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App tem mais de 100 milhões de usuários nos Estados Unidos, e autoridades americanas haviam expressado preocupação com a captação e uso de dados pela China. TikTok e WeChat serão banidos nos Estados Unidos a partir deste domingo (20) cO presidente dos O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (19) que aprovaria a negociação proposta por Oracle e Walmart com a empresa chinesa ByteDance para criar uma operação interna do aplicativo TikTok, depois de ameaçar um banimento da rede social do território americano. Após a fala de Trump, segundo agências internacionais, o Departamento de Comércio confirmou em um comunicado que iria atrasar - em uma semana - as restrições que deveriam entrar em vigor no domingo. Os fatores que levaram Trump a anunciar bloqueio de TikTok e WeChat nos EUA Trump disse aos repórteres na Casa Branca que daria sua "benção" ao negócio, que atenderia às suas preocupações com a segurança nacional. O TikTok tem mais de 100 milhões de usuários no país, e autoridades americanas haviam expressado preocupação com a captação e uso de dados pela China. "A segurança será 100%. Conceitualmente, é um bom negócio para os Estados Unidos", afirmou Trump. "Dei minha benção ao acordo." A nova companhia seria chamada de TikTok Global e ficaria baseada nos Estados Unidos, no estado do Texas. Segundo a Reuters, os sócios americanos teriam 53% da nova empresa, enquanto chineses ficariam com uma fatia de 36%. Segundo Trump, a nova empresa seria totalmente controlada por Oracle e Walmart e geraria até 25 mil empregos no país. O Walmart, inclusive, deve colocar seu CEO, Doug McMillon, na diretoria do TikTok Global. Além de tocar a operação da rede social no país, a empresa deve ter a maioria dos executivos americanos, incluindo o CEO, além de um diretor especialista em segurança. A Oracle ficaria responsável pela gestão de dados da empresa e teria acesso aos códigos da ByteDance. O TikTok afirma estar "agradecido de que a proposta da Oracle e Walmart vá resolver os receios de segurança do governo dos Estados Unidos" e resolver questões sobre o futuro da rede social no país. Rede social chinesa processa governo dos EUA para reverter proibição Banimento As primeiras sanções de Washington contra o TikTok, acusado de ameaçar a segurança nacional dos Estados Unidos, devem entrar em vigor neste domingo. Os usuários do TikTok poderão usar essa plataforma até 12 de novembro, um período que potencialmente permitiria à TikTok, de propriedade da ByteDance da China, e a uma empresa americana proteger os dados do aplicativo para apaziguar as preocupações de Washington. O governo Trump afirma que as medidas são essenciais para neutralizar o potencial de espionagem da China por meio das plataformas. Pequim reagiu neste sábado chamando a decisão dos EUA de "intimidação", pouco antes de estabelecer um mecanismo que permitiria sancionar empresas estrangeiras. * (com informações da agência Reuters) VÍDEOS: Tecnologia .
Segundo o aplicativo, a proibição é introduzida por razões políticas. O banimento entra em vigor a partir desse domingo (20). EUA proibirão downloads de TikTok e uso do WeChat a partir de domingo O popular aplicativo de compartilhamento de vídeo TikTok pediu a um juiz dos Estados Unidos que impeça o governo Trump de proibir a rede de mídia social chinesa, segundo documentos judiciais protocolados na noite de sexta-feira (18). China acusa EUA de atos de 'intimidação' por medidas contra Tiktok e WeChat Os fatores que levaram Trump a anunciar bloqueio de TikTok e WeChat nos EUA A TikTok e sua empresa controladora, ByteDance, entraram com uma queixa em um tribunal federal de Washington contestando as recentes medidas proibitivas do governo Trump. O Departamento de Comércio dos EUA anunciou sexta-feira (18) que a proibição para pessoas no país baixarem os aplicativos de mensagens WeChat e TikTok a partir de 20 de setembro. A proibição é introduzida por razões políticas, alegaram TikTok e ByteDance na reclamação. O TikTok também disse que a proibição viola os direitos da empresa. O presidente dos EUA, Donald Trump, que está envolvido numa disputa comercial de longa data com a China, emitiu uma ordem executiva em 6 de agosto proibindo transações nos EUA com os donos chineses dos aplicativos de mensagens WeChat e TikTok. Tanto a ByteDance quanto a TikTok estão buscando um julgamento "declaratório" e uma ordem "invalidando e proibindo preliminarmente e permanentemente as Proibições e a ordem de 6 de agosto", de acordo com a reclamação. A Casa Branca não respondeu imediatamente quando a Reuters a contatou para comentar o assunto na manhã deste sábado. A TikTok, que tem mais de 100 milhões de usuários nos Estados Unidos, disse que a proibição "destruiria irreversivelmente os negócios da TikTok nos EUA". Vídeos: Tecnologia
Programa vai mostrar a animação dos agricultores do Paraná na hora do plantio da nova safra e mais notícias do campo. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (20) O Globo Rural deste domingo (20) vai mostrar a animação dos agricultores do Paraná na hora do plantio da nova safra. E com uma novidade: gente que já está fechando negócios com a soja que só vai ser colhida em 2022. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem ainda notícias sobre a alta nos preços do boi e do porco, as boas safras de algodão e trigo, a colheita do açafrão e mais notícias do campo. Não perca! A partir das 8h30. Veja mais vídeos do Globo Rural

Com alta do desemprego e do número de trabalhadores por conta própria que buscam ter um CNPJ, número de microempreendedores individuais chega a 10,8 milhões. Thiago Gomes Motta, Letícia Barreto Porfírio e Márcio Batata estão entre os brasileiros que se tornaram MEIs durante a pandemia Arquivo Pessoal Maria decidiu abrir um negócio próprio e virar microempreendedora individual (MEI) após ficar desempregada durante a pandemia de coronavírus. Thiago aproveitou a crise para mudar de área e deixar de ter patrão. Letícia resolveu fazer o registro de empreendedora formalizada após ver crescer a procura pelo seu serviço de aulas particulares para crianças. Já Marcos enxergou uma possibilidade de ampliar o número de trabalhos e ter a cobertura da Previdência Social. Os quatro fazem parte do universo de aproximadamente 1 milhão de novos microempreendedores individuais (MEIs) que o país ganhou desde o início da pandemia. Segundo dados do Portal do Empreendedor do governo federal, o número total de registros de MEIs atingiu 10,775 milhões no último dia 12 de setembro, ante 9,788 milhões no dia 7 de março, data do último balanço divulgado antes do início da pandemia, declarada oficialmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março. Ou seja, um acréscimo de 985 mil trabalhadores em pouco mais de 6 meses. No acumulado no ano, o Brasil já ganhou mais de 1,3 milhão de novos microempreendedores, contra 1,2 milhão no mesmo período de 2019. O número atual de registros representa também um avanço de 14% na comparação com o patamar do final de dezembro. Veja gráfico abaixo: Número de MEIs no Brasil Economia G1 O MEI é um regime tributário simplificado, com isenção de alguns impostos, criado em 2009 para incentivar e facilitar a formalização de pequenos negócios e de trabalhadores autônomos como vendedores, cabeleireiros, pedreiros, entregadores de aplicativos e professores particulares. Com o registro, o profissional pode ter CNPJ, emitir notas fiscais e ter acesso a benefícios previdenciários como auxílio doença e aposentadoria. Com o aumento do desemprego e maior flexibilização das relações de trabalho, muitos brasileiros têm sido empurrados para o chamado "empreendedorismo por necessidade" como uma forma de sobrevivência, mas o MEI também tem sido usado como uma ferramenta para aumentar a renda e prestar serviços como pessoa jurídica a um custo relativamente baixo. O contingente de 10,8 milhões de MEIs já equivale a mais de um terço do número de empregos com carteira assinada no país, que no 2º trimestre reuniu 30,2 milhões de pessoas, segundo o IBGE. Em paralelo, o Brasil perdeu 1,092 milhão de empregos formais no acumulado nos 7 primeiros meses do ano. De acordo com o Ministério da Economia divulgados nesta semana, os MEIs eram responsáveis no final de agosto por 55% do total de 19,289 milhões de empresas ativas no país. Microempreendedores individuais crescem 5,4% no 2º quadrimestre 'Ainda bem que tem essa opção', diz presidente do Sebrae O presidente do Sebrae, Carlos Melles, reconhece que parte do crescimento do número de MEIs está relacionado com a crise no mercado de trabalho, mas destaca que o avanço desta modalidade tem se mostrado uma tendência natural. "Um termo vulgar é o 'boi na seringa'. Ou seja, ou você entra ali ou você não tem muita opção, mas ainda bem que tem essa opção", afirma. "Se não é a segurança do emprego com carteira, é pelo menos uma expectativa de que a pessoa possa achar o seu caminho através da sua vontade própria, da sua especialização." Leia a seguir relatos de novos MEIs, conheça as regras desse regime, e saiba o que tem levado um número cada vez maior de brasileiros a optar por essa modalidade de trabalho. 'Precisei emitir notas fiscais' A terapeuta Letícia Barreto Porfírio, de 25 anos, pós-graduanda em neuropsicopedagogia, decidiu abrir o MEI durante a pandemia devido ao aumento da demanda pelos seus serviços e necessidade de sair da informalidade. "Aumentou muito a busca pelo meu serviço e demandou de mim maior institucionalização. Precisei emitir notas fiscais e ampliar espaço de atendimento”, conta a nova microempreendedora, que dá aulas particulares de musicalização infantil para crianças autistas e com outros desafios de desenvolvimento, como paralisia cerebral. Ela se registrou como MEI no dia 18 de maio, data do seu aniversário. “Me dei de presente essa autonomia." Letícia conta que começou dando aulas em casa, mas passou a prestar serviço também dentro de uma escola no Rio de Janeiro, que lhe cede o espaço. Em março, ela tinha apenas dois alunos. Agora, já são 12 crianças, com idades entre 1 e 9 anos. Embora o MEI tenha se tornado a alternativa de inserção de muitos jovens no mercado de trabalho, os números oficiais mostram que a maior concentração está na faixa dos 31 aos 40 anos, que reúne 3,3 milhões, ou 30,1% do total. Veja gráfico abaixo: MEIs por faixa etária Economia G1 Levantamento da fintech MEI Fácil mostra que 37% dos MEIs abrem o CNPJ para se formalizar no mercado e que 59% dos microempreendedores já exerciam a função antes da abertura do registro. Muitos, no entanto, acabam enfrentando dificuldades para conseguir emitir notas fiscais, uma vez que é necessário abrir um cadastro específico nas prefeituras ou estados. A estimativa é que menos de 15% dos MEIs tenham hoje nota fiscal. "Esse ainda é um processo extremamente moroso e burocrático, e não uniformizado. Muitos param no meio do caminho", afirma o fundador da MEI Fácil, Marcelo Moraes. 'Me garante alguma coisa' A possibilidade de ampliar as oportunidades de trabalhos e ter mais facilidade para acessar crédito foi o que atraiu o fotógrafo Marcos Batata, de 39 anos, morador do Morro do Macaco, em Cotia, na Grande São Paulo, a entrar nas estatísticas do MEI. "É um facilitador, caso haja a exigência da nota [fiscal]. Se for exigência do contratante, isso ajuda", afirma o fotógrafo, que atua há 4 anos por conta própria. Ele conta que se tornou MEI em agosto, após ajudar uma vizinha a fazer o registro pela internet e avaliar que ele também poderia se beneficiar. "É uma possibilidade de eu pagar o INSS. Não que eu vá me aposentar. Mas isso me garante alguma coisa se eu me machuco na rua, por exemplo", diz. 'Passei a poder administrar meu próprio tempo' Para Thiago Gomes Motta, de 37 anos, a crise econômica foi o impulso para a decisão de mudar de vez de área. Ele trabalhava no comércio e, em maio, decidiu empreender na área de construção civil, área em que já havia trabalhado. "Passei a poder administrar meu próprio tempo", diz. Thiago fez consultoria online com o Sebrae e investiu cerca de R$ 5 mil na abertura da empresa para realizar obras e ajudar oferecer capacitação profissional para jovens na Vila de Cava, em Nova Iguaçu, um dos municípios mais violentos da Baixada Fluminense. A motivação para abrir a empresa era empregar o irmão caçula, Diego, que se encontrava em situação de vulnerabilidade social e foi assassinado na sexta-feira da Paixão, no dia 10 de abril, pouco mais de uma semana depois de completar 31 anos. “Infelizmente, não deu tempo de empregar meu irmão", lamenta. Passados quase quatro meses da abertura da empresa, ele afirma já ter recuperado o investimento. “Eu já estava trabalhando antes de abrir o MEI, mas pelo fato de as pessoas estarem [mais] em casa e estar contando com uma renda extra, a gente acabou sendo chamado para fazer várias obras, porque a construção civil não parou com a pandemia, porque é serviço essencial”, conta. Sem alternativa, pessoas que perderam emprego na pandemia viram microempreendedores 'Foi a única saída que eu vi' A cozinheira Maria Carleusa Alves, de 47 anos, abriu o MEI após ficar desempregada em plena pandemia. Ela passou a vender marmitas na bairro após ficar sem renda e ter que entrar na fila de espera para receber o seguro-desemprego. “Foi a única saída que eu vi para trabalhar e não ficar sem nada dentro de casa”, afirma a cozinheira, que perdeu o emprego no final de abril, mas só conseguiu receber a primeira parcela do seguro-desemprego em agosto. Ela conta que decidiu ter um CNPJ após um dos seus maiores clientes passar a pedir nota fiscal e prometer encomendar mais de 40 refeições por dia. “De repente, ele sumiu. Nunca mais falou nada. E eu ligo, mas ele não me atende”, conta a cozinheira, que 1 mês após se formalizar foi forçada a dar uma pausa no negócio. “Eu vi tudo ficando mais caro e não estava tendo lucro de nada. Pensei: ‘Se aumentar o valor da marmitex, as pessoas não vão comprar’. Daí achei melhor dar uma parada por enquanto até melhorar as coisas”, afirma. Apesar das dificuldades para viabilizar o negócio, ela diz que sempre teve a vontade de empreender e planeja agora transformar a garagem da casa num pequeno restaurante. “Clientela eu tenho, todo mundo gosta da minha comida. Quando for ano que vem, quero começar a atender no meu próprio salão”, diz. Atualmente, são mais de 500 atividades permitidas para o registro de MEI. Além da atividade principal, o microempreendedor pode registrar até 15 ocupações para atividades secundárias. Levantamento da MEI Fácil mostra que as atividades com o maior no número de registros neste ano foram as relacionadas ao comércio de artigos do vestuário, cabeleireiros, manicure e pedicure e venda de refeições. Veja ranking abaixo: Atividades com maior número de novos registros Economia G1 'É o se vira nos 30' O especialista em empreendedorismo Marcelo Moraes explica que o faturamento médio mensal dos microempreendedores com CNPJ costuma ser baixo, ao redor de R$ 2 mil, e que cerca de metade dos MEIs em atividade no país passou a realizar mais de uma atividade durante a pandemia para compensar a perda de renda. "É uma renda de sobrevivência. É um público que trabalha muito com o comércio de rua. É a pequena lanchonete, o pipoqueiro, o carrinho de cachorro-quente, a venda direta, quem trabalha com obras. E é um público que tem uma flexibilidade para exercer outras atividades. É o carpinteiro que passa a fazer marmita, é o pedreiro que passa a dirigir Uber. É o se vira nos 30, se necessário", afirma. Uma mostra da situação de maior vulnerabilidade destes trabalhadores é que praticamente metade dos MEIs está recebendo o Auxílio Emergencial do governo federal. Dados do IBGE mostram que a renda média mensal do trabalhador por conta própria com CNPJ costuma ser superior à dos trabalhadores informais. Mas nem todos os MEIs conseguem manter uma remuneração mensal ou contínua. "Uma coisa é a pessoa ganhar R$ 1.500 todo mês. Outra é ganhar R$ 3 mil em um mês e zero no outro. A terceira é não saber quando é o zero e quando é o R$ 3 mil", destaca Moraes. Não há número oficiais sobre o percentual de MEIs que não utilizam mensalmente o CNPJ, mas uma das vantagens do programa é que o registro pode ser mantido mesmo que o profissional realize poucos serviços a terceiros ao longo do ano ou até mesmo venha a ter um emprego com carteira assinada. Os dados sobre impostos atrasados indicam, porém, que uma parcela significativa desses microempreendedores tem dificuldade para manter o pagamento em dia. A inadimplência tem se mantido historicamente acima de 50%. Em julho, 50,13% dos MEIs inscritos pagaram em dia a guia mensal, segundo dados da Receita Federal. Renúncia fiscal Atualmente, o custo de contribuição mensal do registro é de até R$ 58,25. Pelas regras do programa, 2 anos consecutivos de não pagamento da guia de recolhimento mensal e de omissão da declaração anual das operações comerciais podem levar também ao cancelamento do CNPJ. A última exclusão foi realizada em 208, quando 1,37 milhão de registros foram cancelados. O presidente do Sebrae afirma que, em razão da pandemia, a Receita sinalizou que não irá realizar por enquanto novas exclusões, e avalia que o programa tem um custo relativamente barato. "Por menos de R$ 60 por mês, a pessoa se torna um microempreendedor legalizado, com uma liberdade muito grande", destaca. O economista do Ibre/FGV Daniel Duque destaca que o principal benefício do MEI é o baixo valor pago de imposto. "O MEI funciona hoje como uma grande isenção fiscal, e tem sido usado por trabalhadores e empresas para pagar menos impostos. Quanto mais pessoas entrarem no MEI, mais vai ser difícil criar um menor subsídio para esse tipo de trabalho", afirma. Segundo a Receita Federal, a renúncia tributária com o MEI está estimada em R$ 3,294 bilhões em 2020. Embora o valor tenha praticamente dobrado em relação a 2016 (R$ 1,676 bilhão), representa apenas 1% dos mais de R$ 320 bilhões previstos para o ano em isenções no país. Microempreendedores individuais crescem no país durante a pandemia Regras do MEI Ao se cadastrar como MEI, o empresário é enquadrado no Simples Nacional – com tributação simplificada e menor do que as médias e grandes companhias – e fica isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Podem aderir ao MEI os negócios que faturam até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6,7 mil por mês) e com, no máximo, um funcionário. O valor de contribuição mensal varia de R$ 53,25 a R$ 58,25, dependendo do ramo de atividade, somados os recolhimentos de INSS, ICMS e ISS. O pagamento deve ser efetuado até o dia 20 de cada mês. Ao fazer o registro, o trabalhador passa a ter direito a aposentadoria por invalidez, auxílio doença, salário maternidade e pensão por morte para seus familiares. Vale destacar porém que, ao ficar inadimplente, o microempreendedor pode não conseguir esses benefícios. Para fazer o registro é preciso checar se o negócio se enquadra em uma das 500 atividades permitidas pelo MEI. Para se inscrever basta acessar o Portal do Empreendedor. Confira alguns dos benefícios do MEI: Legalização das atividades desempenhadas Redução do número de impostos, com isenção dos federais Contribuição de valor menor para a Previdência Social Pagamento simplificado de tributos Direito a aposentadoria, auxílio-doença e auxílio-maternidade Possibilidade de contratação por outras empresas Possibilidade de emissão de notas fiscais Número de MEIs no Brasil Economia G1 Vídeos: conheça empreendedores que estão superando a crise

