$ 2.090,00 – vai receber 95% do salário De R$ 2.090,01 a R$ 5.000 – 90% De R$ 5.000,01 a R$ 10.000 - 85% De R$ 10.000,01 – R$ 20.000 – 80% Acima de R$ 20.000 – 75% O sindicato informou que a proposta final será votada pela internet pelos metalúrgicos nos próximos dias. Por enquanto, todos os trabalhadores estão em férias coletivas, que terminam no dia 12 de abril. "Deixamos na mesa de negociação a proposta de licença remunerada por dois meses, prorrogável por mais dois, e estabilidade por 12 meses. Após o período de coronavírus, já vemos uma recessão vindo. O mais importante para os trabalhadores é a estabilidade. A MP do governo não dá a proteção devida ao trabalhador", disse o vice-presidente do sindicato da categoria em São José dos Campos, Renato Almeida. O sindicato informou ainda que defendeu o lay-off sem redução salarial, mas que a empresa não aceitou. O que diz a GM Em nota, a GM informou que 'vem tomando medidas que visam proteger a saúde dos colaboradores em meio à pandemia de Covid-19, ao mesmo tempo em que busca alternativas para garantir o futuro do negócio e que neste sentido, foram implementadas medidas como banco de horas, férias coletivas, planos de redução de custos e, inclusive, adiamento de investimentos'. Entretanto, a montadora informou que 'neste momento de crise sem precedentes que o Brasil e o mundo enfrentam e, num esforço para manter os empregos, a empresa está discutindo com os sindicatos outras medidas, que incluem lay-off e redução de jornada, ambas com impacto de redução salarial'. A GM disse ainda que o pacote foi aprovado pela ampla maioria dos empregados das fábricas de São Caetano do Sul, Gravataí, Joinville e Mogi das Cruzes, e do Campo de Provas de Indaiatuba em assembleia digital promovida pelos sindicatos dos metalúrgicos e que a proposta inclui: Um programa de redução de jornada e salário para empregados que seguem trabalhando em home office, inclusive o Presidente e toda a liderança em diferentes percentuais; Para empregados até nível de gerência: uma hora de redução na jornada diária com 12,5% de redução no salário; Para executivos de nível de diretoria e acima, o impacto será de 25% de redução no salário. Um programa de lay-off que impacta a maior parte dos empregados horistas e mensalistas de todas as área e níveis do Brasil com redução salarial entre 5% e 25% do salário de acordo com faixa salarial. A GM informou que estas medidas terão duração inicial de dois meses com possibilidade de extensão, podendo ser canceladas em caso de retorno da demanda do mercado a uma situação de normalidade e que a montadora está avaliando junto aos sindicatos as oportunidades estabelecidas pela MP 936, com o objetivo de adaptar as medidas aprovadas às novas regras apresentadas pelo governo. Na nota a GM ainda ressaltou que essas medidas são emergenciais e temporárias, tendo como objetivo a preservação dos empregos, contribuindo com os esforços do governo federal e governos estaduais e municipais. Além disso, a empresa disse estar acompanhando a evolução do cenário e que estará pronta para retomar as atividades assim que for possível.
Com a testagem em massa, segundo o ministro, quem não estiver contaminado poderá voltar a circular 'lá na frente'. Guedes ainda afirmou, sem detalhar, que governo autorizou antecipação de feriados. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (4) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de "passaporte da imunidade". Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus. A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). "Hoje de manhã conversávamos com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade. Ele faz 40 milhões de teste. Ele coloca disponíveis para nós, brasileiros, 40 milhões de testes por mês", disse Guedes aos empresários. Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde). Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente não estiver contaminado pelo coronavírus poderá deixar o isolamento. Isso, segundo Guedes, seria para os "jovens". Os idosos seguiriam em casa. "Veja bem, isso não é agora. Agora, nós estamos em isolamento. Nós estamos planejando uma saída", destacou. O ministro afirmou que o país enfrentará duas "ondas": a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. "Lá na frente vem uma segunda onda, que é econômica, e nós vamos ter que furar a segunda também", completou. Guedes disse que as negociações com o "amigo" da Inglaterra estão pensando "lá na frente". "As pessoas vão sendo testadas, pode ser semanalmente, quem estiver livre continua trabalhando, os mais jovens, os idosos ficam em casa. E fazendo o teste você consegue ir girando a economia", afirmou. Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito. O setor pressiona o governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos ao setor. Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso das "maquininhas" de cartão para o repasse do recurso. Feriados em 2020 Durante a videoconferência, um empresário sugeriu a Guedes que o governo antecipe os feriados para que, passada a crise do coronavírus, os pequenos e microempresários possam abrir mais dias e, assim, vender mais. O ministro, então, disse que a ideia era "excelente". "Essa proposta de antecipação dos feriados, trazer tudo para agora e deixar o Brasil para retomada e para a recuperação, é uma excelente sugestão. Pegar os feriados do ano inteiro e jogar para essa fase, já que estamos no isolamento. Estamos passando nossos sábados, domingos e feriados juntos, de uma vez. Até porque, quando sairmos, vamos ter vontade de sair, comprar, abraçar os amigos, ir para restaurantes, vamos precisar disso, até do ponto de vista de ressurreição espiritual", respondeu o ministro. Pouco tempo depois, ainda na videoconferência, Paulo Guedes disse que a medida já foi adotada pelo governo e que ele soube da ideia há cerca de três semanas. "Nós já autorizamos a antecipação dos feriados. Foi pedida agora, nós já tínhamos autorizado", disse o ministro aos empresários. Sem dar detalhes, Paulo Guedes acrescentou: "É com satisfação que digo que a antecipação dos feriados, que foi sugerida aqui, que eu fiquei animado, fico animado com uma boa ideia, fiquei animado com essa ideia três semanas atrás, e já foi antecipado. Então, para você ver que grande notícia. Já aconteceu." Initial plugin text
Planilha ajuda empresários a organizar a gestão financeira da empresa. Saiba como organizar as finanças da empresa durante a crise do novo coronavírus Em meio à crise do novo coronavírus, é importante manter a saúde da empresa. Isso significa olhar com cuidado para a gestão financeira. Walter Cavalcante é fundador de uma startup que tem um serviço justamente para ajudar pequenas e médias empresas a superar esse problema. O serviço foi lançado em 2018 para apoiar empresários na gestão das finanças. A startup oferece o trabalho de um diretor financeiro, a partir de R$ 1,5 mil mensais. “O empreendedor é muito focado no produto, em vender esse produto ou serviço e acaba deixando um pouco o back office, a gestão financeira de lado”, explica Walter. Clique aqui e confira a ferramenta para ajudar empreendedores a gerir suas finanças Com a crise gerada pela Covid-19, a empresa oferece planilhas e apoio de graça para o pequeno empreendedor. Walter tem algumas dicas de ações para esse momento. O primeiro passo é planejar: sentar e organizar as contas. Isso vai ajudar no segundo passo, que é fazer uma previsão do que pode acontecer nos próximos meses. “Tem que perguntar: se essa crise durar três meses, como fica o meu caixa? E se forem seis meses? O que a gente tem feito aqui com os nossos clientes é preparar bem para os próximos seis meses”, orienta. João Pedro Montagna tem uma loja de fones de ouvido que está fechada desde o dia 20 de março. As vendas na loja representavam 60% do faturamento. Tem também a venda online, mas não representa muito e não mantem a empresa. Ele é cliente da startup e acha que estar com o caixa organizado ajuda nesse momento. “Principalmente, ser estratégico e ter os dados confiáveis da sua empresa para saber o que fazer”, afirma. Confira outras dicas importantes: Cortar gastos que não são fundamentais para a empresa. Negociar com clientes e fornecedores Negociar com a equipe, se for necessário João, por exemplo, decidiu dar férias para a funcionária e também conseguiu negociar os pagamentos com os fornecedores. “Consigo segurar mais dois meses com o que tenho em caixa”, afirma. Com a orientação da startup, o caminho de ação de João foi definido e mostrou que a venda online e a venda corporativa vão segurar nesses dois meses e ele vai focar 100% nisso. O empresário decidiu levar os últimos produtos pra casa e tocar o negócio de lá, sem a loja estar aberta. Sinapse Finance Rua Paes Leme, 136 - Pinheiros São Paulo / SP - CEP: 05424-010 Telefone: (11) 94599-8767 www.sinapse.finance FONELAND Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1827 Shopping Vitrine - Jardim Paulistano São Paulo/SP - CEP 01452-001 Telefone/WhatsApp: (11) 99614-8914 www.foneland.com.br Instagram: www.instagram.com/foneland_fones Email: [email protected]