Nos 12 meses até agosto, alimentação no domicílio teve aumento de 11,4% nos preços. No caso do feijão, dependendo do tipo e da região, a alta acumulada supera os 30%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto Getty Images Um dos inúmeros memes que invadiram a internet na semana passada mostra a vilã Nazaré Tedesco, interpretada por Renata Sorrah na novela da TV Globo Senhora do Destino, de 2005, fugindo com um saco de arroz de cinco quilos. Na cena original, Nazaré carregava um bebê roubado, cuja família estava no seu encalço. Arroz em alta: mandioca, batata e batata-doce podem ser substitutos e ainda oferecer outros nutrientes e vitaminas Arroz e óleo mais caros: entenda por que a inflação dos alimentos disparou no país A brincadeira mostra o quão valioso se tornou um item da cesta básica brasileira: com alta de 3,98% em agosto, o arroz acumula um aumento de 19,25% no ano. No caso do feijão, dependendo do tipo e da região, a alta acumulada supera os 30%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto. Completam a lista das maiores altas do ano o leite (23%) e os ovos (7,1%). A inflação no prato do brasileiro despertou a dúvida: estamos prestes a viver uma sucessão de alta nos preços, no momento em que a taxa básica de juros (Selic) — usada para controlar a inflação — está no seu mais baixo patamar histórico? A resposta é não. A inflação recente observada nos alimentos é pontual e não deve se expandir para outros setores da economia, segundo economistas ouvidos pela BBC News Brasil. Mas o motivo por trás isso não é uma boa notícia. "Não existe demanda que sustente um aumento de preços generalizado", diz André Braz, coordenador do Índice de Preço ao Consumidor (IPC) do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), vinculado à Fundação Getúlio Vargas (FGV) Pressão sobre alimentos "No Brasil, a capacidade de consumo está freada pelo alto endividamento das famílias", completa o economista Ladislau Dowbor, professor titular de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). "Com exceção dos alimentos, estamos em deflação, as pessoas pararam de consumir. E o mercado de trabalho dinâmico vai demorar a voltar", diz Maria Andreia Parente Lameiras, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com André Braz, um dos fatores que explicam a alta recente no preço dos alimentos é o aumento da demanda interna. "A classe média brasileira criou um certo colchão de reservas, porque deixou de gastar com lazer e viagens, por exemplo, e com a pandemia ficou mais tempo na residência, o que a levou a cozinhar em casa", diz. Ao mesmo tempo, os mais pobres tiveram o auxílio emergencial de R$ 600 concedido pelo governo federal, e quase um quarto do ganho das classes menos favorecidas é destinado à alimentação. Houve uma maior demanda por alimentos, no momento em que a taxa de câmbio disparou, como reflexo do déficit público muito elevado, afirma Braz. "Com isso, muitos produtores preferiram exportar parte da produção, já que existe uma alta demanda por alimentos em todo o mundo, especialmente da China, com a compra de grãos e proteína animal", diz. Assim, na equação entre alta demanda e baixa oferta, o preço sobe. Essa pressão sobre o preço dos alimentos deve se manter até o fim do ano, mas em menor proporção, segundo os economistas. "O colchão da classe média vai se tornando cada vez mais fino com o passar do tempo, enquanto o auxílio emergencial, cujo valor já caiu pela metade - são R$ 300 -, só será concedido até dezembro", afirma Braz. "Uma queda mais significativa no preço do arroz deve ser observada no começo do ano que vem, com uma nova safra", diz Maria Andrea. Impacto sobre os mais pobres De acordo com a pesquisadora do Ipea, o aumento recente nos preços corrói os ganhos dos mais pobres. Nos últimos 12 meses encerrados em agosto, a inflação dos segmentos de renda mais baixa subiu 3,2%, atingindo uma taxa mais de duas vezes superior à da inflação das famílias de maior poder aquisitivo (1,5%), segundo o Ipea. "Em agosto, por exemplo, as famílias de maior renda tiveram um alívio com a queda nos preços das mensalidades escolares, algo que não impacta a vida das famílias mais pobres", diz ela. O indicador do Ipea aponta que segmentos como vestuário e cama, mesa e banho registraram uma forte queda nos preços nos últimos meses, como reflexo da pandemia. "Mas ainda que os empresários desses setores repassem algum aumento até o fim do ano, não será nada significativo, simplesmente porque não há demanda", diz Maria Andrea. "Não há qualquer fator que justifique uma pressão inflacionária generalizada no Brasil". Com 13 milhões de desempregados, 6 milhões de "desalentados" (quem desistiu de procurar trabalho) e 40 milhões sobrevivendo no setor informal, o Brasil está longe de entrever uma retomada da economia, afirma Ladislau Dowbor. "A grande massa da população está fragilizada e endividada", diz o professor da PUC-SP. Segundo ele, parte do que foi ganho com o auxílio emergencial sustentou o sistema financeiro, com pagamento de cheque especial e juros do cartão. "O país soma 61 milhões de pessoas 'negativadas', ou seja, com nome sujo, porque não entendem que a cobrança dos juros é mensal, e não anual, como no resto do mundo", diz. Como exemplo, Dowbor cita a taxa de juros do crédito rotativo, que está em 255% no Brasil ao ano — contra 11% no Canadá, por exemplo. "Isso trava completamente a capacidade de compra", afirma. Do lado dos comerciantes, não há expectativas positivas sequer para a principal data do ano, o Natal. "Cerca de 9 milhões de pessoas tiveram o seu contrato de trabalho suspenso no Brasil durante a pandemia", diz Fábio Pina, assessor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). "Parte desses trabalhadores nem vai voltar à ativa, porque muitas empresas como restaurantes, bares, cinemas, pequenos negócios de eventos e vestuário fecharam as portas", afirma. Com menos gente recebendo o 13º salário, menos dinheiro será injetado na economia em novembro e dezembro. "Vamos ter certamente um Natal pior do que o do ano passado", diz. Para 2021, os economistas acreditam que o Brasil vai ficar perto da meta de inflação, de 3%, sem superá-la. O movimento de recuperação da economia será muito gradual — bem distante do "V da Nike", figura usada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para apontar uma ascensão apenas um pouco mais lenta que a queda. "A retomada da economia vai depender fundamentalmente do equilíbrio fiscal, para recuperar a confiança dos investidores", diz Fábio Pina. Na opinião de André Braz, os governantes poderiam começar cortando o próprio salário, para mostrar o quanto estão comprometidos com a redução de despesas e o equilíbrio das contas públicas. "Mas raramente as equipes econômica e política deste governo entram em acordo." Vídeos: Alta no preço dos alimentos
'Se os Estados Unidos persistirem com suas ações unilaterais, a China tomará as medidas necessárias', diz Ministério chinês do Comércio em comunicado. EUA proibirão downloads de TikTok e uso do WeChat a partir de domingo A China acusou neste sábado os Estados Unidos de atos de "intimidação" ao proibir o download dos aplicativos TikTok e WeChat a partir deste domingo, e ameaçou os americanos com represálias. "Se os Estados Unidos persistirem com suas ações unilaterais, a China tomará as medidas necessárias para proteger firmemente os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas", afirmou o Ministério chinês do Comércio em comunicado. "A China incentiva os Estados Unidos a abandonar seus atos repreensíveis e suas intimidações e a respeitar escrupulosamente as regras internacionais, justas e transparentes", completou Pequim. Os fatores que levaram Trump a anunciar bloqueio de TikTok e WeChat nos EUA Nesta sexta-feira, Washington deu mais um passo rumo à proibição dos dois aplicativos, propriedades dos gigantes chineses ByteDance e Tencent, justificando a decisão com supostos riscos à segurança nacional americana. De acordo com o decreto assinado pela Casa Branca, o app de mensagens WeChat deixará de ser acessível nos EUA a partir deste domingo. Já o TikTok não poderá mais baixar ou atualizar o aplicativo, mas o serviço continuará disponível até 12 de novembro para os usuários americanos que já o têm instalado. É um prazo que poderia permitir que a ByteDance venda suas atividades do TikTok nos Estados Unidos para uma companhia americana, única solução cogitada por Washington para não proibir o aplicativo de vídeos em seu território. De acordo com o governo americano, estas novas medidas foram definidas para proteger a segurança nacional, mas agravaram a batalha com Pequim sobre a tecnologia digital. O endurecimento das relações com a China tem sido um dos pilares da campanha de Donald Trump, que buscará a reeleição em 3 de novembro. TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários Veja mais vídeos sobre tecnologia:

Serão liberados saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para trabalhadores nascidos em janeiro; e do crédito do FGTS para nascidos até maio. 770 agências do banco vão abrir para realizar os pagamentos. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera neste sábado (19) saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,9 milhões de beneficiários do programa nascidos em janeiro, que tiveram o dinheiro creditado em poupança social digital no último dia 28 de agosto. Também terão saques e transferências liberados 5,1 milhões de trabalhadores, nascidos em maio, que tiveram o depósito de até R$ 1.045 do FGTS feito em poupança social digital do banco no último dia 27 de julho. Para fazer os pagamentos, a Caixa vai abrir 770 agências das 8h às 12h. Veja aqui a lista de agências. Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Todos já podiam usar os recursos para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.(veja nos calendários mais abaixo). Parcelas extras de R$ 300 Auxílio emergencial: veja as mudanças em 1 minuto No início do mês, o governo oficializou a prorrogação do Auxílio Emergencial, com mais 4 parcelas de R$ 300. Veja aqui como vão ficar os pagamentos e tire dúvidas. Esses pagamentos, no entanto, ainda não têm data para acontecer. Segundo a Caixa, o calendário deve sair nos próximos dias. VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTE SÁBADO: AUXÍLIO EMERGENCIAL Trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app poderão sacar ou transferir: 3,9 milhões de nascidos em janeiro: - aprovados no primeiro lote poderão sacar a quinta parcela; - aprovados no primeiro lote, mas que tiveram o benefício suspenso, poderão sacar a quinta parcela - aprovados no segundo lote poderão sacar a quarta parcela; - aprovados no terceiro lote poderão sacar a terceira parcela; - aprovados no quarto lote poderão sacar a terceira parcela; - aprovados no quinto lote poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no sexto lote poderão sacar a segunda parcela; - aprovados no sétimo lote poderão sacar a primeira parcela; - reavaliados (que tiveram o benefício suspenso em agosto) poderão sacar todas as parcelas já recebidas em poupança digital Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Poderão sacar ou transferir: 5,1 milhões de trabalhadores nascidos em maio, que tiveram o crédito do valor em poupança social digital no dia 27 de julho. Calendários de pagamento AUXÍLIO EMERGENCIAL Clique aqui para ver o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial. SAQUE EMERGENCIAL DO FGTS Calendário de saque emergencial do FGTS Caixa Veja os últimos vídeos sobre o Auxílio Emergencial s

Instituição tem 2.100 estudantes e registrou receita líquida de cerca de R$ 20 milhões em 2019. Grupo Ser Educacional é dono da Faculdade Maurício de Nassau Gustavo Almeida/G1 A Ser Educacional anunciou ao mercado nesta sexta-feira (18) que adquiriu o Colégio Cultural Módulo, mantenedor da Faculdade de Juazeiro do Norte (FJN), por R$ 24 milhões. A transação foi realizada pela subsidiária Centro Nacional de Ensino Superior (Cenesup). Serão pagos R$ 12 milhões em duas parcelas, uma na data de fechamento do negócio e outra 30 dias depois. O restante será pago em circo parcelas anuais, na data de aniversário do fechamento do negócio, corrigidas pela variação do IPCA. Com pandemia, o número de estudantes devendo mensalidades para faculdade cresce De acordo com a Ser Educacional, a aquisição está em “linha com sua estratégia de buscar ser relevante nessas regiões e presente nas demais regiões do Brasil”, fortalecendo sua presença no Nordeste. A instituição fica em Juazeiro do Norte, no Ceará, e tem aproximadamente 2.100 estudantes em cursos como Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Direito, Enfermagem e Gastronomia. A FNJ obteve em 6 de agosto seu credenciamento como Centro Universitário e aguarda autorização do Ministério da Educação para oferecer ensino à distância (EAD). Em 2019, a instituição registrou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 4,3 milhões e receita líquida de aproximadamente R$ 20 milhões.

Governo fará pagamento para produtores que cultivam grandes safras como milho, soja e trigo, além de gado, laticínios e tabaco. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a assistência na noite de quinta-feira (17) Susan Walsh/AP O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) divulgou nesta sexta-feira (18) os detalhes de uma segunda rodada de auxílios a agricultores por causa da pandemia de Covid-19, com o pagamento de até US$ 14 bilhões a produtores que cultivam grandes safras como milho, soja e trigo, bem como gado, laticínios e tabaco. O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a assistência na noite de quinta-feira, durante um comício em Wisconsin, Estado decisivo nas eleições. Em 2016, os agricultores constituíram uma ampla base de apoio a Trump. O auxílio vem depois de um programa de US$ 19 bilhões anunciado em abril para ajudar os agricultores em meio às interrupções na cadeia de oferta e à queda na demanda de restaurantes durante a pandemia. Até o momento, menos de 10 bilhões de dólares foram pagos. "Ouvimos o retorno recebido de agricultores, pecuaristas e organizações agrícolas sobre o impacto da pandemia sobre os produtores rurais da nossa nação, e desenvolvemos um programa para melhor atender às necessidades daqueles impactados", disse o secretário de Agricultura, Sonny Perdue, em comunicado. Com base nas últimas projeções do governo para as safras, os agricultores poderão receber cerca de US$ 0,23 por bushel de milho, ou US$ 3,427 bilhões, além de US$ 0,31 por bushel de soja, ou US$ 1,337 bilhão, segundo análise realizada pela Reuters de cifras do USDA e da American Farm Bureau Federation. O programa também permite que produtores rurais se inscrevam para um auxílio de US$ 15 por acre para importantes safras como milho, soja e trigo. VÍDEOS: tudo sobre agronegócios

Em 2018, TCU determinou que R$ 508 milhões ficassem indisponíveis por um ano após auditoria nas obras de Angra 3. Defesa da empreiteira diz que prazo terminou e bens seguiram travados. O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (18) o desbloqueio de bens da construtora Andrade Gutierrez Engenharia S/A. O patrimônio da empresa estava indisponível desde 2018, quando o Tribunal de Contas da União (TCU) identificou indícios de superfaturamento nas obras civis da Usina Termonuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro. O prazo para o bloqueio era de um ano. Ao STF, a defesa da empreiteira apontou que, mesmo encerrado o prazo determinado, a indisponibilidade foi mantida em razão da omissão do TCU. Na decisão, Marco Aurélio Mello confirmou que o bloqueio dos bens tinha sido mantido, com base em um relatório da Central Nacional de Indisponibilidade de Bens (CNIB). O ministro autorizou a livre movimentação dos bens da empresa. Com obras paradas, em 2019 a usina de Angra 3 custava R$ 3 milhões por mês; veja reportagem Superfaturamento apontado Em 2018, o TCU determinou que R$ 508,3 milhões da Andrade Gutierrez deveriam ficar indisponíveis – para que, em caso de condenação, os bens fossem usados para ressarcir os cofres públicos. De acordo com o Tribunal de Contas, o valor se referia ao prejuízo estimado em razão do suposto superfaturamento. A Andrade Gutierrez é acusada de fazer parte de um consórcio que forjou as estimativas de preço da usina nuclear. Naquele momento, a empresa classificou a medida de "injusta e contrária ao interesse público, já que ameaça a viabilidade do cumprimento do amplo processo de colaboração que a empresa vem realizando junto aos diversos órgãos, inclusive com o próprio TCU". Angra 3 está em construção há mais de três décadas e foi investigada pela Operação Lava Jato Eletronuclear

Oportunidades são oferecidas pela instituição Ensino Social Profissionalizante (Espro) e inscrições vão até 25 de setembro pela internet. Veja pré-requisitos. Oportunidade de emprego com carteira de trabalho assinada em Amparo Heloise Hamada/G1 A cidade de Amparo (SP) está com 22 vagas abertas para o programa Jovem Aprendiz na instituição Ensino Social Profissionalizante (Espro). Os selecionados vão receber remuneração de R$ 788,00 e também terão vale-transporte e assistência odontológica. As inscrições vão até 25 de setembro, somente pela internet. O Espro capacita e insere adolescentes e jovens adultos no mercado de trabalho. Veja detalhes sobre as oportunidades: Jovens podem ter de 17 a 21 anos. Há vagas para ensino fundamental e ensino médio (cursando ou concluído) Horário: das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira A empresa é privada Remuneração de R$ 788,00 mais benefícios Carteira de Trabalho assinada Além do encaminhamento para oportunidades de trabalho, o Espro oferece também diversos projetos e ações sociais para as famílias e comunidades dos aprendizes. Os jovens podem se inscrever pelo site da instituição. Veja mais notícias da região no G1 Campinas

Pelo fechamento de quinta-feira (17) das ações da empresa na B3, oferta pode levantar R$ 6,1 bilhões. A Suzano informou, em fato relevante, que o BNDESPar, braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), está realizando uma oferta pública secundária de 150,217 milhões de ações da companhia sob sua titularidade. De acordo com o prospecto divulgado ao mercado há pouco, inicialmente serão ofertadas 125,181 milhões de ações ordinárias da companhia, valor que pode ser acrescido em até 20%, com 25,036 milhões de ações extras, totalizando 150,217 milhões de ações. Letreiro do BNDES no Rio de Janeiro Nacho Doce/Reuters Considerando o fechamento de quinta-feira (17) das ações ordinárias da Suzano na B3, a oferta pode levantar R$ 6,1 bilhões. Já com a adição do lote extra, o valor pode atingir R$ 7,4 bilhões. A oferta deve ser precificada em 1º de outubro após coleta de intenções de investimento com investidores institucionais, em processo de bookbuilding. A data estimada da oferta é 2 de outubro, com início das negociações na B3 no dia 5, e liquidação em 6 de outubro. O anúncio de encerramento tem data limite em 2 de abril de 2021 A oferta será coordenada por JP Morgan, Bank of America, Bradesco BBI, Itaú BBA e XP Investimentos. O período de reserva irá de 25 de setembro a 30 de setembro, inclusive. Veja as últimas notícias de economia
Na nova proposta, a companhia aérea aumentou o financiamento em US$ 450 milhões com a participação de novo acionistas minoritários. O tribunal de falências dos Estados Unidos aprovou nesta sexta-feira (18) um plano financeiro de US$ 2,45 bilhões apresentado pela Latam Airlines, a maior companhia aérea da América Latina, para superar a crise que enfrenta devido à Covid-19, informou a empresa em comunicado. "A decisão do juiz James L. Garrity Jr. permite que o grupo (Latam Airlines) acesse os US$ 2,45 bilhões necessários para enfrentar o impacto da Covid-19", aponta o comunicado da companhia aérea resultado da fusão em 2012 da chilena LAN com a brasileira TAM. A nova proposta financeira foi apresentada na quinta-feira (17) em substituição a um primeiro plano que a Latam propôs em tribunal por US$ 2 bilhões, mas que foi rejeitado pelo juiz Garrity, sob o argumento de que aquele plano incluía um empréstimo conversível que seria equivalente a um tratamento "inapropriado" para outros acionistas. Na nova proposta, a companhia aérea eliminou a opção de conversibilidade da dívida em ações e aumentou o financiamento em US$ 450 milhões com a participação de novos financiadores e acionistas minoritários da empresa. A aprovação do financiamento é a primeira parte de um processo que a Latam Airlines iniciou em maio passado, quando recorreu ao capítulo 11 da lei de falências dos Estados Unidos, que permite a uma empresa que não está em condições de pagar suas dívidas iniciar uma reestruturação sem pressão dos credores. Latam Brasil entra com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos Roberto Alvo, diretor executivo da Latam, afirmou que a aprovação do financiamento é um passo muito significativo para a sustentabilidade do grupo e anunciou que a partir de agora começa uma nova etapa, que consiste em apresentar o plano de reorganização dentro do processo do capítulo 11. Assim que a Latam tiver o plano de recuperação pronto, este precisará ser aprovado pelo tribunal de falências, informou uma fonte da companhia aérea à AFP. A Latam recorreu ao tribunal de falências dos EUA devido à forte crise causada pela pandemia do coronavírus em suas operações e na sua receita econômica, que sofreu uma queda de 75,9% no segundo trimestre. A crise levou a companhia aérea a demitir cerca de 12,6 mil trabalhadores, ficando com aproximadamente 30 mil. Azul e Latam começam codeshare que prevê 35 rotas compartilhadas no Brasil Apesar disso, a companhia aérea recupera gradativamente suas operações internacionais e aumenta os voos internos nos países sul-americanos onde opera.
Corregedoria-geral editou uma recomendação para que tribunais deem prioridade aos casos de quem atua no combate à Covid-19. Tribunais regionais poderão fixar as próprias regras. A Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho recomendou que os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) priorizem, durante a pandemia, a análise de ações trabalhistas de profissionais de saúde que estão atuando no combate à Covid-19. A recomendação foi editada pelo corregedor-geral Aloysio Corrêa da Veiga nesta quinta-feira (17). Segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST), a “medida leva em consideração o esforço dos profissionais da saúde que enfrentam diretamente e diariamente o vírus, expostos a perigo de contágio”, o que demanda maior proteção do Estado. Para cumprir a recomendação, os TRTs podem fixar as próprias regras de priorização. Essas normas podem prever, por exemplo, a necessidade de o próprio profissional de saúde solicitar preferência para sua ação trabalhista. Segundo a recomendação, caso o pedido de prioridade seja negado, o juiz deverá explicar os motivos da negativa. Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 Initial plugin text