Inscrições podem ser feitas até a terça-feira (7), pela internet. Há vagas para níveis superior e médio no Laboratório Central (Lacen) do estado. Laboratório Central de Pernambuco (Lacen) Reprodução/TV Globo Estão abertas entre este sábado (4) e a terça-feira (7) as inscrições para uma seleção simplificada para contratar 114 profissionais de níveis médio e superior para o Laboratório Central (Lacen) de Pernambuco. As vagas foram abertas para reforçar o efetivo devido à pandemia do novo coronavírus no estado. Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Coronavírus: confira perguntas e respostas Saiba como estão os serviços no estado O Lacen é um dos responsáveis por realizar os exames que detectam a doença Covid-19, no estado. No fim de março, o governo do estado anunciou o aumento de 770 para 2.170 na capacidade de testagem. Os salários variam entre R$ 1.045 e R$ 1.770, em regime de trabalho de plantão e de diárias. As vagas são para biomédicos, farmacêuticos, bioquímicos, sanitaristas e técnicos de laboratório. As inscrições podem ser feitas pela internet. No mesmo portal, foi publicado o edital do certame. O resultado preliminar do concurso foi previsto para ser divulgado no dia 14 de abril. É possível interpor recursos até as 23h59 do dia 16. A seleção ocorre em etapa única, que consiste em avaliação curricular. É preciso comprovar toda a escolaridade e experiência declarada. No caso dos certificados e diplomas de conclusão de curso, só serão aceitos documentos emitidos por instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação. No ato da contratação, é preciso apresentar originais e cópias do RG, CPF, carteira do PIS/Pasep, título de eleitor com comprovante de votação na última eleição, quitação do serviço militar, diploma ou conclusão de graduação ou certificado de conclusão do curso na função que concorre, carteira do conselho profissional, carteira profissional, uma foto 3x4 e cartão ou contrato de abertura de conta corrente no banco Bradesco. Confira as vagas disponíveis Biomédico diarista: 29 Biomédico plantonista: 8 Farmacêutico/bioquímico diarista: 24 Farmacêutico/bioquímico plantonista: 8 Sanitarista: 10 Técnico em laboratório diarista: 19 Técnico em laboratório plantonista: 16 Coronavírus em Pernambuco Veja evolução dos casos do novo coronavírus em PE; estado tem 136 confirmações e 10 mortes Até esta sexta-feira (3), Pernambuco registrou 136 casos confirmados da Covid-19, sendo um deles o de um bebê de apenas um mês de idade. Este foi o maior aumento do número de confirmações em 24 horas desde o dia 12 de março, quando o estado começou a registrar casos confirmados do novo coronavírus. Também foi contabilizada mais uma morte por Covid-19, subindo para dez o número de óbitos (veja vídeo acima). Dicas de prevenção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text
Criação foi confirmada com a publicação de Medida Provisória no 'Diário Oficial da União'. Bancos só poderão conceder a linha de crédito após Conselho Monetário fixar normas. O governo federal publicou no “Diário Oficial da União” (DOU) a medida provisória (MP) que cria um programa para financiar a folha de pagamento de pequenas e médias empresas por dois meses em razão da crise provocada pelo novo coronavírus (Covid-19). A MP que cria o “Programa Emergencial de Suporte a Empregos” foi publicada em edição extra do “Diário Oficial” com data de sexta-feira (3), uma semana após o anúncio da linha de crédito emergencial. Na mesma edição do “Diário Oficial”, o governo publicou outra medida provisória que destina R$ 34 bilhões para essas operações de crédito. As MPs têm valor de lei após as publicação, porém exigem a aprovação do Congresso Nacional. A publicação da MP era necessária para oficializar o programa, que integra o pacote de ações do governo para tentar atenuar os impactos da pandemia na economia. A linha de crédito anunciada pelo governo beneficiará empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões, com o limite de dois salários mínimos por trabalhador. O governo responderá por 85% do dinheiro das operações, com outros 15% de recursos dos bancos que atuarem no programa. O governo informou que a linha de crédito terá, ao todo, R$ 40 bilhões. O programa foi detalhado em uma entrevista na sexta-feira (3) no Palácio do Planalto. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, após a publicação da MP, o início das operações ainda exigirá uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN). Guaranys afirmou que pode haver uma reunião extraordinária do conselho neste fim de semana para alinhar a regulamentação necessária. Publicadas as normas, afirmou o secretário, os bancos já podem começar a implementar o programa. Condições do programa O que prevê o programa de financiamento da folha: podem participar empresas com faturamento de R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano; o empréstimo financiará até dois salários mínimos por dois meses. As empresas serão responsáveis por complementar o salário de quem recebe mais de dois salários mínimos; o dinheiro será depositado diretamente na conta do trabalhar; a empresa que fizer o financiamento não poderá demitir o funcionário sem justa causa durante os dois meses da medida e por dois meses após o fim do programa. os juros serão de 3,75% ao ano, com seis meses de carência e prazo de 36 meses de pagamento. Orçamento impositivo A mesma edição extra do "Diário Oficial" publicou a sanção do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que adapta regras do chamado Orçamento impositivo à crise do coronavírus. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional na última quinta-feira (2). A expressão "orçamento impositivo" se refere à parte do Orçamento-geral da União definida pelos parlamentares e que é de execução obrigatória por parte do governo federal. Ou seja, o governo é obrigado a liberar os recursos para as emendas que, geralmente, destinam dinheiro para obras e ações nos redutos eleitorais dos congressistas. Entre outros pontos, o projeto sancionado estabelece a revisão das projeções de resultado primário para os Estados, o Distrito Federal e os municípios de zero para um déficit de R$ 30,8 bilhões. O projeto de lei também aumenta a estimativa do déficit primário do setor público consolidado, que engloba o governo federal, estados, municípios e empresas estatais, de R$ 127,9 bilhões para R$ 158,7 bilhões. Os congressistas aprovarama ainda a inclusão na lei de um dispositivo que dispensa, durante o período de calamidade pública, a apresentação de compensações a projetos e emendas que impliquem aumento de despesas. Conselho de Solidariedade O governo ainda publicou um decreto assinado por Bolsonaro que cria o “Conselho de Solidariedade para Combate à Covid-19 e aos seus Efeitos Sociais e Econômicos”, vinculado à Casa Civil. O conselho tem como objetivo orientar ações financiadas por meio de doações destinadas ao enfrentamento ao novo coronavírus. O colegiado é composto por representantes de ministérios, como Casa Civil, Justiça, Economia, Cidadania, Defesa e Saúde.

Interessados tem até segunda (6) para enviar currículo e documentação. Contratação é devido à pandemia do novo coronavírus. Médicos selecionados vão atuar em unidades de saúde básica de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife Reprodução/Google Street View A Secretaria de Saúde de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, abriu uma seleção simplificada para contratar temporariamente 25 médicos, devido à situação de emergência decorrente da pandemia do novo coronavírus. Os salários são de até R$ 10.904,42 e as inscrições devem ser feitas até a segunda-feira (6). Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Coronavírus: confira perguntas e respostas Saiba como estão os serviços no estado Do total de vagas, 16 são para médicos de Estratégia Saúde da Família, cinco médicos clínicos e quatro médicos pediatras. A exigência e a remunerações para cada cargo estão disponíveis no edital, publicado no Diário Oficial do município. Os contratos tem duração de até 12 meses, "observada à época a manutenção dos requisitos da condição de excepcional interesse público que a fundamente", segundo a prefeitura. A seleção é feita através de etapa única de análise curricular. No ato de inscrição, os candidatos devem anexar o formulário de inscrição, documentação pessoal e os certificados profissionais para comprovar a capacitação para exercer os cargos. Os detalhes dos documentos, que devem ser encaminhados por e-mail, estão no edital. O resultado final da seleção está previsto para o dia 14 de abril, com divulgação no Diário Oficial do município e pelo site da prefeitura. Coronavírus em Pernambuco Veja evolução dos casos do novo coronavírus em PE; estado tem 136 confirmações e 10 mortes Até a sexta-feira (3), Pernambuco registrou 136 casos confirmados da Covid-19, sendo um deles o de um bebê de apenas um mês de idade. Este foi o maior aumento do número de confirmações em 24 horas desde o dia 12 de março, quando o estado começou a registrar casos confirmados do novo coronavírus. Também foi contabilizada mais uma morte por Covid-19, subindo para dez o número de óbito (veja vídeo acima). Recife é o município pernambucano com mais casos, totalizando 97 confirmações. A cidade vizinha, Jaboatão, contava com oito pacientes com Covid-19 até a sexta. Dicas de prevenção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text

Proposta cria orçamento separado para destinar recursos exclusivamente ao combate ao coronavírus. Texto segue para o Senado. Câmara aprova projeto que cria o chamado ‘orçamento de guerra’ A Câmara dos Deputados aprovou nesta sexta-feira (3) a proposta de emenda à Constituição que cria um orçamento paralelo, chamado de "orçamento de guerra", para destinar recursos exclusivos às medidas de combate ao coronavírus. Somente o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e alguns deputados compareceram ao plenário. Para evitar uma aglomeração de deputados no plenário, o que aumentaria o risco de contágio pelo coronavírus, a maior parte dos parlamentares participou por meio de videoconferência e registrou o voto em um aplicativo eletrônico. No primeiro turno, a PEC foi aprovada por 505 votos a 2. No segundo, por 423 votos a 1. Durante a sessão, o PSOL apresentou um destaque (sugestão de alteração da proposta) para retirar a possibilidade de o Banco Central comprar e vender títulos de crédito privado público e privado sem intermédio de terceiros, mas a alteração foi rejeitada por 388 deputados (veja os detalhes mais abaixo). Quando chegar ao Senado, o texto também precisará ser votado e aprovado em dois turnos. A PEC não vai à sanção do presidente, é promulgada pelo próprio Congresso. Na mesma sessão, os deputados aprovaram um pedido de urgência para acelerar a votação do chamado Plano Mansueto, proposta de ajuda fiscal aos estados e municípios em dificuldade financeira. O texto deve ser analisada na próxima segunda (6), segundo previsão da Câmara. Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em sessão de votação do 'orçamento de guerra' Cleia Viana/Câmara dos Deputados Amarras fiscais O objetivo da PEC aprovada nesta sexta é separar do Orçamento-Geral da União os gastos emergenciais que serão feitos para enfrentar a disseminação do coronavírus e, assim, não gerar impacto de aumento de despesa em um momento de desaceleração da economia do país. O “orçamento de guerra” vai vigorar durante o estado de calamidade pública, que já foi aprovado pelo Congresso e tem validade prevista até o dia 31 de dezembro deste ano. O texto permite que o governo gaste os recursos sem as amarras aplicadas ao orçamento regular, como a regra de ouro – que está na Constituição e proíbe o governo de contrair dívidas para pagar despesas correntes, como salários. Essa regra, assim como as restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal, não será aplicada ao orçamento de guerra. Sem esses gatilhos de austeridade, o governo consegue prever gastos maiores e mais rápidos para responder às demandas do sistema de saúde. O Palácio do Planalto chegou a alegar que dependia da aprovação da PEC para fazer o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais. O argumento do governo era de que, sem garantia constitucional, abriria margem para questionamentos judiciais. A avaliação mudou, e o auxílio foi publicado no "Diário Oficial da União" desta quinta (2), junto com uma medida provisória abrindo crédito para os R$ 98 bilhões necessários para os três meses de auxílio. Conselho A PEC aprovada também prevê a criação de um um “Comitê de Gestão da Crise”, que terá a responsabilidade de contratar pessoal, obras, compras e ações. O colegiado será presidido pelo presidente da República e integrado por: ministros da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Saúde, da Economia, da Cidadania, da Infraestrutura, da Agricultura e Abastecimento, da Justiça e Segurança Pública da Controladoria-Geral da União e da Casa Civil; dois secretários estaduais de Saúde, dois de Fazenda e dois da Assistência Social, escolhidos por conselhos nacionais e sem direito a voto; dois secretários municipais de Saúde, dois de Fazenda e dois da Assistência social, escolhidos por representantes de entidades dos setor e sem direito a voto. Ao longo das discussões entre os partidos para construir a proposta, a composição do colegiado foi um dos pontos mais alterados. Em uma das primeiras minutas, o colegiado seria presidido pelo ministro da Saúde e não teria a participação do presidente da República. Na versão final, ficaram de fora o ministro da Secretaria de Governo e representantes da Câmara, do Senado, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Além disso, o relator permitiu que o presidente altere os ministérios que compõem o conselho – sem poder, no entanto, aumentar ou diminuir a quantidade de membros. Poder A PEC dá ainda ao Congresso Nacional o poder de suspender qualquer decisão do Comitê de Gestão da Crise ou do Banco Central "em caso de irregularidade ou de extrapolação aos limites". O governo queria a retirada desse ponto, mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deixou claro que os deputados faziam questão desse trecho. Segundo parlamentares ouvidos pelo G1, o objetivo é suspender medidas que possam ser tomadas na contramão das recomendações de autoridades sanitárias, como a Organização Mundial de Saúde (OMS). Veja mais pontos da proposta: Medidas provisórias A PEC diz que o Congresso Nacional terá 15 dias úteis para se manifestar sobre as medidas provisórias editadas pelo governo para liberar créditos extraordinários. Banco Central A PEC autoriza o Banco Central a comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional, nos mercados secundários local e internacional, e direito creditório e títulos privados de crédito em mercados secundários. O montante de cada operação deverá ser autorizado pelo Ministério da Economia e informado ao Congresso, sendo que será exigido aporte de capital de pelo menos 25% pelo Tesouro Nacional. Além disso, o presidente do BC terá de prestar contas ao Parlamento a cada 45 dias das operaçõe Segundo o presidente da Câmara, a permissão para que o BC compre títulos diretamente, sem passar pelo sistema bancária, irá garantir capital de giro às empresas. Críticos a esse ponto argumentam, porém, que a PEC abre brecha para a compra de "créditos podres", que são dívidas que já estão há bastante tempo vencidas e, portanto, de difícil recuperação. Ações no STJ Ressalvada a competência originária do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Superior do Trabalho, do Tribunal Superior Eleitoral e do Superior Tribunal Militar, todas as ações judiciais contra decisões do Comitê de Gestão da Crise serão da competência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Fiscalização Os atos da gestão do Comitê de Gestão da Crise serão fiscalizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Transparência As atas, decisões e documentos examinados e produzidos pelo comitê devem ser divulgados nos portais de transparência do Poder Executivo e do Poder Legislativo e no do Tribunal de Contas da União. O sigilo dessas informações está proibido “sob qualquer argumento”. Initial plugin text
Ministério informou que MP para financiamento da folha de pagamento já está pronta para ser assinada. Medida beneficia empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 10 milhões. O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, afirmou nesta sexta-feira (3) que as empresas que reduzirem a jornada e o salário dos trabalhadores também poderão aderir ao programa de financiamento da folha de salário para financiar o restante do salário dos funcionários. O governo detalhou nesta sexta a medida provisória anunciada na semana passada que abrirá uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas a fim de ajudá-las a pagar os salários de seus funcionários pelo período de dois meses em razão da crise do coronavírus. “Pode [aderir aos dois programas]. Especialmente quando ela faz uma redução de jornada com a consequente redução do salário, ela pode tranquilamente financiar o pagamento da folha, financiar a sua própria folha”, afirmou. O programa de parcelamento vai beneficiar empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões, com o limite de dois salários mínimos por trabalhador. Governo autoriza redução de jornada e salários em até 70% Segundo o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, a MP já está pronta para ser assinada pelo presidente Jair Bolsonaro. Guaranys afirmou que a medida pode ser implementada poucas horas depois de assinada pelo presidente já que só será necessária uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN). “Nós podemos fazer a reunião extraordinária [do Conselho Monetário] no fim de semana, assim que nós tivermos toda a documentação pronta, para que então o programa seja regulamentado e para a implementação imediata dos bancos. Assim que for publicada a resolução [do CNM], os bancos, no começo da semana que vem, já podem implementar o programa”, afirmou o secretário em apresentação no Palácio do Planalto. Segundo o diretor de Regulação do Banco Central, Otavio Damaso, a medida terá um custo de R$ 20 bilhões por mês, dos quais 85% serão recursos do Tesouro Nacional e 15% dos bancos privados. Assim, o custo da medida para o Tesouro será de R$ 34 bilhões em dois meses. Guaranys afirmou que o principal objetivo do financiamento da folha é manter empregos. "Estamos tentando aqui fazer o máximo possível para que as empresas tenham fôlego para manter as pessoas empregadas, que os empregados não percam os seu salários e que a gente continue fazendo a economia funcionar mesmo neste momento difícil que estamos vivendo", disse. Condições do programa O que prevê o programa de financiamento da folha: podem participar empresas com faturamento de R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano; o empréstimo financiará até dois salários mínimos por dois meses. As empresas serão responsáveis por complementar o salário de quem recebe mais de dois salários mínimos; o dinheiro será depositado diretamente na conta do trabalhar; a empresa que fizer o financiamento não poderá demitir o funcionário sem justa causa durante os dois meses da medida e por dois meses após o fim do programa. os juros serão de 3,75% ao ano, com seis meses de carência; o programa estará disponível até 30 de junho.