Só deve ir à agência retirar a encomenda quem tiver essa recomendação no sistema de rastreamento. Reclamações tornaram-se comuns desde o início da pandemia do novo coronavírus e filas cresceram com paralisação de funcionários. Clientes madrugam em fila dos Correios para tentar retirar encomendas atrasadas Com o aumento de demanda durante a pandemia do novo coronavírus e um mês de greve dos funcionários dos Correios, clientes notaram uma piora do serviço e atrasos nas entregas. As filas nas agências se tornaram mais comuns desde o dia 17 de agosto, quando a paralisação começou. Segundo os Correios, os atrasos não são efeito da paralisação, mas o contingente foi reduzido para "preservar a saúde de seus empregados, a empresa está atuando com força de trabalho reduzida devido à iniciativa de redirecionar aqueles classificados como grupo de risco para o trabalho remoto." Com reclamações em alta, greve dos Correios completa um mês O G1 questionou a empresa sobre a melhor forma de proceder com entregas em atraso. Veja abaixo. Cliente devem evitar ir às agências para reduzir aglomerações; Fazer o acompanhamento do objeto pelo site www.correios.com.br. Só deve ir às unidades para a retirada de objetos postais quem verificar no sistema de rastreamento a mensagem “Aguardando retirada”. Em caso de anormalidade, entrar em contato pelos canais oficiais com o código de rastreamento em mãos: telefones 3003-0100 e 0800 725 0100 ou pelo site http://www.correios.com.br/fale-com-os-correios. Greve dos Correios: clientes se aglomeram em fila na central de distribuição do DF Alternativas Com a greve dos Correios, as contas podem vencer antes de o consumidor ter recebido a cobrança, ocasionando multas pelo atraso no pagamento. Para não ser surpreendido pelos juros e multas decorrentes disso, o ideal é que o consumidor faça um planejamento do pagamento das contas, observando a época em que elas costumam chegar. Se perceber que o prazo do vencimento está perto e o boleto não chegou, o consumidor deve se antecipar, entrando em contato com o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da empresa emissora da conta e solicitar uma outra forma de realizar o pagamento: segunda via do boleto, sem os juros, entrega da cobrança por e-mail, depósito bancário ou código de barra para pagamento em caixa eletrônico. Greve dos Correios: audiência termina sem acordo, e TST julgará caso no próximo dia 21 Caso não seja possível outra forma de pagamento, inclusive após contato com o fornecedor, a dívida não poderá ser cobrada com juros e multa. Para quem precisa enviar encomendas ou correspondência com urgência durante o período de paralisação dos Correios, a recomendação é procurar por serviços de entrega alternativos ou privados. É recomendável solicitar que o prazo de entrega seja registrado por escrito, o que possibilita a reclamação de eventual prejuízo no caso de atraso. Caso o consumidor tenha contratado serviços de entrega diretamente nos Correios (por exemplo, envio de Sedex), é possível pedir o ressarcimento ou abatimento do valor se houver atraso na entrega. A reclamação deve ser feita em algum órgão de defesa do consumidor, como o Procon, inclusive podendo exigir, em Juizado Especial Cível, indenização para ressarcimento de eventual prejuízo moral ou financeiro. Trabalhadores dos Correios fazem greve em Belo Horizonte Gabi Coelho/G1 VÍDEOS: Últimas notícias de Economia e

Para o Nasdaq, essa sequência de quedas semanais é a mais longa desde agosto de 2019. Já para S&P 500 e Dow Jones é a maior desde outubro de 2019. Painel mostra o índice Dow Jones. Brendan McDermid/Reuters Os mercados de ações nos Estados Unidos fecharam em queda nesta sexta-feira (18), com papéis de tecnologia sendo vendidos pelo terceiro dia consecutivo, e todos os três principais índices acionários engataram a terceira semana consecutiva de perdas. Para o Nasdaq, essa sequência de quedas semanais é a mais longa desde agosto de 2019. Já para S&P 500 e Dow Jones é a maior desde outubro de 2019. Os papéis de Apple Inc, Microsoft Corp, Amazon.com Inc e Alphabet Inc. -- que ajudaram a impulsionar o rali do mercado das mínimas de março -- estiveram entre os maiores obstáculos ao S&P 500 e ao Nasdaq nesta sexta-feira (18), enquanto o segmento de tecnologia do S&P 500 recuou 1,7%, maior pressão entre os setores do S&P 500. As ações da Apple recuaram 3,2%. "Tivemos um pico do mercado em 2 de setembro e, em seguida, tivemos um declínio rápido, e muito disso veio das ações de tecnologia e das 'growth stocks' que estavam indo tão bem", disse Tom Martin, gestor sênior de portfólio da Globalt Investments em Atlanta. As chamadas "growth stocks" são ações de empresas cujos resultados tendem a crescer mais que a média do mercado. EUA proibirão downloads de TikTok e uso do WeChat a partir de domingo A sexta-feira marcou o vencimento trimestral das opções de ações dos EUA, futuros de índices de ações e contratos de opções de índices, evento conhecido como "quadruple witching", trazendo um maior volume de negociação no fechamento do mercado. O volume nas bolsas dos EUA foi de 14,31 bilhões de ações, o maior desde o rebalanceamento pela FTSE Russell de seus índices, em junho. O Dow Jones caiu 0,88%, para 27.657,42 pontos, o S&P 500 perdeu 1,12%, para 3.319,47 pontos, e o Nasdaq teve queda de 1,07%, para 10.793,28 pontos. Na semana, o Dow Jones teve ligeira baixa (-0,03%), enquanto o S&P 500 caiu 0,7% e o Nasdaq cedeu 0,6%.
Dividendo é a parte do lucro da empresa distribuída entre acionistas. Especialistas foram ouvidos por comissão que discute reforma tributária; governo diz que deverá propor tributação. Economistas e pesquisadores defenderam nesta sexta-feira (18), no Congresso Nacional, a inclusão da tributação de dividendos e a progressividade do imposto de renda na reforma tributária. Os especialistas foram ouvidos pela Comissão Mista da Reforma Tributária, formada por deputados e senadores. Dividendo é a parte do lucro de uma empresa distribuída entre acionistas e cotistas. Paralelamente, Câmara dos Deputados e Senado discutem propostas de reforma tributária. O governo também enviou uma proposta ao Congresso. Durante a sessão desta sexta, Eduardo Fagnani, professor do Instituto de Economia da Unicamp, afirmou que a discussão da reforma tributária foca exclusivamente nos impostos sobre consumo, mas é preciso avançar na tributação de lucros e dividendos e de grandes rendas. "A reforma tributária é o mecanismo pelo qual é possível fazer que não se tire dos pobres para ir para os paupérrimos. É possível tirar dos super ricos", afirmou. Segundo o professor um estudo sobre tributação de grandes fortunas apontou que é possível aumentar a arrecadação em R$ 290 bilhões por ano taxando 0,3% da população. Também presente a sessão, Marcos Lisboa, economista e presidente do Insper, defendeu a redução da tributação de empresas e o aumento da tributação da renda, incluindo dividendos. O Ministério da Economia diz que vai propor a tributação de lucros e dividendos, mas que a proposta será enviada posteriormente. A primeira parte da reforma tributária, enviada em julho, propõe a unificação de PIS e Cofins em um único imposto com alíquota de 12% para as empresas e de 5,8% para instituições financeiras. Ministério da Economia prepara segunda parte da reforma tributária Desigualdade Durante a reunião da comissão mista, Fausto Júnior, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), destacou que fazer a reforma em partes gera incertezas. Júnior também defendeu a inclusão da tributação de lucros e dividendos na atual discussão. O diretor técnico do Dieese destacou ainda que a forma como o Brasil cobra imposto hoje aumenta a desigualdade social. A proposta de reforma tributária em vez de ser um sistema que vai de encontro a lidar com a questão da desigualdade ele reafirma e reforça a questão da desigualdade”, disse. Segundo ele, o Brasil tributa mais consumo do que os outros países e tributa menos a renda. “Inevitavelmente do ponto de vista do Congresso é fundamental mexer na tabela de imposto de renda e na estrutura. Não é possível ter a mesma alíquota entre quem ganha sete salários e quem ganha mais de 300 salários”, disse o diretor do Dieese.

A proibição de baixar os aplicativos nos EUA começa domingo – a não ser que o presidente Donald Trump aceite um acordo de última hora. O presidente Donald Trump proibiu os aplicativos no país. Alamy/EPA/Alamy via BBC Os aplicativos TikTok, de compartilhamento de vídeos, e WeChat, de mensagens, serão banidos de lojas de aplicativos dos EUA a partir de domingo, a menos que o presidente Donald Trump aceite algum acordo de última hora. O Departamento de Comércio americano anunciou que emitirá uma ordem para que eles sejam retirados de plataformas do Google Play e da AppStore da Apple, por exemplo, impedindo que sejam baixado no país. O governo Trump diz que as empresas ameaçam a segurança nacional e podem passar os dados dos usuários para a China — algo que o país e as companhias negam. EUA proibirão downloads de TikTok e uso do WeChat a partir de domingo O WeChat será efetivamente encerrado nos Estados Unidos no domingo, enquanto o TikTok poderá ser usado até 12 de novembro, quando também poderá ser totalmente banido. Em um comunicado, a plataforma de vídeos disse estar "decepcionada" com a medida, da qual discorda, sob o argumento de que já havia se comprometido com "níveis sem precedentes de transparência adicional" à luz das preocupações do governo Trump. "Continuaremos a desafiar essa ordem executiva injusta, que foi promulgada sem o devido processo legal e ameaça privar o povo americano e as pequenas empresas de uma plataforma que lhes dê voz", afirma a plataforma. A proibição do Departamento de Comércio segue ordens executivas do presidente Trump assinadas em agosto. Isso deu às empresas americanas 45 dias para parar de trabalhar com qualquer uma das duas empresas chinesas. Ainda existe, no entanto, a possibilidade do TikTok não ser banido se a empresa dona do aplicativo, ByteDance, conseguir fechar um acordo com a empresa americana Oracle. O acordo também precisaria ser aprovado por Trump. Governo Trump continuará analisando acordo de TikTok e Oracle nos EUA Não está claro se o presidente americano aprovará a parceria, mas espera-se que ele a analise antes do prazo final de domingo. EUA proibirão downloads de TikTok e uso do WeChat a partir de domingo O que diz a proibição? "Sob a orientação do presidente, tomamos medidas significativas para combater a coleta maliciosa de dados pessoais de cidadãos americanos pela China", disse o secretário do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, em um comunicado. O departamento afirmou que o WeChat e o TikTok não apresentam o mesmo tipo de ameaças, mas que cada um coletou uma "ampla gama de dados dos usuários, incluindo sua atividade de rede, dados de localização e históricos de navegação e pesquisa". Além de troca de mensagens, o WeChat permite uma série de outras funções, como pagamentos e compras. A proibição significa que, a partir de domingo, as pessoas não poderão mais usar o WeChat para transferir dinheiro ou processar pagamentos para pessoas nos EUA os dos EUA para fora. Já os usuários do TikTok ainda poderão usar seu aplicativo normalmente, mas vão ficar impedidos de baixar novas atualizações. "O presidente deu o prazo de 12 de novembro para que as questões de segurança nacional apresentadas pelo TikTok fossem resolvidas", disse o Departamento de Comércio. Após este ponto, algumas operações técnicas serão proibidas no aplicativo e a funcionalidade para os usuários será afetada. Wilbur Ross disse que "o TikTok básico permanecerá intacto até 12 de novembro", mas acrescentou que o WeChat "para todos os efeitos práticos será encerrado nos EUA a partir da meia-noite de segunda-feira". Por que os EUA querem que os aplicativos sejam banidos? O governo Trump disse repetidamente que os aplicativos são uma ameaça porque coletam dados. A declaração de sexta-feira do Departamento de Comércio afirma que o Partido Comunista Chinês "demonstrou os meios e motivos para usar esses aplicativos para ameaçar a segurança nacional, a política externa e a economia dos EUA". A ByteDance negou que mantenha quaisquer dados de usuários na China, dizendo que estão armazenados nos Estados Unidos e em Cingapura. A Tencent, dona do WeChat, disse que as mensagens em seu aplicativo são privadas. Embora o TikTok tenha milhões de usuários nos Estados Unidos, não está claro quantos dos bilhões de usuários do WeChat estão localizados fora da China, embora seja provável que seja um número significativo. Mas os EUA não são o único país preocupado com as empresas. A Índia já baniu o TikTok e o WeChat, bem como dezenas de outros aplicativos chineses. O governo em Nova Déli disse que os aplicativos eram "prejudiciais à soberania, integridade e à defesa da Índia, à segurança do Estado e à ordem pública". O órgão de vigilância da privacidade do Reino Unido também está investigando os aplicativos. O que são esses aplicativos? TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários O TikTok é um aplicativo de compartilhamento de vídeos. Os usuários podem postar até um minuto de vídeo e ter acesso a um vasto banco de dados de músicas e filtros. O TikTok coleta uma grande quantidade de dados do usuário — incluindo os vídeos que as pessoas assistem e comentam, dados de localização, modelo do telefone e até mesmo como as pessoas digitam. Mas grande parte dessa coleta de dados é semelhante a de outras redes sociais, como o Facebook. Em setembro, a empresa que controla o TikTok informou que o aplicativo tem mais de 100 milhões de usuários. Já o WeChat foi criado em 2011. É um aplicativo multifuncional que permite aos usuários enviar mensagens, fazer pagamentos móveis e usar os serviços locais. Ele foi descrito como um "aplicativo para tudo" na China e tem mais de um bilhão de usuários mensais. Como todas as plataformas de mídia social chinesas, o app censura o conteúdo que o governo considera ilegal. Em março, um relatório disse que a plataforma estava censurando palavras-chave sobre o surto de coronavírus desde 1º de janeiro. O WeChat afirma, por sua vez, que a criptografia significa que outras pessoas não podem "espionar" suas mensagens e que conteúdos como texto, áudio e imagens não são armazenados em seus servidores — e são excluídos assim que todos os destinatários os leem. Veja os últimos vídeos sobre tecnologia no G1

Na semana, tanto o petróleo norte-americano quanto o Brent, referência internacional, acumularam ganhos. Os preços do petróleo se mantiveram praticamente estáveis nesta sexta-feira (18), pressionados depois de um comandante líbio afirmar que os bloqueios às exportações do país serão suspensos por um mês, mas apoiados por sinais positivos provenientes de uma reunião da Opep+. Tanto o petróleo norte-americano quanto o Brent, referência internacional, acumularam ganhos na semana, após a Arábia Saudita pressionar aliados pela manutenção das cotas de produção, o furacão Sally interromper bombeamento de petróleo nos EUA e bancos - incluindo o Goldman Sachs -projetarem um déficit de oferta. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters O petróleo Brent fechou em queda de 0,15 dólar, a US$ 43,15 por barril, mas apurou ganho de 8,3% na semana. Já os contratos futuros do petróleo dos EUA subiram 0,14 dólar, para US$ 41,11 o barril, acumulando alta de 10,1% na semana. Nesta sexta-feira, o entusiasmo do mercado foi afetado depois de o comandante do leste da Líbia, Khalifa Haftar, anunciar que vai suspender por um mês seu bloqueio à produção local de petróleo. O bloqueio havia levado a oferta líbia para pouco mais de 100 mil barris por dia (bpd), versus 1,2 milhão de bpd anteriormente. "Uma mentalidade de aversão ao risco está se espalhando para o petróleo. Ainda há algumas preocupações de que a demanda possa piorar", disse Phil Flynn, analista do Price Futures Group em Chicago. Na quinta-feira, por outro lado, um importante painel envolvendo a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados pressionou por maior índice de cumprimento dos cortes de produção acertados pelo grupo, diante do panorama de queda nos preços da commodity. Veja as últimas notícias de economia

Companhia diz ter cerca de 80% do quadro de pessoal em trabalho remoto. Pesquisa entre os funcionários apontou ganho de qualidade de vida para a grande maioria. Sede administrativa da Oi funciona no Leblon, Zona Sul do Rio Marcos Serra Lima/G1 A Oi, cuja sede funciona no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro, anunciou nesta sexta-feira (18) a decisão de prorrogar o home office dos funcionários até, pelo menos, 31 de janeiro de 2021. Medida foi tomada levando em conta a opinião dos próprios funcionários. De acordo com a companhia telefônica, cerca de 80% de seu quadro de pessoal trabalhando de forma remota por conta da pandemia. A empresa realizou uma pesquisa com os funcionários e constatou que a grande maioria diz ter tido ganho de qualidade de vida com o trabalho remoto e que prefere trabalhar de casa. “A decisão, alinhada às diretrizes de saúde e segurança da empresa em meio à pandemia do coronavírus, foi tomada após pesquisa com cerca de 10 mil colaboradores mostrar que 93% dos pesquisados perceberam ganho ou manutenção da qualidade de vida com o home office”, destacou a Oi em comunicado à imprensa. A companhia destacou, ainda, que 84% dos funcionários ouvidos na pesquisa, excluindo os gestores, disse ter interesse em continuar trabalhando de casa, sendo que 55% destes preferem fazer de dois a quatro dias de home office. Dentre os gestores entrevistados, 91% também possuem interesse pelo trabalho remoto, segundo a pesquisa. Assista aos últimos vídeos de economia
Bayer está com oportunidades voltadas para jovens negros; já a Gerdau seleciona profissionais mulheres. As empresas BP Bunge Bioenergia, Oxiteno, Yduqs, Sinqia, Aquila, Gerdau e Bayer estão com vagas de emprego, trainee e estágio abertas. Veja abaixo os detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego pelo país BP Bunge Bioenergia A BP Bunge Bioenergia abriu inscrições para o Programa Trainees 2020. É a primeira edição de seu programa de atração de talentos recém-formados. Podem participar do programa recém-formados entre dezembro de 2017 e julho de 2020 nos cursos de Economia, Administração de Empresas, Ciências Contábeis e nas Engenharias de Produção, Produção Mecânica, Agronômica, Agrícola, Química, Mecatrônica, Elétrica e Mecânica. É desejável que os candidatos tenham conhecimento de inglês e disponibilidade para mudança a qualquer localidade do país. As inscrições para o Programa Trainees 2020 da companhia podem ser realizadas até 22 de setembro, pelo endereço: http://traineebpbunge.across.jobs/ . A empresa abriu ainda o Programa Jovens Engenheiros 2020, que também está em sua primeira edição, é dedicado a acelerar a carreira de profissionais que possuem de três a cinco anos de formação e vivência no setor sucroenergético ou em operações de grandes indústrias. O objetivo é capacitar colaboradores para cargos de líder, coordenador e especialista nas operações. A iniciativa é destinada a profissionais das áreas de Engenharias de Produção, Produção Mecânica, Agronômica, Agrícola, Química, Mecatrônica, Elétrica e Mecânica. Os candidatos devem ter disponibilidade para mudanças a qualquer localidade do país. Para se inscrever, os interessados devem recorrer ao seguinte endereço eletrônico até o dia 29 de setembro: http://jebpbunge.across.jobs/. As 11 unidades agroindustriais da BP Bunge Bioenergia estão localizadas nos municípios de Edéia e Itumbiara, em Goiás; Frutal, Itapagipe, Ituiutaba e Santa Juliana, em Minas Gerais; Orindiúva, Ouroeste e Pontes Gestal, em São Paulo; Pedro Afonso, no Tocantins; e Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. A empresa possui também um centro corporativo em São Paulo. Oxiteno A Oxiteno abriu inscrições para o programa “Química total com você”, processo seletivo de estágio e trainee 2021 que recrutará jovens candidatos em São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, localidades da empresa no Brasil. O programa de estágio tem duração de 18 a 24 meses e conta com treinamentos e orientações guiadas para os estudantes, já os selecionados para trainee passarão por desenvolvimento profissional durante um ano. Pela primeira vez, o programa contará com vagas para estágio técnico nas mesmas localidades. Para estágio de nível superior, a empresa busca candidatos com conhecimento intermediário ou avançado na língua inglesa e formatura prevista para dezembro de 2022. As vagas são para as cidades de São Paulo (SP), Mauá (SP), Tremembé (SP), Suzano (SP), Camaçari (BA) e Triunfo (RS), para alunos dos cursos de Administração, Biologia, Bioquímica, Comunicação, Jornalismo, Psicologia, Direito, Comércio Exterior, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Farmácia, Física, Química e cursos correlatos. Para trainee, a Oxiteno recruta candidatos com formação entre 2019 e 2020, com inglês avançado ou fluente, graduados nos cursos de Administração, Biologia, Bioquímica, Comunicação, Jornalismo, Psicologia, Direito, Comércio Exterior, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Farmácia, Física, Química e cursos correlatos. Os candidatos devem ter disponibilidade para residir na cidade de São Paulo durante os três primeiros meses do programa, que por conta da pandemia pelo COVID-19, essa necessidade será verificada e orientada devidamente aos aprovados para o início de 2021. Já para a novidade deste ano, que é o programa de estágio técnico, apenas a formação técnica é requisitada para a inscrição. Cursos como Técnico em Automação Industrial, Eletrônica, Eletromecânica, Eletrotécnica, Mecânica, Químico, Petroquímico, Segurança do Trabalho e cursos técnicos correlatos serão exigidos. Para participar do processo seletivo, é necessário fazer a inscrição pelo site www.estagioetraineeoxiteno.com.br até o dia 18 de outubro de 2020. Após o preenchimento do cadastro, os candidatos passarão por avaliação de currículos e testes online. Após a aprovação na primeira fase, o processo segue com testes individuais e em grupo online. Na última etapa de seleção, os aprovados são convidados para os painéis de negócio virtuais com a liderança da Oxiteno. Quem for selecionado para o programa iniciará suas atividades na empresa em janeiro de 2021. Yduqs A Yduqs, que abrange 15 instituições de ensino, abriu inscrições para seu Programa Trainee 2021. Os profissionais selecionados irão trabalhar em uma das áreas da própria Yduqs, em projetos ligados ao ensino nas modalidades presencial, digital e em áreas de suporte à atividade. A etapa de inscrição vai até o dia 30 de setembro e os interessados deverão fazer seus cadastros no link: http://traineeyduqs.gupy.io. Poderão concorrer profissionais que concluíram o ensino superior de dezembro/2018 a dezembro/2020, nos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Direito, Engenharias, Economia, Estatística, Letras, Ciências da Computação, Engenharias, Direito, Ciências Contábeis, Marketing, Publicidade e Propaganda, Matemática, Economia, Pedagogia e Psicologia. O programa terá duração de um ano e os selecionados serão acompanhados pela alta liderança da empresa nas áreas de Vendas e Marketing, Finanças, Conteúdos Digitais, Gente & Gestão, Ensino, Operações Digitais, Relações Governamentais e Comunicação e Transformação Digital. Eles também poderão ganhar bolsas de estudo para MBA, além de um salário compatível com o mercado, plano de saúde e odontológico, entre outros benefícios. Sinqia A Sinqia, empresa de tecnologia para o mercado financeiro, está em busca de 140 profissionais de diversas áreas de atuação para contratação imediata nas filiais em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, além da matriz, localizada em São Paulo. As vagas disponíveis são nas áreas de Business Consulting, Contratos, IT Quality & Assurance, Recursos Humanos, Tesouraria e IT Software. Todo o processo de contratação e integração feito em situações normais (presencialmente) foi adaptado ao ambiente digital e tem sido realizado de forma remota. Todos os funcionários estão trabalhando em esquema de home office integral desde o início da quarentena. As inscrições podem ser feitas pelo site https://jobs.kenoby.com/sinqia. Aquila O Aquila, empresa especializada em gestão por resultados está selecionando jovens para o programa de estágio "Primeiro Voo" . A inscrição deve ser feita até 30 de setembro pelo site http://www.aquila.com.br/primeiro-voo/. Os cursos preferenciais dos candidatos são Administração, Economia, Ciências Contábeis e Comércio Exterior, além das Engenharias e de áreas ligadas à Tecnologia da Informação e Estatística. O candidato deve ter disponibilidade para estagiar durante 6 horas diárias (de segunda a sexta-feira) e para atuar em Belo Horizonte e Região Metropolitana, Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Manaus, Curitiba e Brasília. Inglês e espanhol são um diferencial. É preciso ainda ter Pacote Office avançado. A seleção é composta por triagem curricular, avaliação de raciocínio lógico, conhecimentos gerais, Excel e entrevista. Os benefícios incluem assistência médica, convênio com empresas parceiras, programa de desenvolvimento, seguro de vida, vale-alimentação/vale-refeição e vale-transporte. Informações podem ser obtidas pelo e-email: [email protected] Bayer A Bayer, multinacional alemã de saúde e agricultura, está com oportunidades voltadas para jovens negros no programa "Liderança Negra". Podem participar profissionais negros graduados ou pós-graduados entre dezembro de 2017 e dezembro de 2020 em qualquer curso. A duração do programa é de 18 meses e a remuneração é de R$ 6.900, com direito a assistência médica e odontológica, GymPass, previdência privada, seguro de vida, entre outros benefícios. As incrições devem ser feitas até 21 de outubro no site http://liderancanegra.ciadetalentos.com.br. Gerdau A Gerdau seleciona 11 jovens profissionais mulheres para as operações na empresa nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Pernambuco. O processo seletivo conta com diversas etapas: inscrições, testes comportamental e de raciocínio lógico, conversa com a Cia de Estágios, além de painéis e entrevistas com líderes da companhia. Os requisitos são graduação completa em engenharia entre julho de 2018 e julho de 2020 e disponibilidade para mudança. A remuneração não é divulgada. As inscrições estão abertas até 27 de setembro pelo site www.ciadeestagios.com.br/vagas/gerdau/.
Associação de peritos médicos do INSS, que vem se recusando a voltar ao trabalho, criticou escolha da nova gestora. Subsecretária anterior é mulher do presidente da associação. População sofre com a falta de perícia nas agências do INSS O governo nomeou nesta sexta-feira (18) a nova subsecretária da Perícia Médica Federal, Filomena Maria Bastos. Publicada no "Diário Oficial da União", a nomeação foi feita em meio à crise entre o governo e a categoria dos peritos médicos, que vem se recusando a retomar os trabalhos nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As perícias médicas estavam previstas para ser retomadas na última segunda-feira (14), quando o INSS deu início à retomada gradual do atendimento presencial nas agências, fechadas por causa da pandemia. Mas os peritos alegam que os locais não têm condições adequadas para a reabertura e iniciaram uma queda-de-braço com o governo. Em nota, a Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais (ANMP), que vem combatendo a volta aos trabalhos, argumentou que Filomena Maria Bastos foi nomeada para "atuar como capitã do mato de peritos médicos". A associação disse ainda que o governo é "beligerante à categoria". De acordo com a ANMP, Filomena comandou o setor de perícia médica durante o governo do PT e atuava contra os interesses dos profissionais dessa área. Até julho, a subsecretária da Perícia Médica Federal era Karina Argolo, mulher de Luiz Argolo, atual presidente da ANMP. Ela deixou a subsecretaria junto com outros 120 peritos, argumentando que o ato era um protesto contra a reabertura de agências. Internamente, já havia pressão para a saída de Karina Argolo. Por causa de uma medida provisória, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro no ano passado, os peritos médicos deixaram de responder ao INSS e passaram a ser subordinados à subsecretaria, ligada ao Ministério da Economia. Esse tratamento diferente para os peritos médicos gerou insatisfação entre outras categorias do INSS. Em resposta às críticas da associação contra Filomena Bastos, o INSS informou em nota que ela é servidora de carreira, não tem filiação partidária, e atua na perícia médica do órgão há 22 anos. Possível corte de pagamentos O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, afirmou em entrevista à GloboNews que o governo já determinou a reabertura do agendamento de perícias médicas INSS e que os peritos que não retornarem ao trabalho terão descontos nos salários. “Quem não voltar estará sujeito às legislações funcionais. Então eu não vejo impasse, é simples como isso. O perito médico federal tem que trabalhar, terá agenda, nós já determinamos a abertura da agenda. Está aberta desde ontem [quinta-feira]. Já estamos agendando em todos os locais do Brasil que têm perícia. Quem não voltar vai infelizmente levar falta", afirmou o secretário. Bianco disse também que não cogita levar o caso à Justiça, e que tem confiança de que os peritos voltarão aos seus postos. "Não penso em judicialização porque eu estou convicto de que eles voltarão", afirmou. Segundo o secretário, o governo não pode, por lei, contratar peritos externos para trabalhar no lugar dos faltantes. Atualmente, a fila do INSS tem 1,5 milhão de processos acumulados e metade deles depende de perícia.
Ocorrências foram registradas em Brandemburgo, segundo o Ministério da Agricultura do país. Com isso, subiu para 13 total de infecções nos animais. Peste não afeta humanos, mas é fatal para porcos. Mais seis casos de peste suína africana (PSA) em javalis selvagens foram confirmados no Estado de Brandemburgo, no leste da Alemanha, informou o Ministério da Agricultura do país nesta sexta-feira (18). Os novos casos ocorrem após a detecção de seis outras infecções em javalis -- não em animais de fazenda-- na última semana. O total de casos confirmados passou a ser de 13, segundo o ministério. O instituto científico alemão Friedrich-Loeffler foi o responsável pela confirmação dos novos casos de PSA, acrescentou a pasta. Suspensão de importações Nos últimos dias, a China e uma série de outros países compradores de carne suína proibiram as importações da carne proveniente da Alemanha, depois da confirmação do primeiro caso da doença no país europeu. Brasil e China proíbem importação de carne suína alemã após caso de peste suína africana A peste não afeta humanos, mas é fatal para porcos. Uma grande epidemia na China, maior produtora global de carne suína, fez com que centenas de milhões de porcos tivessem de ser abatidos no país recentemente. O ministério alertou na quinta-feira que já esperava a detecção de mais casos de PSA em javalis selvagens em Brandemburgo, já que os animais se movem em grupos e a doença é altamente contagiosa. VÍDEOS: tudo sobre agronegócio
Chamado foi publicado no 'Diário Oficial da União' e vale para lista de 150 agências. Relação será atualizada conforme vistoria for concluída nos pontos de atendimento, diz texto. Governo convoca os médicos peritos do INSS para retorno imediato ao trabalho O Ministério da Economia publicou nesta sexta-feira (18), em edição extra do "Diário Oficial da União", um edital de convocação imediata para que peritos médicos federais e supervisores médico-periciais voltem a atender nas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A convocação vale para os profissionais lotados nas 150 agências que, segundo o governo, já passaram por vistoria e estão liberadas para o trabalho presencial. A lista de agências foi publicada junto com a convocação. "À medida que novas Agências da Previdência Social forem inspecionadas e consideradas adequadas para a prestação do atendimento presencial pela Perícia Médica Federal, novos editais de convocação serão publicados com a atualização da relação", diz o texto publicado no Diário Oficial. Pessoas sofrem com a falta de perícia nas agências do INSS O edital afirma que a convocação no Diário Oficial acontece "em complementação às convocações já realizadas pelos canais institucionais próprios". "A presente convocação não se aplica aos servidores enquadrados nas hipóteses específicas de trabalho remoto e demais situações de afastamento do trabalho, conforme normas em vigor", esclarece o texto. Clique aqui para ver as agências aprovadas que devem ter retorno da perícia Atendimento presencial do INSS: entenda os serviços disponíveis, como ser atendido e documentos necessários Retomada de atendimento presencial do INSS tem filas e reclamações pelo país O documento é assinado pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, e pelo secretário de Previdência Narlon Gutierre Nogueira. Mais cedo, em entrevista à GloboNews, Bianco afirmou que o governo determinou a reabertura do agendamento de perícias médicas no INSS e frisou que os peritos que não retornarem ao trabalho terão descontos nos salários. “Quem não voltar estará sujeito às legislações funcionais. Então eu não vejo impasse, é simples como isso. O perito médico federal tem que trabalhar, terá agenda, nós já determinamos a abertura da agenda. Está aberta desde ontem [quinta-feira]. Já estamos agendando em todos os locais do Brasil que têm perícia. Quem não voltar vai infelizmente levar falta", afirmou o secretário. 'Eles terão que voltar', diz secretário de Previdência sobre peritos do INSS Disputa entre INSS e peritos A previsão era de que as perícias médicas fossem retomadas na última segunda, quando o INSS deu início à retomada gradual do atendimento presencial nas agências. Os peritos, no entanto, se recusam a retornar ao trabalho, afirmando que as agências não estão adequadas à retomada. Na quinta-feira, o governo determinou a volta dos atendimentos periciais. A Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP) vem disputando uma queda de braço com o governo sobre a questão. A entidade acusa o INSS de haver adulterado o checklist para a reabertura, e diz que a suposta determinação de retorno será ignorada. À GloboNews, Bianco afirmou que não cogita levar o caso à Justiça, e que tem confiança de que os peritos voltarão aos seus postos. "Não penso em judicialização porque eu estou convicto de que eles voltarão", afirmou. Segundo o secretário, o governo não pode contratar peritos externos para trabalhar no lugar dos faltantes: "Nem sequer podemos contratar outros peritos externos, isso não seria adequado do ponto de vista legal, já que eles são essenciais e também exclusivos. Motivo pelo qual eles obrigatoriamente têm que voltar e não podem fazer greve", afirmou. INSS notifica quase 500 médicos peritos para que voltem ao trabalho imediatamente Assista: secretário da Previdência fala sobre o retorno do INSS
O acordo, apoiado pelo sindicato dos bancários, prevê que as pessoas possam ser alocadas para trabalhar de casa por quantos dias cada trabalhador e o Bradesco concordarem. Pesquisas apontam que trabalho de casa deve aumentar cerca de 30% depois da pandemia O Banco Bradesco chegou a um acordo com seus funcionários para adotar permanentemente o trabalho remoto, disse um executivo de recursos humanos do banco. O acordo, apoiado pelo sindicato dos bancários, prevê que as pessoas possam ser alocadas para trabalhar de casa por quantos dias cada trabalhador e o Bradesco concordarem. Para 96,7%, home office será diferencial na hora de escolher um emprego, diz pesquisa 61% dos profissionais empregados não aceitariam proposta de trabalho que não incluísse o home office, diz pesquisa O segundo maior banco privado do país tem aproximadamente 97 mil funcionários. Atualmente, 94% da sua equipe administrativa e metade daqueles alocados em agências estão trabalhando de casa. O Bradesco é o primeiro banco brasileiro de grande porte a chegar a esse tipo de acordo com os funcionários, em um movimento que ilustra como a pandemia pode mudar profundamente as relações de trabalho. O banco planeja ter funcionários trabalhando em casa uma média de uma semana por mês permanentemente, em um movimento que permitirá ao banco economizar no aluguel e vender alguns imóveis, disse o presidente, Octavio de Lazari Junior, em agosto. O banco vai oferecer uma ajuda de custo anual de cerca de R$ 1.000 para cobrir as contas de consumo dos funcionários, como energia e internet, para aqueles que trabalharam mais de 50% da jornada remotamente. Também poderá fornecer cadeiras. Além da redução de custos, o banco planeja utilizar o trabalho remoto para atrair pessoas que estejam distantes dos escritórios do Bradesco, disse o diretor de recursos humanos Juliano Marcílio. VÍDEOS: 'Agora é assim?' Como será o trabalho após a pandemia?
Investidores se preocupam com ressurgimento de casos de coronavírus na Europa. Os mercados acionários europeus fecharam em baixa nesta sexta-feira (18), com as ações dos setores de viagens, bancos e automóveis liderando as perdas, uma vez que o ressurgimento de casos de coronavírus em todo o continente reacendeu temores sobre o impacto da pandemia na recuperação econômica. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,62%, a 1.430 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,66%, a 369 pontos. OMS alerta para a aceleração da transmissão do coronavírus na Europa Covid-19 acelera na Europa e transmissão em setembro está mais rápida que no início da pandemia, diz OMS O FTSE 100, de Londres, registrou queda de 0,7%, com a proprietária da British-Airways, a ICAG, a easyJet e a operadora de cruzeiros Carnival caindo entre 8% e 15% em meio à discussão de um segundo lockdown no Reino Unido depois que os casos britânicos de Covid-19 quase dobraram, a 6 mil por dia. O setor de viagens e lazer teve o pior desempenho, apresentando queda de 3,5%. Outras nações europeias, da Dinamarca à Grécia, anunciaram novas restrições para conter o aumento das infecções por coronavírus em algumas de suas maiores cidades. "Se o aumento nos casos se tornar forte o suficiente para que os lockdowns tenham que ser apertados a ponto de prejudicar a recuperação econômica, isso se tornará um fator de risco", disse Mobeen Tahir, diretor associado de pesquisa da Wisdom Tree. O índice bancário recuou 2,6%, atingindo seu nível mais baixo desde 26 de maio e caminhando para registrar mínimas recordes depois que os principais bancos centrais do mundo se comprometeram em manter os juros mais baixos por um longo período de tempo. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,71%, a 6.007 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,70%, a 13.116 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 1,22%, a 4.978 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,09%, a 19.524 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 2,21%, a 6.929 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,80%, a 4.252 pontos.