Setores movimentaram US$ 718,5 milhões no período. Frigorífico de carne suína Reprodução/TV Morena As exportações brasileiras de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, totalizaram 349,5 mil toneladas em março, alta de 2,6% na variação anual, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) nesta sexta-feira (3). Em março de 2019, o Brasil embarcou 340,5 mil toneladas de carne de frango, ressaltou a associação. A receita do mês passado chegou a US$ 552,5 milhões, recuo de 1,7% ante igual período de 2019, quando foram obtidos US$ 562,2 milhões com as vendas externas de frango. No acumulado do trimestre, foram exportadas 1,021 milhão de toneladas, volume 8,8% maior que as 939 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.  A receita trimestral ficou em 1,635 bilhão de dólares, alta de 6% na variação anual. “Mesmo com os impactos gerados pelo Covid-19, o setor segue desempenhando seu papel estratégico de auxílio à segurança alimentar”, disse em nota o presidente da ABPA, Francisco Turra. Carne suína As exportações brasileiras de carne suína, incluindo o produto in natura e processado, totalizaram 72,1 mil toneladas em março, alta de 31,45% ante as 54,8 mil toneladas registradas um ano antes. Com os embarques, o país faturou US$ 166 milhões, avanço de 56,1% em relação aos US$ 106,3 milhões faturados em março de 2019. No trimestre, os embarques do setor chegaram a 208 mil toneladas, alta de 32% na variação anual. Em receita, houve aumento de 62,6%, com 485,1 milhões de dólares faturados de janeiro a março.

Caculadora já está adaptada com as novas regras aprovadas na reforma da Previdência. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) voltou a exibir nesta sexta-feira (3), em seu site, uma calculadora que simula os cálculos de aposentadoria. A calculadora já está adaptada com as novas regras aprovadas na reforma da Previdência. A ferramenta pode ser acessada no portal meu INSS (clique aqui) e por meio dos celulares, nos sistemas Android e iOs. A versão para iOs deve ficar disponível para o usuário até o fim da próxima semana, segundo o instituto. Agência INSS Uberaba Reprodução/TV Integração O simulador permite fazer sete tipos de cálculos, sendo dois de aposentadoria por idade e cinco de aposentadoria por tempo de contribuição. Aprovada no ano passado, a reforma da Previdência promoveu uma série de alterações nas regras de aposentadoria do país, estabelecendo uma idade mínima para solicitar o benefício, por exemplo. Reforma da Previdência é promulgada na manhã desta terça-feira (12) O INSS ressalta que a calculadora é apenas uma ferramenta de simulação. A análise que vale para a aposentadoria é sempre a oficial feita pelo instituto. Initial plugin text

Ida a cafés, shopping centers e restaurantes caiu 71% no período analisado. Empresa analisou dados anônimos de movimentação de smartphones Android. 25 de março - Calcadão de Madureira, na Zona Norte do Rio, com lojas fechadas Marcos Serra Lima/G1 O Google publicou informações que mostram como o coronavírus afetou a movimentação de pessoas no país, com queda em idas a parques, serviços no comércio, locais de trabalho e estações de metrô e ônibus. A empresa divulgou relatórios para 131 países com gráficos que comparam a movimentação registrada entre 16 de fevereiro e 29 de março em lojas, com um período que abrange janeiro e o início de fevereiro deste ano. As informações dos diferentes países analisados podem ser acessados publicamente. As quedas se acentuaram à medida que governadores tomaram medidas para garantir o isolamento social, diante da pandemia do coronavírus no Brasil. No dia 21 de março, por exemplo, foi decretada quarentena no estado de São Paulo, o que levou shoppings centers, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais a fechar portas. No Brasil, a queda na categoria "recreação" (que inclui cafés, restaurantes e museus, por exemplo) foi de 71%. A categoria "parques", em que estão também praias, teve um pico durante os dias de carnaval, mas ainda assim teve queda de 70% no período analisado. Dados do Google mostram locomação de usuários Android no Brasil. Reprodução A gigante mediu ainda outros locais, como estações de transporte público, como metrô e ônibus, onde o movimentou caiu 62%. Em escritórios e outros locais de trabalho, a queda foi menos abrupta, de 34%. De acordo com a análise, a única categoria que registrou alta foram as residências, de 17%. A ideia era medir como a quarentena e o isolamento causados pela covid-19 afetou a movimentação e os locais de visitas dos usuários. Os dados nos relatórios são de celulares Android com recurso "Histórico de localização" ativado. A empresa disse que adotou medidas para garantir que nenhum indivíduo pudesse ser identificado através dos levantamentos. Viaduto do Chá vazio na manhã desta sexta-feira (27) durante a quarentena do coronavírus em SP Giaccomo Voccio/G1 O Google informou que publicou os relatórios para evitar qualquer confusão sobre os dados que fornece a autoridades, diante do debate global que surgiu sobre o equilíbrio entre proteção à privacidade e a necessidade de evitar a disseminação do vírus. "Esses relatórios foram desenvolvidos para ajudar a cumprir nossos rigorosos protocolos e políticas de privacidade", escreveram Karen DeSalvo, vice-presidente de saúde do Google Health e Jen Fitzpatrick, vice-presidente sênior do Google Geo, em comunicado. De acordo com a agência Reuters, a empresa se recusou a comentar se recebeu alguma solicitação legal para compartilhar dados mais detalhados para ajudar nos esforços de combate da pandemia.

Segundo ministro da Economia, auxílio de R$ 600 para trabalhadores informais custará R$ 98 bi, enquanto orçamento dos ministérios para despesas discricionárias é de R$ 95 bi. O ministro da Economia, Paulo Guedes, ao conceder entrevista coletiva no Palácio do Planalto nesta sexta (3) Reprodução/GloboNews O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (3) que os gastos do governo federal por três meses com o auxílio emergencial para trabalhadores informais irão superar o orçamento deste ano previsto para os ministérios. Guedes deu a declaração em uma entrevista coletiva no Planalto. O auxílio foi aprovado pelo Congresso Nacional, sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro e será pago durante a pandemia do novo coronavírus. Segundo Paulo Guedes, o auxílio de R$ 600 representará R$ 98 bilhões em gastos para o governo, enquanto o orçamento dos ministérios para despesas discricionárias neste ano será de R$ 95 bilhões. "Esse gasto que é maior que toda a programação anual. Em três meses vamos gastar mais do que toda a programação anual de todos os ministérios. Os R$ 95 bilhões de despesas discricionárias que nós tínhamos", afirmou. "Só esse programa de auxílio aos informais excede todo o valor de gastos discricionários desse ano, que toda as despesas que todos os ministérios teriam esse ano", enfatizou o ministro. 'Oportunismo' Durante a entrevista coletiva, o ministro também firmou que os programas anunciados pelo governo para combater a crise do coronavírus podem chegar a R$ 1 trilhão. Paulo Guedes também chamou de "oportunismo político" as críticas sobre o tempo que o governo levou para anunciar medidas. "Muita gente criticando, mas a grande verdade é que em três ou quatro semanas saímos de zero para mais de R$ 800 bilhões em recursos. Qualquer crítica que houve demora no programa eu considero oportunismo político, não considero coisa séria", afirmou. Déficit 'justificável' Durante apresentação no Palácio do Planalto, o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, disse que o déficit estimado nas contas públicas pode chegar a 6% do Produto Interno Bruto neste ano, com novas medidas que deverão ser anunciadas para o enfrentamento da Covid-19. Na avaliação de Waldery, o rombo nas contas públicas, revisado para R$ 419 bilhões, é "justificável" diante da crise provocada pelo novo coronavírus. "Esse valor [de déficit primário] é sim o maior valor da série histórica. Ele é plenamente justificável dada a ação do governo nessa crise, que requer ação e celeridade no processamento das ações", afirmou. “Esse número [de 5,55% do PIB] pode chegar a 6% do PIB, que é de fato em função dos 2,97% [do PIB em medidas já anunciadas] aproximar-se de um valor acima de 3%, então, seria algo como 3,3% ou 3,4%”, acrescentou o secretário. O percentual do PIB brasileiro empregado nas medidas contra a Covid-19 está abaixo do que já foi anunciado por outros países. A Espanha, por exemplo, já anunciou medidas que alcançam 17% do PIB. O Reino Unido já ultrapassou esse percentual de 17% do PIB. Nos Estados Unidos, as medidas contra o coronavírus devem chegar a 11,3%. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Initial plugin text

De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor para R$ 4,298. Bomba de gasolina em posto da zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 Os preços dos combustíveis caíram na semana, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (03) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com o levantamento da ANP, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor recuou 2,31%, para R$ 4,298. Já o preço do litro do diesel caiu 1,6% no período, para R$ 3,437, em média. O litro do etanol recuou 3,2%, para R$ 3,039. Os valores são uma média calculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região. No acumulado do ano, a gasolina tem queda de 5,7%, o diesel já caiu 8,3% e o etanol recuou 3,7%. Neste momento, a queda do valor dos combustíveis se dá pela combinação do baixo patamar do preço do petróleo e pela fraca demanda diante do impacto provocado pelo coronavírus na economia. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro

Crise do coronavírus encerrou série de 113 meses de crescimento dos empregos nos Estados Unidos. Os principais índices acionários dos Estados Unidos recuaram mais de 1,5% nesta sexta-feira, depois de dados mostrarem que o coronavírus encerrou abruptamente uma série de 113 meses de crescimento dos empregos nos Estados Unidos, intensificando os temores de uma profunda desaceleração econômica. Ainda assim, a perda de 701 mil empregos em março - revelada por números do Departamento do Trabalho - não capturou completamente os danos econômicos causados ​​pelo vírus. A pesquisa considerou os dados apenas até meados de março, antes que amplos bloqueios nos Estados Unidos colocassem mais pessoas fora do mercado de trabalho. Wall Street Lucas Jackson/Reuters "Mesmo que investidores possam se preparar para alguns relatórios econômicos sombrios nas próximas semanas, temos um lembrete muito sóbrio do que está por vir a partir do relatório de empregos de hoje", disse Mark Luschini, estrategista-chefe de investimentos da Janney Montgomery Scott, na Filadélfia. Investidores também permaneceram ansiosos para o fim de semana devido à possibilidade de notícias "particularmente negativas" sobre contagens de casos de coronavírus ou novos focos da doença ao redor de todo o país, disse Luschini. O S&P 500 acumula queda de quase 27% em relação ao seu recorde de fechamento de meados de fevereiro - ou em cerca de US$ 7 trilhões em termos de valor de mercado -, e economistas têm reduzido suas previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. O Morgan Stanley agora prevê contração de 38% no segundo trimestre. O Dow Jones caiu 1,69%, para 21.052,53 pontos, o S&P 500 perdeu 1,51%, para 2.488,65 pontos, e o Nasdaq Composite recuou 1,53%, para 7.373,08 pontos.

Contratos registraram os maiores ganhos percentuais semanais da história diante de expectativas de que um acordo global para cortes de oferta de petróleo possa surgir no início da semana que vem. Os preços do petróleo avançaram pelo segundo dia consecutivo nesta sexta-feira (3), com os contratos tanto do Brent quanto do WTI registrando os maiores ganhos percentuais semanais da história diante de expectativas de que um acordo global para cortes de oferta da commodity possa surgir no início da semana que vem. Na quinta-feira, o petróleo havia registrado a maior disparada diária da história por perspectivas de um corte de produção equivalente a entre 10% e 15% da demanda global. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters A recuperação após semanas de fortes perdas ocorreu depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Rússia e Arábia Saudita vão negociar o fim de sua guerra de preços, que derrubou as cotações em mais de 50% no mês passado. Trump disse que os EUA não concordaram em cortar seu bombeamento. O rali continuou nesta sexta-feira, com os contratos futuros do petróleo Brent saltando 13,9%, ou US$ 4,17, para US$ 34,11 por barril. O Brent chegou a operar em alta de 47% na véspera, maior ganho percentual intradia da história, quando fechou em alta de 21%. O contrato terminou a semana com avanço de 36,8%, maior ganho percentual semanal da história. Já o petróleo dos EUA fechou em alta de US$ 3,02, ou 11,93%, a US$ 28,34 por barril. O vencimento registrou ganho de 31,8% na semana, também o maior da história. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) agendou para segunda-feira uma reunião emergencial, liderada pela Arábia Saudita, na qual pode haver um acordo para cortes de produção equivalentes a 10% da oferta global --cerca de 10 milhões de barris por dia. "A diplomacia da barganha no petróleo claramente ganhou força durante a noite, e os cortes são mais prováveis agora do que eram ontem", disse Robert McNally, presidente do Rapidan Energy Group, em Maryland. "O tamanho dos cortes parece estar aumentando, e o 'timing' está acelerado." A Rússia, no entanto, ainda não se comprometeu em definitivo com os cortes, e nem os EUA.

Diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, solicitou às economias avançadas que intensifiquem seus esforços para ajudar os países em desenvolvimento a sobreviverem ao impacto econômico decorrente da pandemia de coronavírus. A pandemia de coronavírus tem levado a economia global à estagnação e mergulhado o mundo em uma recessão que será "muito pior" do que a crise financeira global de uma década atrás, disse a chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta sexta-feira (3). Durante uma rara coletiva de imprensa conjunta com a líder da Organização Mundial da Saúde (OMS), a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, solicitou às economias avançadas que intensifiquem seus esforços para ajudar os mercados emergentes e os países em desenvolvimento a sobreviverem ao impacto econômico e de saúde decorrente da pandemia. Diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva Reuters "Esta é uma crise como nenhuma outra", disse ela a cerca de 400 repórteres em uma teleconferência. "Testemunhamos a economia mundial parada. Estamos agora em recessão. É muito pior do que a crise financeira global" de 2008-2009. Mais de 1 milhão de pessoas foram infectadas com o novo coronavírus e mais de 53 mil morreram, de acordo com uma contagem da Reuters nesta sexta-feira. Georgieva disse que o FMI está trabalhando com o Banco Mundial e com a OMS para adiantar seus pedidos à China e a outros credores bilaterais oficiais para que suspendam a cobrança de dívidas dos países mais pobres por pelo menos um ano até a pandemia amainar. Ela disse que a China tinha se engajado "construtivamente" no assunto, e o FMI elaborará uma proposta específica nas próximas semanas com o Clube de Paris das nações credoras, o Grupo das 20 principais economias do mundo e o Banco Mundial para revisão nas Reuniões Anuais da Primavera, que serão realizadas online em cerca de duas semanas. Os mercados emergentes e as economias em desenvolvimento foram duramente atingidos pela crise, disse Georgieva, observando que quase US$ 90 bilhões em investimentos já haviam saído de mercados emergentes, valor muito maior do que durante a crise financeira. Alguns países também estavam sofrendo quedas acentuadas nos preços das commodities. Mais de 90 países, quase metade dos 189 membros do FMI, solicitaram um financiamento de emergência ao Fundo para responderem à pandemia, afirmou ela. O FMI e a OMS têm solicitado que a ajuda de emergência seja utilizada principalmente para aperfeiçoar os sistemas de saúde, pagar médicos e enfermeiros e comprar equipamentos de proteção. Georgieva disse que o Fundo está pronto para usar o máximo de seu "baú de guerra", de US$ 1 trilhão, em capacidade financeira, conforme necessário. O FMI começou a desembolsar fundos para os países solicitantes, incluindo Ruanda, com pedidos de mais dois países africanos para serem analisados ​​nesta sexta, disse ela. "Esta é, no curso da minha vida, a hora mais sombria da humanidade --uma grande ameaça para o mundo inteiro-- e exige que permaneçamos elevados, unidos e protegendo os mais vulneráveis ​​de nossos companheiros cidadãos", disse ela. Ela disse que os bancos centrais e os ministros das Finanças já tomaram medidas sem precedentes para mitigar os efeitos da pandemia e estabilizar os mercados, mas é necessário mais trabalho para manter a liquidez fluindo, especialmente para os mercados emergentes. Para esse fim, a diretoria do Fundo irá analisar, nos próximos dias, uma proposta para criar uma nova linha de liquidez de curto prazo para ajudar a fornecer fundos para os países que enfrentam problemas. Ela também instou os bancos centrais, e particularmente o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), a continuarem oferecendo linhas de swap para as economias emergentes.