Estudo da BigDataCorp e do Movimento Web para Todos analisou 2 mil aplicativos que ultrapassaram a marca de 10 milhões de downloads no Brasil e indicou falta de acessibilidade. Smartphones possuem recurso nativo de descrição para deficientes visuais, mas aplicativos também precisam ser adaptados. Pixabay Entre os aplicativos populares no Brasil, com mais de 10 milhões de downloads, a maioria não possui recursos de acessibilidade como a descrição de imagens, botões e campos editáveis – funções que auxiliam pessoas com deficiência virtual. É o que aponta um estudo da BigDataCorp e do Movimento Web para Todos, que analisou 2 mil aplicativos que ultrapassaram a marca de 10 milhões de downloads no Brasil na Google Play Store, loja de aplicativos do Android. A avaliação, realizada na primeira semana de agosto, identificou que, em média, menos de 14% das imagens dos aplicativos disponíveis para o sistema Android possuem descrição. Apenas 37% dos campos editáveis são identificados – caixas para escrever texto ou inserir o nome na hora de um cadastro, por exemplo. Menos de 11% dos botões de comando estão rotulados adequadamente. Esses elementos são essenciais para que pessoas com deficiência visual consigam navegar pelos apps com autonomia. Com essas ferramentas de acessibilidade, uma pessoa cega ou com baixa visão consegue se guiar em um aplicativo para saber em qual campo deve colocar o endereço para a entrega de um produto, por exemplo. Deficientes visuais relatam dificuldades com acessibilidade na internet, essencial neste período de isolamento Embora os sistemas operacionais como o Android e iOS, do iPhone, possuam recursos de leitura de elementos da tela, a adaptação dos aplicativos ajuda que um usuário com deficiência visual compreenda a interface gráfica por meio de um texto alternativo. Para as imagens, é recomendado incluir uma descrição. Já para os botões e campos, os rótulos explicam que se trata de um espaço para ser preenchido com os dados solicitados. De acordo com a pesquisa, aplicativos de todas as áreas apresentam problemas de acessibilidade. Pessoas com deficiência visual têm dificuldades no mundo on-line Redes sociais possuem ferramentas de descrição para fotos As redes sociais possuem opções para que os próprios usuários adicionem descrições nas imagens que publicam. Alguns aplicativos geram um texto alternativo automaticamente para cada figura, a partir de palavras-chaves identificadas por meio de inteligência artificial. Mas para descrições mais precisas, é necessário que o usuário faça ajustes. As instruções para utilizar o recurso estão nas páginas de suporte do Facebook, Instagram e Twitter. Algumas pessoas também adotam hashtags como "#PraCegoVer", que narra as imagens pelas legendas das fotos. Veja mais dados do estudo: A pesquisa contou com o apoio técnico do W3C Brasil, consórcio que desenvolve padrões para a web, e do Ceweb (Centro de Estudos sobre Tecnologias Web). Menos de 1% dos aplicativos descreve todos os elementos pesquisados e detectados pelo levantamento; Menos de 1% descrevem todas as imagens; 4% dos aplicativos descrevem todos os seus botões; Aproximadamente 36% incluem descrição nos campos editáveis; 63% dos aplicativos têm menos do que 10% de todos campos editáveis com alguma descrição; 55% deles possuem menos de 10% das imagens com descrição; 74% dos apps têm menos de 10% dos botões rotulados adequadamente. Veja os últimos vídeos sobre tecnologia no G1

Declaração do ministro da Economia foi dada em fevereiro deste ano, quando ele comentou as reformas administrativas pretendidas pelo governo federal. AGU vai apresentar recurso cabível. Paulo Guedes compara servidores públicos a parasitas O ministro da Economia, Paulo Guedes, foi condenado pela Justiça Federal a pagar R$ 50 mil ao Sindicato dos Policiais Federais da Bahia (Sindipol-BA), após comparar funcionários públicos a "parasitas". Ele deu a declaração em fevereiro deste ano, ao comentar as reformas administrativas pretendidas pelo governo federal (assista no vídeo acima). A decisão, que ainda é passível de recurso, foi tomada pela juíza da 4ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária da Bahia (SJBA), Claudia da Costa Tourinho Scarpa, nesta quarta-feira (16) e divulgada pelo Sindipol nesta sexta-feira (18). No documento, a magistrada entendeu que houve violação aos direitos da personalidade dos integrantes da categoria profissional, por meio dos seus pronunciamentos. Em nota, a Advocacia-Geral da União afirmou que vai apresentar o recurso cabível. O Sindipol ingressou em maio com a ação de reparação pelo dano moral coletivo contra o ministro. A entidade afirmou que Guedes pediu que eles que "não assaltem o Brasil, quando o gigante está de joelhos" e afirmou que eles ficam em casa "com geladeira cheia'”. O Sindipol disse ainda que, caso Guedes pague os R$ 50 mil, o dinheiro deve ser doado ao Hospital Santo Antônio, que pertence às Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), e ao Hospital Aristides Maltez. As duas instituições são organizações sem fins lucrativos de Salvador e atuam no combate à pandemia do novo coronavírus. O que Guedes disse no pronunciamento Paulo Guedes em evento no Rio de Janeiro em fevereiro Reprodução O pronunciamento do ministro foi feito em uma palestra na Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV EPGE) no encerramento de um seminário sobre o Pacto Federativo. Na ocasião, Paulo Guedes criticou o reajuste anual dos salários dos servidores que, segundo ele, já tinham como privilégio a estabilidade no emprego e "aposentadoria generosa". O ministro também argumentou que a máquina pública, nas três esferas de governo, não se sustenta financeiramente por questões fiscais e, por isso, a carreira do funcionalismo precisa ser revista. "O hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita, o dinheiro não chega no povo e ele quer aumento automático", declarou Paulo Guedes, e fevereiro deste ano. Após o pronunciamento, o Ministério da Economia divulgou uma nota dizendo que Guedes reconhecia a qualidade do servidor público e que a reforma administrativa seria para "corrigir distorções". "O Ministério da Economia esclarece que, após reconhecer a elevada qualidade do quadro de servidores, o ministro Paulo Guedes analisou situações específicas de estados e municípios que têm o orçamento comprometido com a folha de pagamento", afirmava o comunicado. "O ministro argumentou que o país não pode mais continuar com políticas antigas de reajustes sistemáticos. Isso faz com que os recursos dos pagadores de impostos sejam usados para manter a máquina pública, em vez de servir à população: o principal motivo da existência do serviço público. O ministro defendeu uma reforma administrativa que corrija distorções, sem tirar direitos constitucionais dos atuais servidores." VÍDEOS: JM de sexta-feira, 18 de setembro Veja mais notícias do estado no G1 Bahia.
Secretaria da Previdência afirmou nesta sexta-feira (18) que profissionais que não retornarem ao trabalho terão descontos nos salários. Maioria dos médicos peritos não compareceu na reabertura das agências do INSS A Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP) afirmou nesta sexta-feira (18) que fará inspeções por conta própria nas agências consideradas aptas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a partir da próxima segunda-feira (21). "Devido ao impasse causado pela ruptura de diálogo da Secretaria de Previdência com a Perícia Médica Federal, foi necessário tomar esta atitude visto que a população estava sendo prejudicada pela irresponsabilidade e falta de governança do Ministério da Economia, que está colocando em risco a vida de milhares de pessoas", diz a entidade em nota. Clique aqui para ver as agências aprovadas que devem ter retorno da perícia Atendimento presencial do INSS: entenda os serviços disponíveis, como ser atendido e documentos necessários Retomada de atendimento presencial do INSS tem filas e reclamações pelo país Presidente da Associação de Médicos Peritos: ‘Não é questão política, é sanitária' Uma das principais reclamações da associação era a falta de observância à lista de boas práticas formuladas pelo próprio governo para retorno às atividades de perícia. A ANMP diz que usará essa lista para aprovar ou reprovar as agências listadas pelo governo. "Não iremos considerar o checklist fraudulento produzido pela Secretaria de Previdência e o INSS nesta semana. As agências consideradas aptas serão imediatamente liberadas para a categoria retornar ao trabalho", diz o texto. A entidade promete fazer um relatório sobre todas as agências reprovadas e exigir melhorias ao INSS. Enquanto não foram atendidos os pedidos, não haverá atendimento. 'Quem não voltar estará sujeito às sanções', afirma Bruno Bianco Pagamentos ameaçados O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, afirmou nesta sexta-feira (18) que o governo já determinou a reabertura do agendamento de perícias médicas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e que os peritos que não retornarem ao trabalho terão descontos nos salários. “Quem não voltar estará sujeito às legislações funcionais. Então eu não vejo impasse, é simples como isso. O perito médico federal tem que trabalhar, terá agenda, nós já determinamos a abertura da agenda. Está aberta desde ontem [quinta-feira]. Já estamos agendando em todos os locais do Brasil que têm perícia. Quem não voltar vai infelizmente levar falta", afirmou o secretário em entrevista à GloboNews. As perícias médicas estavam previstas para ser retomadas na última segunda-feira (14), quando o INSS deu início à retomada gradual do atendimento presencial nas agências. Os peritos, no entanto, se recusam a retornar ao trabalho, afirmando que as agências não estão adequadas à retomada. Na quinta-feira, o governo determinou a volta dos atendimentos periciais. A Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP) vem disputando uma queda de braço com o governo sobre a questão. À GloboNews, Bianco afirmou que não cogita levar o caso à Justiça, e que tem confiança de que os peritos voltarão aos seus postos. "Não penso em judicialização porque eu estou convicto de que eles voltarão", afirmou. Segundo o secretário, o governo não pode contratar peritos externos para trabalhar no lugar dos faltantes: "Nem sequer podemos contratar outros peritos externos, isso não seria adequado do ponto de vista legal, já que eles são essenciais e também exclusivos. Motivo pelo qual eles obrigatoriamente têm que voltar e não podem fazer greve", afirmou. INSS notifica quase 500 médicos peritos para que voltem ao trabalho imediatamente ‘Pauta política’ Bruno Bianco disse considerar o movimento dos peritos como uma “pauta política” de uma associação. “Tivemos mais de 50 conversas com essa associação [ANMP]. Afastamos todos aqueles com mais de 60 anos, filhos em idade escolar, pessoas com comorbidades. Eu não vejo como um impasse. Eu vejo como uma pauta política de uma associação. E vejo que temos ali mais de 3,5 mil servidores prontos para voltar, e que voltarão”, disse. O secretário garantiu que a retomada não foi uma decisão tomada de “um dia para o outro” e não foi decidida sem diálogo. “Todos os passos foram feitos em conjunto com a categoria. Não está havendo boa vontade [dos peritos], em que pese toda a boa vontade do governo. Por que a associação não levanta das cadeiras e não vão eles mesmos fazer as inspeções, já que eles têm franco acesso às agências?”, questionou. Bianco afirmou ainda que muitos peritos médicos têm outras atividades, eventualmente trabalhando em hospitais, clínicas particulares ou hospitais do SUS. “Portanto, muitas das vezes foram até heróis no combate à Covid, o nosso agradecimento a eles, e agora chegou o momento voltar.”. 'Reagendamento será feito automaticamente', explica Bianco sobre perícias do INSS Assista: secretário de Previdência fala sobre retorno de peritos PAgamentos ameaçao

Google informou que conteúdo é fornecido pela Oxford Languages. Dicionário considerou que, do modo que estavam, termos "não refletiam mais o uso moderno da língua portuguesa falada pelos brasileiros". Anitta e Luísa Sonza criticaram significado das palavras "patroa" e "mulher-solteira" que apareciam no Google Reprodução/Instagram/Twitter Os significados das palavras "patroa" e "mulher-solteira" foram alterados no Google após reclamações feitas por Anitta e Luísa Sonza. Na última semana, as cantoras fizeram críticas aos resultados de buscas sobre os termos. O Google afirmou que as definições de palavras são feitas pela Oxford Languages e que o conteúdo foi revisado. No ano passado, em caso similar, o termo '"prostituta" aparecia entre principais significados para "professora" nas buscas da plataforma, e o verbete foi alterado após repercussão. "Nossa parceira que trabalha com uma das editoras mais tradicionais de dicionários do Brasil, determinou que ambas definições não refletem mais o uso moderno da língua portuguesa falada pelos brasileiros e não são usadas o suficiente para serem incluídas nos resultados de significados", disse a empresa. O Google ressaltou, no entanto, que "não edita e nem remove" as definições fornecidas por parceiros. Por sua vez, o dicionário Oxford Languages declarou que seus "dicionários não determinam como a língua é usada, e sim refletem esse uso. Isso significa incluir palavras que podem ser consideradas ofensivas mas ainda estão em uso – mesmo que nós mesmos não adotemos esses termos no nosso vocabulário pessoal". Após as queixas sobre os termos "patroa" e "mulher-solteira", os editores mudaram os significados vigentes até então. "Levamos esse tipo de preocupação extremamente a sério, e por isso fizemos uma ampla revisão dessas definições", disse a Oxford Languages, em comunicado. Anitta lança canal de games Fernando Tomaz/Divulgação Indignação de Anitta e Sonza Anitta mostrou que ao procurar por "patroa" o resultado como significado era "mulher do patrão" ou "dona de casa"; ela ainda comparou com o que é designado para "patrão", que aparece no Google como “proprietário ou chefe de um estabelecimento privado comercial”. Depois da reclamação, o significado atual passou a seguir a linha do que é visto no substantivo masculino, mudando para "proprietária ou chefe de um estabelecimento privado comercial". No caso de Sonza, a crítica foi para o resultado de "mulher-solteira". A cantora expôs que o significado que aparecia no Google era "prostituta, meretriz". Depois da crítica, o termo foi retirado das buscas. Capa do single 'Braba', de Luísa Sonza Reprodução Veja íntegra do comunicado do Google “Nossa missão é tornar as informações acessíveis e úteis para todos. Trabalhamos com conteúdo licenciado de dicionários parceiros para ajudar nossos usuários a encontrar de forma fácil informações sobre palavras na Busca. Não editamos nem removemos as definições fornecidas pelos nossos parceiros que são os especialistas em idiomas. No caso dos significados das palavras “patroa” e “mulher-solteira”, a Oxford Languages, nossa parceira que trabalha com uma das editoras mais tradicionais de dicionários do Brasil, determinou que ambas definições não refletem mais o uso moderno da língua portuguesa falada pelos brasileiros e não são usadas o suficiente para serem incluídas nos resultados de significados. As definições foram atualizadas pela Oxford Languages e as mudanças já estão refletidas nos resultados de dicionário exibidos na Busca." Veja íntegra do comunicado da Oxford Languages "O Oxford Languages fornece dados de línguas e linguagem para uma série de idiomas cobertos pelo recurso Dicionário da Busca do Google. Graças a isso, pessoas de todo o mundo têm acesso a informações confiáveis, de alta qualidade e baseadas em evidências. Entretanto, recentemente fomos questionados por usuários incomodados com algumas definições exibidas em português, para termos como “patroa” e “mulher solteira”. Levamos esse tipo de preocupação extremamente a sério, e por isso fizemos uma ampla revisão dessas definições. Mas como e por que essas definições aparecem no dicionário? Nossos dicionários não determinam como a língua é usada, e sim refletem esse uso. Isso significa incluir palavras que podem ser consideradas ofensivas mas ainda estão em uso – mesmo que nós mesmos não adotemos esses termos no nosso vocabulário pessoal. Os dicionários também contemplam regionalismos e termos que caíram em desuso, mas que ainda podem ser encontrados em leituras. A ideia é oferecer um retrato preciso e detalhado do idioma como um todo. Um exemplo: um usuário pode estar lendo um romance escrito no início do século XX, e queremos ajudar essa pessoa a encontrar e entender termos que hoje podem parecer estranhos – mais importante ainda, a entender como e quando devem ser usados, sobretudo quando há risco de que aquela palavra seja considerada ofensiva. Quais foram, até o momento, os resultados da revisão que fizemos? Bem, adotamos uma série de mudanças para deixar as definições ainda mais claras e úteis para os usuários. No caso do termo “patroa”, a definição não estava mais refletindo o uso contemporâneo pelos falantes de português do Brasil, e por isso esse verbete foi atualizado em nome da precisão. No caso de “mulher-solteira”, a pesquisa mostrou que a definição exibida ainda reflete o uso da expressão em algumas regiões do país, mas percebemos que a forma de apresentar a definição poderia levar a uma compreensão equivocada e confusa, e por isso ela foi retirada. Essas mudanças estão agora refletidas nos resultados exibidos na Busca do Google. Criar e manter um dicionário é uma tarefa eterna, que não acaba nunca. Ela deve se basear no objetivo de registrar e refletir uma língua com precisão. Para fazer isso, as sugestões e opiniões das pessoas reais, que usam o idioma no dia a dia, são uma contribuição indispensável." Assista vídeos de TECNOLOGIA no G1