Encargos são cobrados normalmente após vencimento de boletos, mas em alguns casos há prorrogação do prazo para pagamento ou suspensão de corte no fornecimento de serviços. Orientação é para negociar contratos. Consumidores precisam pagar contas em dia para evitar cobrança de multa e juros Helene Santos/SVM Apesar do contexto de paralisação da atividade econômica diante da pandemia do coronavírus, os consumidores precisam efetuar os pagamentos de suas contas em dia. O atraso do pagamento continua incidindo multa e juros. Há, no entanto, casos em que o prazo de pagamento é prorrogado, além da possibilidade de negociação individual de cada contrato. Em meados de março, a Federação Brasileira de Banco (Febraban) anunciou que os cinco maiores bancos associados - Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú Unibanco e Santander – poderão prorrogar por 60 dias o vencimento de dívidas tanto de pessoas físicas quanto de micro e pequenas empresas. A prorrogação do vencimento de contas por parte dos bancos, no entanto, não elimina a cobrança de encargos. Cada banco pode estabelecer condições próprias para estender o prazo de cobrança. A negociação é individual, ou seja, as contas não foram automaticamente prorrogadas – cada consumidor precisa acionar o banco, seja através do gerente ou dos canais eletrônicos de atendimento. O advogado Pedro Paulo Salles Cristofaro, sócio do escritório Chediak Advogados, alerta que é preciso avaliar com cautela antes de solicitar a prorrogação do prazo para pagamento das contas. “As pessoas não devem contar com isso, a menos em caso de grande necessidade. Não pagar agora pode significar que ao final desse período, que a gente não sabe quando vai ser, as contas se acumulem”, apontou. Outras contas de consumo, como alugueis, academias, escolas e cursos de idioma também demandam negociação individual. “Estamos vivenciando uma situação excepcional, mas não houve uma lei federal que deliberasse sobre esses contratos privados”, apontou a advogada Patrícia Sampaio, sócia do escritório Rennó, Penteado, Reis & Sampaio. Serviços essenciais Diferente dos contratos privados de prestação de serviço que demandam negociação individual entre as partes, as contas referentes aos serviços básicos essenciais como o fornecimento de água, energia elétrica e gás encanado dependem de decisões do poder público ou das próprias concessionárias prestadoras dos serviços. Em âmbito nacional, somente a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deliberou suspender o corte no fornecimento em caso de inadimplência. No Rio de Janeiro, por exemplo, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) decidiu suspender por 90 dias a cobrança para a população de baixa renda. Nos casos em que o corte na prestação do serviço for suspenso, a orientação dos especialistas é para que a população tenha bom senso. “Quem pode pagar deve continuar pagando, até mesmo para evitar acumular débitos”, destacou o advogado Pedro Paulo Cristofaro.

Pesquisa realizada pelo Sebrae-SP mostra que empresários contam com ajuda do governo para não fecharem as portas. SÃO PAULO - Pessoas passam pela rua 25 de março, em São Paulo, com o comércio fechado nesta sexta-feira (20) para evitar a propagação do novo coronavírus Marcelo Brandt/G1 Enquanto o Ministério da Economia formula medidas de incentivo às empresas para que não quebrem durante a crise causada pelo novo coronavírus, o aperto fica mais latente entre os empresários. A pesquisa “As finanças dos pequenos negócios paulistas em tempos de coronavírus”, do Sebrae-SP, mostra que as pequenas e médias empresas do estado têm, em média, disponibilidade de caixa para apenas 12 dias com faturamento comprometido. A reportagem do G1 teve acesso antecipado aos números. Há setores, contudo, que têm ainda menos margem para segurar a renda. Trabalhadores de serviços domésticos e de construção, por exemplo, têm quatro dias de disponibilidade. As empresas mais bem posicionadas são de Informação e Comunicação, que chegam à média de 35 dias. Os Microempreendedores Individuais (MEI) são os que mais sofrem, com cerca de oito dias de caixa. Em seguida, vêm as Micro Empresas (ME), com 14 dias, e Empresas de Pequeno Porte (EPP), com 21 dias. Sou MEI. Preciso recolher os tributos do Simples? O Sebrae-SP estima que existam mais de 4,2 milhões de pequenos negócios empresariais no estado, que geram 5 milhões de empregos com carteira assinada. Para a pesquisa, o órgão coletou as respostas de 2.696 delas, em questionários realizados entre 27 e 29 de março. Na data, mais de 54% estavam fechados em virtude das determinações do Governo do Estado de São Paulo. Como alternativas de venda, cerca de 35% disseram estar operando por WhatsApp. Por redes sociais eram 23,5% e por telefone, 22,9%. Sou empresário. Preciso recolher o FGTS dos funcionários? A pesquisa mostra também a baixa digitalização dos negócios para além das plataformas sociais. Apenas 9,8% usam sites próprios para venda e 8% recorrem a marketplaces. Apenas 26% disseram ter serviços próprios de entrega. “Esses números precisam melhorar. Com o passar da crise, o home office vem para ficar e o empresário tem que achar formas de vender para o público remoto”, afirma Wilson Poit, diretor superintendente do Sebrae-SP Planejamento de crise A maior parcela dos empresários mostra consciência de que a redução das atividades não é medida de curto prazo. Quase 54% acreditam que a crise não durará menos que 45 dias. Por isso, quase 40% dos entrevistados disse que espera ter recursos para pagar dívidas por meio de algum auxílio do governo. Do total, 23% admite que pretende não pagar seus compromissos e quase 15% têm demissões no radar. “As medidas do governo estão no caminho certo, mas precisamos ajudar o dinheiro a chegar muito rápido na mão do micro e pequeno empresário”, diz Poit. “Nosso conselho é não ter vergonha de renegociar com fornecedores e tomar crédito. É preciso sobreviver às próximas semanas.” A pesquisa do Sebrae é inspirada em um modelo criado pelo banco JP Morgan que avaliou o preparo de pequenas empresas americanas para crises. Nos Estados Unidos, a média foi de 27 dias de disponibilidade de caixa — mais que o dobro da situação no Estado de São Paulo. Initial plugin text

Disputa judicial começou em 1999; governo federal argumenta que não cabe ao MP entrar com ações. Presidente do STF diz que verba poderia ajudar a reduzir falhas na educação básica. O presidente do STF, Dias Toffoli, durante discurso na sessão de abertura do ano legislativo no Congresso Will Shutter / Câmara dos Deputados O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, autorizou o Ministério Público Federal (MPF) a cobrar da União o pagamento de verbas complementares do extinto Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Os valores, não divulgados, são referentes ao período entre 1998 e 2006 e deveriam ter sido pagos a estados e municípios para complementar investimentos no ensino fundamental. O fundo foi precursor do atual Fundeb, que reúne verbas para todo o ensino básico (infantil, fundamental e médio). Toffoli atendeu a um pedido do MPF e derrubou decisão liminar (provisória) do desembargador Fábio Prieto, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). Prieto tinha suspendido os efeitos de um julgamento do TRF-3 que mandou liberar os pagamentos. Essa decisão chegou a ser mantida pela ministra Cármen Lúcia, do STF, em um primeiro momento. O MPF voltou a recorrer e, nas mãos de Toffoli, o quadro se inverteu. Na decisão, o atual presidente do STF afirmou que o Supremo tem entendimento pacificado de que há plena vinculação das verbas do Fundef, exclusivamente, ao uso em educação pública e a nenhum outro fim. O ministro afirmou que é mais razoável permitir a atuação do MPF contra a União do que exigir que todos os beneficiários constituam patronos para a defesa de seus interesses. Segundo o ministro, “a delonga em formalizar-se esse pagamento, inegavelmente gera lesão à ordem pública e administrativa dos credores de tais valores, posto que, por cuidar-se de verba cuja utilização está vinculada à educação pública, poderia ser, desde logo, utilizada para implementar melhorias nesse setor sempre tão carente da Administração Pública, na maioria dos municípios e estados brasileiros", escreveu. “Uma educação falha, de baixa qualidade, é uma das causas do retardo no desenvolvimento do país, desenvolvimento esse que apenas pode ser almejado com a formação de cidadãos aptos ao exercício de seus direitos e à efetiva colaboração para o engrandecimento da nação”, disse. Disputa de décadas A disputa judicial em torno dos valores se arrasta desde 1999, quando o MPF ajuizou uma ação civil pública para cobrar a verba da União. Em 2015, a Justiça Federal e o TRF-3 condenaram a União e determinaram a execução da dívida. A União recorreu, argumentando que nem a Justiça Federal teria competência para julgar o conflito, nem o MPF teria legitimidade para representar os estados e municípios no pedido de execução das dívidas. Foi em cima desse recurso que o desembargador Fábio Prieto suspendeu a cobrança das verbas. A partir daí, os recursos foram levados ao Supremo Tribunal Federal.
De acordo com ministro Onyx Lorenzoni, aplicativo para celular estará disponível para ser baixado a partir de terça-feira (7). Cadastro também será possível por telefone e site. Aplicativo vai cadastrar trabalhadores informais com direito à ajuda de R$ 600 por mês O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse nesta sexta-feira (3) que será usado um aplicativo para celulares para identificar os trabalhadores informais que não estão em nenhum cadastro do governo, mas têm direito de receber o auxílio de R$ 600. Auxílio emergencial: quem tem direito e como vai funcionar a ajuda de R$ 600 para trabalhadores informais O benefício é uma das medidas de alívio à crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. Ele se destina a pessoas sem carteira assinada e renda fixa, afetadas pelas medidas de isolamento social adotadas para conter a velocidade da Covid-19 no Brasil (veja mais abaixo quem tem direito ao auxílio). De acordo com o ministro, o aplicativo poderá ser baixado a partir da terça-feira (7). Onyx disse que, além do aplicativo, o cadastro poderá ser feito por telefone, em número que será divulgado posteriormente, e através de um site, que também está em desenvolvimento. Ele informou ainda que será possível fazer o registro em agências, mas não informou quais. Entretanto, a recomendação é que o cadastro seja feito, de forma prioritária, por meio digital, a fim de evitar aglomerações. Já o calendário para o pagamento do auxílio aos informais será anunciado na segunda-feira (6). O governo vem recebendo críticas pela demora em repassar ajuda a trabalhadores e empresas afetados pela crise do coronavírus. Segundo o ministro, entre 15 milhões e 20 milhões de trabalhadores que têm direito ao auxílio não estão atualmente em nenhum cadastro usado pelo governo e precisam fazer o registro para receber o dinheiro. Deve fazer o cadastramento pelo aplicativo: o trabalhador que não está no Cadastro Único do governo; que não é contribuinte individual do INSS; e que não é microempreendedor individual. De acordo com o ministro, trabalhadores que já estão nos cadastros do governo mas que não sabem disso e venham a tentar fazer o credenciamento por qualquer dos meios anunciados, vão ser informados de que não precisam do registro. Onyx informou ainda que: o dinheiro será creditado em conta bancária, ou; ele receberá uma autorização para fazer o saque nas lotéricas. "Aqueles que não têm conta, terão uma conta digital aberta de forma gratuita. Quem já tiver em outro banco, receberá uma TED [transferência eletrônica] de graça”, informou o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. Governo publica no Diário Oficial lei que prevê pagamento do auxílio emergencial de R$600 O presidente da Caixa disse ainda que um segundo aplicativo será criado para servir como mais uma opção para o recebimento do auxílio. Segundo o ministro da Cidadania, há ainda a previsão de que o auxílio possa ser sacado em caixas eletrônicos. Onyx disse que a previsão é de que esses trabalhadores possam começar a receber o auxílio 48 horas depois de concluírem o cadastramento pelo aplicativo, site ou telefone. "Queremos dar tranquilidade ao taxista, ao vendedor de pipoca, à diarista, de que ela, a partir de terça-feira (7), terá as condições de fazer o cadastramento e, em poucas horas, receber os recursos", disse o ministro da Cidadania. Calendário de pagamento O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou que na segunda-feira (6) o banco anunciará o calendário de pagamento e detalhes operacionais para o recebimento do benefício pelos trabalhadores informais. Ele disse que o aplicativo ainda não foi lançado e alertou para golpes digitais. "Quando lançarmos [o aplicativo], sabemos que teremos dezenas de milhões de acessos em um só dia. Até agora, não lançamos ainda. Então qualquer aplicativo que a população esteja vendo não é um aplicativo do governo. Porque este aplicativo que a Caixa montou junto com o governo federal, é o único que concentrará essa base de dados”, afirmou. Sobre o auxílio Além dos informais atualmente fora de cadastro, outros dois grupos terão direito ao auxílio de R$ 600. Um deles é composto por pessoas que fazem parte do Bolsa Família, e que poderão ter o benefício elevado. A previsão é que os beneficiários desse grupo comecem a receber a ajuda adicional a partir de 16 de abril. O segundo grupo é dos trabalhadores que já estão no cadastro único do governo federal. Para estes, ainda não há data para o início dos repasses, mas, segundo Lorenzoni, a expectativa é de que isso aconteça de forma muito rápida. O ministro da Cidadania disse que, os beneficiários do Cadastro Único devem ser os primeiros a receber. Ele disse que o governo trabalha para iniciar o pagamento a parte deles na próxima semana, antes do feriado de Páscoa. Segundo o governo, o auxílio deverá beneficiar 54 milhões de pessoas, com custo de R$ 98 bilhões. Conforme o projeto aprovado, o auxílio será limitado a duas pessoas da mesma família. O texto ainda definiu que a trabalhadora informal que for mãe e chefe de família terá direito a duas cotas, ou seja, receberá R$ 1,2 mil mensais por três meses. O que é preciso para ter direito ao auxílio? O projeto que cria o auxílio de R$ 600 altera uma lei de 1993, que trata da organização da assistência social no país. De acordo com o texto, durante o período de três meses, será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos: ser maior de 18 anos de idade; não ter emprego formal; não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família; ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos; que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70. O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento de desses requisitos. O texto diz também que o trabalhador deve exercer atividade na condição de: microempreendedor individual (MEI); contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria; trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado, intermitente inativo, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020, ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima, desde que faça uma autodeclaração pelo site do governo. A proposta estabelece ainda que somente duas pessoas da mesma família poderão receber o auxílio emergencial. Para quem recebe o Bolsa Família, o programa poderá ser substituído temporariamente pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa.
Pedido vem do setor imobiliário, que já está na mesa de negociação para superar o impacto econômico da pandemia de coronavírus. O regime jurídico emergencial aprovado pelo Senado nesta sexta-feira (3), criado por sugestão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tofolli, para valer durante o período de pandemia do coronavirus no Brasil, trouxe uma mudança que deixou aliviado o setor imobiliário. Foi retirado do texto o artigo que permitia que locatários residenciais pudessem suspender o pagamento do aluguel até 30 de outubro deste ano em virtude das perdas financeiras. O argumento de representantes do setor era de que a permissão para a moratória causasse um efeito cascata, com agravamento da situação financeira para aquelas pessoas que dependem dos aluguéis para complementar renda. Um exemplo usado para convencer os senadores foi uma pesquisa do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo. A pesquisa indica que 80% dos locadores residenciais têm um único imóvel para locação e dependem desse imóvel para aposentadoria ou renda. A regra para quem terá dificuldade para pagar aluguel segue sendo a negociação. E hoje há muita boa vontade dos proprietários de imóveis residenciais e comerciais para negociar. O mercado de locação de imóveis, que florescia no país até a pandemia do coronavirus afetar a economia brasileira, já se adapta à nova realidade. As renegociações de valores de aluguéis, que vão do desconto até a isenção total por um prazo de alguns meses, mobiliza administradores de shopping centers, imóveis comerciais em ruas, galpões logísticos e até mesmo hotéis. Segundo o Secovi, as reduções em todo o país seguem uma média de 20% a 60% e têm como causa a diminuição ou mesmo estagnação da atividade econômica. Em muitas cidades do país, esta é a terceira semana em que o comércio não essencial permanece fechado. E assim deve continuar em quase todo o país pelo mês de abril. Segundo pessoas do setor ouvidas pelo blog, há shoppings centers em que os aluguéis deixaram de ser cobrados pelos meses de abril e maio. Negociações sobre os valores de condomínio estão em curso. A tentativa é salvar os lojistas de uma quebradeira. “Ninguém quer que o contrato seja encerrado. Se é bom pagador, você quer a permanência do bom inquilino. Então, o proprietário tem interesse em sentar e negociar”, diz o vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, Adriano Sartori. “Em muitos casos, o aluguel residencial ou comercial é a única fonte de renda de muitos locadores, que também têm compromissos a quitar. E estamos falando de milhões de proprietários pessoas físicas que dependem de um único imóvel alugado para sobreviver. Por outro lado, existem locatários, que não tiveram seus rendimentos afetados, podem pagar regularmente os aluguéis”, diz. Mas há quem esteja ganhando nesse mercado. Locatários de estabelecimentos considerados essenciais, como supermercados, padarias e farmácias, que permanecem abertos, têm ganho mercado. O mesmo acontece com galpões logísticos utilizados por empresas de e-commerce, que tiveram um crescimento nas vendas. Fundos Também foi atingida em cheio a indústria dos fundos de investimento imobiliários, que ficaram populares com a queda de juros básicos da economia. Com um patrimônio de cerca de R$ 100 bilhões, esses fundos são a fonte de renda alternativa e aposentadoria para um público quase na totalidade pessoas físicas. Em fevereiro, os fundos imobiliários detinham mais de 760 mil CPFs na base de cotistas. Começavam a nascer alguns fundos com lastro em aluguéis residenciais, que devem ser diretamente afetados pela crise econômica. O mercado de securitização de créditos imobiliários também foi afetado. Em 2019, esse mercado emitiu cerca de R$ 21,73 bilhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), títulos de renda fixa que têm como parte de seu lastro, entre outros, aluguéis de operações imobiliárias.
Produção e comercialização serão suspensas a partir desde domingo (5). O Grupo Modelo, empresa mexicana de bebidas, decidiu suspender temporariamente a produção e a comercialização da cerveja Corona dentro do México, a partir deste domingo (5), em meio à pandemia da Covid-19, o novo coronavírus. O comunicado foi feito pelo grupo em uma rede social da empresa. A decisão atende a uma determinação do governo do México para que se interrompam as atividades econômicas que não sejam essenciais. O Grupo afirma, no comunicado, que está diminuindo a sua produção ao mínimo necessário para evitar perdas irreversíveis no futuro. Initial plugin text
Medida provisória permite redução de jornada e salário e também suspensão do contrato de trabalho O empresário afetado pela crise provocada pelo coronavírus tem algumas alternativas para conseguir negociar o salário dos empregadores ou até mesmo interromper o contrato de trabalho. Uma medida provisória do governo possibilita, por exemplo, a redução da jornada e do salário em até 70% – com possibilidade até de suspensão dos contratos de trabalho. Medidas econômicas na crise do coronavírus: veja perguntas e respostas Veja abaixo o caminho possível para a redução de salário: Redução da jornada e salário Possibilidade de redução de jornada O governo liberou a redução da jornada de trabalho em redução poderá ser de 25%, 50% ou de 70% e vigorar por até 90 dias. Quem tiver a jornada e o salário reduzidos receberá um auxílio do governo proporcional ao valor do seguro-desemprego. Como ficam os salários com a redução de jornada? Veja simulações Assim, quem tiver uma redução de 50% por parte da empresa vai receber uma parcela de 50% do que seria o seu seguro-desemprego caso fosse demitido. Corte de 25% no salário: recebe 75% do salário + 25% da parcela do seguro-desemprego Corte de 50% no salário: recebe 50% do salário + 50% da parcela do seguro-desemprego Corte de 70% no salário: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego Como fazer a negociação Para trabalhadores que recebem até três salários mínimos, o acordo para redução de jornada e salário pode ser feita por acordo individual ou coletivo. Para quem recebe entre três salários mínimos e dois tetos do INSS (R$ 12.202,12, valor de referência), a redução de jornada e salário terá que ser feita por acordo coletivo, já que nessa faixa a compensação da parcela do seguro-desemprego não compensa toda a redução salarial. Acima de R$ 12.202,12, a lei trabalhista atual já autoriza acordo individual para redução de jornada e salário. Governo detalha proposta que autoriza empresas a reduzir salários e jornada de trabalho Garantia de estabilidade A MP estabelece uma "garantia provisória" do emprego do trabalhador pelos meses em que ele tiver a jornada e o salários reduzidos e por igual período quando as atividades e pagamentos forem normalizados. Por exemplo, se o trabalhador tiver a jornada e o salário alterados por dois meses, a garantia do emprego valerá por quatro meses. Ainda assim, o empregador continua podendo demitir o funcionário durante esse período. Porém, se dispensá-lo sem justa causa, a medida prevê o pagamento pela empresa das verbas rescisórias e de uma indenização. Essa regra não vale para casos de dispensa a pedido ou por justa causa do empregado. O valor desta indenização será de: 50% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, na hipótese de redução de jornada de trabalho e de salário igual ou superior a 25% e inferior a 50%; 75% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, na hipótese de redução de jornada de trabalho e de salário igual ou superior a 50% e inferior a 70%; ou 100% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, nas hipóteses de redução de jornada de trabalho e de salário em percentual superior a 70% ou de suspensão temporária do contrato de trabalho. Suspensão do contrato de trabalho O governo também passou a permitir para algumas empresas específicas que estão praticamente paradas a suspensão do contrato de trabalho. Nesse caso, os trabalhadores também receberão uma compensação do governo de até 100% do seguro-desemprego. O prazo máximo para suspensão do contrato de trabalho é de 60 dias. No período de suspensão, os salários não são pagos, e o empregado não poderá permanecer trabalhando para o empregador, ainda que parcialmente, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou trabalho à distância. Como aderir Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, será utilizado o empregadorweb, já usado pelas empresas. As empresas deverão preencher as informações pelo sistema, com a forma como os contratos foram reduzidos. Uma vez recebidos os dados das empresas, inclusive com os dados bancários, o governo fará o depósito diretamente nas contas dos trabalhadores.