Indicador cresceu 14,44% na comparação com agosto. O Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (ICEC) cresceu pelo terceiro mês seguindo em setembro, com uma expansão de 14,4%, na comparação com o mês anterior. Apesar do crescimento, o indicador segue abaixo do patamar pré-pandemia: aos 91,6 pontos, segue quase 30 pontos abaixo dos 120,7 registrados em abril deste ano. Também segue abaixo do patamar considerado otimismo, marcado pelos 100 pontos. Confiança do Empresário do Comércio Economia G1 Em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, aponta que a flexibilização das medidas de distanciamento social deve sustentar a retomada gradual da atividade econômica no terceiro trimestre. “O volume de vendas do comércio tem apresentado crescimento nos últimos meses, impulsionado pela reabertura das lojas do varejo não essencial, o que tem impactado na percepção cada vez mais otimista dos comerciantes”, afirma. Itens Em setembro, o indicador registrou crescimento em todos os itens pesquisados. A maior alta mensal foi o referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais (+42,1%), que chegou a 55 pontos – o segundo avanço seguido do item, depois de cinco meses de quedas intensas. O indicador, contudo, ainda está 41,5% atrás do nível verificado em setembro de 2019. Em relação à economia, os empresários do comércio se mostraram 65,6% mais satisfeitos do que em agosto – o maior percentual positivo da pesquisa e recorde para este item, que atingiu 40,1 pontos, após queda de mais de 90 pontos durante a pandemia. O índice que mede as intenções de investimento também acumulou o segundo aumento mensal consecutivo (+13,1%) – o maior crescimento da série para este indicador. O resultado positivo do item, que chegou a 81,1 pontos, foi puxado pelo aumento da intenção de contratação de funcionários, que subiu a 98,8 pontos, após crescimento mensal recorde de 22,3%. Assista as úlitmas notícias de economia
Eleição presidencial de novembro começa a ter impacto sobre expectativas para perspectivas econômicas. A confiança do consumidor dos Estados Unidos melhorou no início de setembro, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (18), que também mostrou que a eleição presidencial de novembro começa a ter impacto sobre expectativas para perspectivas econômicas futuras. A Universidade de Michigan informou que seu índice de sentimento do consumidor subiu a 78,9 na primeira metade do mês, ante leitura final de 74,1 em agosto. Economistas consultados pela Reuters projetavam alta do índice a 75. Assista as últimas notícias de economia

Em todas as situações, material não foi comprado ou solicitado pela pessoa. Embalagens dizem que os produtos vieram da China. País nega envio e diz que etiquetas foram falsificadas. Sementes chegaram para morador de SC junto com encomendas de decoração Gabriel Zapella/Arquivo pessoal O Ministério da Agricultura já registrou 4 denúncias de pessoas que receberam sementes não identificadas sem que houvesse a encomenda do produto. As etiquetas que constam nas embalagens dizem que os produtos vieram da China, que nega o envio (leia mais abaixo). De acordo com o governo federal, o primeiro pacote misterioso foi relatado no Rio Grande do Sul, na primeira semana de setembro. Depois, moradores de Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul também denunciaram o recebimento das sementes. O governo não descarta novas denúncias porque, em outros países, houve uma situação parecida. Cidasc alerta para riscos com recebimento de sementes clandestinas O ministério afirma que ainda não foi possível apurar quais os riscos envolvidos nesses materiais, pois ainda estão em análise no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, em Goiânia. “É importante que a população saiba que a entrada de sementes no Brasil só pode ter como fornecedores países com os quais o MAPA (Ministério da Agricultura) já tenha estabelecido os requisitos fitossanitários. Esse material deve ser certificado pelas autoridades fitossanitárias do país exportador”, explica o governo, em nota. O que fazer? O Ministério da Agricultura orienta que, aqueles que receberem pacotes de sementes de origem desconhecida, não as utilizem e que procurem a unidade do ministério no seu estado para entregar o pacote recebido. “Se for feita a importação de sementes de origem desconhecida, o país corre o risco de ter a introdução de novas pragas, que podem comprometer a produção de determinada cultura, provocando aumento da demanda de uso de agrotóxico para viabilizar a produção, redução da disponibilidade do produto ao consumidor e elevação dos preços.” China nega envio Em nota, a Embaixada da China no Brasil diz que segue a legislação internacional sobre o tema, em que é proibido o envio de sementes. O país afirma também que enviou imagens dos pacotes recebidos para o China Post, o correio chinês, analisar o ocorrido. “Após verificação com o China Post, essas etiquetas de endereço se revelaram falsas com layouts e informações errôneas.” Problemas parecidos nos EUA e Canadá O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) abriu uma investigação para apurar a chegada de diversos pacotes de sementes misteriosas vindos, em sua maioria, da China. O USDA disse que identificou mais de uma uma dúzia de espécies de plantas. O que intriga as autoridades é que o produto chegou na casa de milhares de americanos sem ter sido comprado ou solicitado. “O Serviço de Inspeção de Sanidade Animal e Vegetal do USDA (Aphis) está trabalhando em estreita colaboração com a Alfândega e Proteção de Fronteiras do Departamento de Segurança Interna, outras agências federais e departamentos estaduais de agricultura para investigar a situação”, disse o departamento. Os pacotes também foram vistos no Canadá, onde o governo postou um alerta contra "sementes estrangeiras enviadas pelo correio da China ou Taiwan". Initial plugin text VÍDEOS: tudo sobre agronegócio

Na sexta-feira, Ibovespa caiu 1,81%, a 98.289 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, fechou em queda nesta sexta-feira (18), abaixo dos 100 mil pontos, em meio a um ambiente negativo no exterior. O Ibovespa caiu 1,81%, a 98.289 pontos, e termina a semana com leve perda: 0,07%. Veja mais cotações. Na quinta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,42%, a 100.097 pontos. No mês, o Ibovespa acumula baixa de 1,09%. No ano, tem perda de 15,01%.   Depois de relatório sobre desmatamento, França reitera oposição ao acordo UE-Mercosul Cenário local e externo No exterior, preocupações sobre o aumento de casos de coronavírus e uma recuperação econômica instável continuam pesando nos mercados. A França, por exemplo, registrou um recorde de 10.593 casos de coronavírus confirmados na quinta-feira, a maior leitura diária desde o início da pandemia, enquanto discussões sobre um segundo lockdown circulavam no Reino Unido à medida que as internações hospitalares dobram a cada oito dias. "Se o aumento nos casos se tornar forte o suficiente para que os bloqueios tenham que ser apertados a ponto de prejudicar a recuperação econômica, então isso se torna um fator de risco", disse Mobeen Tahir, diretor associado de pesquisa do Wisdom Tree. Na cena local, o desemprego bateu recorde diante da pandemia e chegou a 13,7 milhões de brasileiros, segundo pesquisa divulgada nesta sexta pelo IBGE. Com isso, a taxa de desemprego subiu para 14,3% no final de agosto, a maior desde o início do levantamento, em maio deste ano, quando ela era de 10,5%. Além disso, o governo da França reafirmou que se opõe à versão atual do tratado comercial entre a União Europeia e o Mercosul depois de ter tido acesso a um novo relatório sobre desmatamento no Brasil. A França, em conjunto com outros países da União Europeia, pretende impor condições ambientais para que as negociações prossigam. No texto atual, não há previsão de sanção, por exemplo, se os países do Mercosul não fizerem nada para impedir o aumento dos incêndios ou permitirem que empresas mineradoras destruam reservas indígenas. Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia Turismo de negócios tem forte queda durante a pandemia Veja vídeos: últimas notícias de Economia Alémd

Mais da metade dos casos (790.390) aguardam perícia médica, ou seja, precisam de atendimento presencial. Dados foram solicitados pelo Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário ao INSS. Exclusivo: mais de 1,5 milhão de processos aguardam atendimento do INSS O Brasil tem 1.568.050 processos na fila aguardando pelo atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os dados foram solicitados pelo Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário ao INSS. 'Quem não voltar vai levar falta', diz secretário da Previdência sobre médicos peritos Atendimento presencial do INSS: entenda os serviços disponíveis, como ser atendido e documentos necessários Clique aqui para ver as agências aprovadas que devem ter retorno da perícia Atendimento presencial do INSS: entenda os serviços disponíveis, como ser atendido e documentos necessários Retomada de atendimento presencial do INSS tem filas e reclamações pelo país Pelo menos metade desses processos (50,4%) precisa, necessariamente, de um atendimento presencial. São os 790.390 processos que aguardam perícia médica. Presidente da Associação de Médicos Peritos: ‘Não é questão política, é sanitária' Entretanto, mesmo com o retorno presencial das agências do INSS nesta semana, os peritos médicos federais ainda não voltaram ao trabalho. Nesta sexta-feira, o secretário de Previdência, Bruno Bianco, afirmou que as perícias devem retornar na próxima semana e que os médicos que não voltarem "vão levar falta". "Quem não voltar estará sujeito às legislações funcionais. Então eu não vejo impasse, é simples como isso. O perito médico federal tem que trabalhar, terá agenda, nós já determinamos a abertura da agenda. Está aberta desde ontem [quinta-feira]", disse Bianco em entrevista à GloboNews. Agências do INSS reabrem em São Paulo, mas seguem sem perícia Tipos de pedido Entre as pessoas que aguardam perícia, metade (393.614) precisa fazê-la por pedido de assistência à pessoa com deficiência. Já os pedidos de auxílio-doença (369.730) representam 47% dos processos que aguardam em fila. Os outros 3% se dividem entre solicitantes de aposentadoria por meio da Lei Complementar 142/2003 (12.805), pedidos de adicional de 25% (7.528), de isenção de Imposto de Renda (5.676) e de pensão por morte (1.037). Processos do INSS que aguardam perícia Economia G1 A presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Adriane Bramante, afirma que perícias de auxílio por incapacidade temporária puderam ser realizadas de maneira indireta durante a pandemia, ou seja, de maneira não-presencial. "Para essas pessoas, foi pago o valor único de um salário mínimo, mas apenas de maneira provisória. O benefício é pago apenas por 30 dias e, se o segurado for incapacitado por mais tempo, deve dar uma nova entrada ao pedido", explica Bramante. Nos demais casos, as perícias ainda precisam ser presenciais. Existem ainda outros 777.660 processos que aguardam cumprimento de exigências. São os casos que aguardam a entrega de algum documento para que o processo seja concluído, por exemplo, a entrega de um formulário de insalubridade ou de uma ficha de registro de empresa. Nem todos os casos desse tipo necessitam de atendimento presencial. "Também entram nesses casos os processos que aguardam a implantação do novo sistema após a reforma da previdência. Existem alguns benefícios que ainda não foram corrigidos, como a aposentadoria especial", explica a presidente do IBDP. Assista: secretário da Previdência fala sobre retorno de peritos do INSS
Quem já tem o TikTok instalado poderá continuar a usar. Negociações entre a ByteDance, dona do app de vídeos, e a Oracle ainda precisam de aprovações da China e dos EUA. EUA proibirão downloads de TikTok e uso do WeChat a partir de domingo O departamento de Comércio dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (18) que proibirá, a partir deste domingo (20), o download do aplicativo de vídeos TikTok e o uso do aplicativo de mensagens WeChat no país. O governo de Donald Trump alega ameaças à segurança nacional. Quem tem o TikTok instalado poderá continuar a usar o app normalmente, mas atualizações pelas lojas de aplicativos estarão restritas. A restrição para o WeChat, espécie de WhatsApp chinês, é mais abrangente e inclui "qualquer provisão de hospedagem de internet que habilite o funcionamento ou otimização do aplicativo nos EUA". Essa limitação passará a valer para o TikTok em 12 de novembro, caso um acordo entre a sua desenvolvedora e a empresa americana Oracle não seja aprovado por Trump. Atualmente, o TikTok tem cerca de 100 milhões de usuários nos EUA e, o WeChat, 19 milhões. Justificativa dos EUA "O Partido Comunista da China mostrou que tem os meios e a intenção de usar esses aplicativos para ameaçar a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos", disse o departamento americano em um comunicado. O comunicado diz ainda que, embora as ameaças dos dois aplicativos sejam diferentes, elas guardam semelhanças que criam "riscos inaceitáveis" para a segurança nacional. "Cada um coleta vastas faixas de dados de usuários, incluindo atividade de rede, dados de localização e históricos de navegação e pesquisa. Cada um é um participante ativo na fusão civil-militar da China e está sujeito à cooperação obrigatória com os serviços de inteligência do PCCh (Partido Comunista da China)", aponta o comunicado. Parte da coleta de dados do TikTok é equivalente à de outras redes sociais que buscam informações sobre seus usuários, como o Facebook, Instagram e LinkedIn. As redes sociais americanas são restritas na China. Acordo entre TikTok e Oracle precisa de aprovação Em agosto, Trump emitiu uma ordem executiva que proibia 'qualquer transação por qualquer pessoa, ou com relação a qualquer propriedade, sujeita à jurisdição dos Estados Unidos' com a ByteDance, desenvolvedora do TikTok, e com a Tencent, dona do WeChat. O presidente dos EUA ameaçou proibir o TikTok caso ele não fosse vendido para uma empresa americana até meados de setembro. Na última segunda-feira (14), TikTok e Oracle anunciaram que fecharam uma "parceria tecnológica" para que o popular aplicativo de vídeos, com cerca 800 milhões de usuários ativos ao redor do mundo, continue de pé nos Estados Unidos. A proposta visa tornar o TikTok Global uma empresa com sede nos EUA. O acordo, no entanto, ainda espera o crivo dos EUA. Em uma coletiva de imprensa na sexta-feira (18), após o anúncio das restrições de download, Donald Trump disse que um acordo poderia "andar rapidamente" e disse que há "ótimas opções para um acordo". A China também precisará aprovar o acordo proposto pela ByteDance com a Oracle por seu aplicativo TikTok, disse a empresa chinesa. A informação indica que sua oferta para evitar uma proibição nos Estados Unidos pode ser mais dificultada. A Oracle não é muito popular entre os consumidores, mas foi fundada em 1970 e é referência em soluções corporativas. Atualmente, a empresa oferece soluções de gerenciamento de bancos de dados e servidores para empresas, escolas e instituições governamentais. A