Projeção vale para mês de março. Primeira quinzena tinha estimativa de 7,1 mil pessoas sem emprego, mas número dobrou com determinação de quarentena. Projeção da Acic mostra 14,2 mil pessoas desempregadas na segunda quinzena de março Uma estimativa da Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic) aponta que o mês de março pode ter cerca de 14,2 mil desempregados na região por causa da pandemia do novo coronavírus. Antes da quarentena, que obrigou a suspensão temporária nas atividades de comércios e serviços, a projeção era de 7,1 mil pessoas sem trabalho, mas o número dobrou na segunda quinzena do mês após as medidas serem adotadas pelas prefeituras. MAPA: casos de coronavírus pelo Brasil Coronavírus: veja perguntas e respostas A reportagem da EPTV, afiliada da TV Globo, registrou os relatos de três pessoas que perderam o emprego em meio à pandemia de Covid-19. Veja os depoimentos no vídeo acima. Uma das histórias é a da Sueli Fernandes. Ela trabalhava como auxiliar de cozinha de uma montadora de veículos na região e foi dispensada no dia 23 de março. O marido e o filho também perderam os empregos. "As contas chegando... E quando chega, chega um balde cheio. E você olha e fala: meu Deus do céu, de onde vou tirar dinheiro para pagar tudo isso?", relata a mulher. 03/04: Mulher mostra as contas para pagar após perder o emprego na região de Campinas durante a quarentena contra o avanço do novo coronavírus. Reprodução/EPTV Casos de coronavírus na região A região de Campinas tem 80 casos confirmados de coronavírus e três mortes provocadas pela doença, todas na metrópole. Campinas: 53 Paulínia: 4 Vinhedo: 4 Valinhos: 3 Americana: 3 Itapira: 3 Indaiatuba: 2 Águas de Lindoia: 1 Louveira: 1 Holambra: 1 Hortolândia: 1 Jaguariúna: 1 Mogi Guaçu: 1 Sumaré: 1 Pedra Bela: 1 Dicas de prevenção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas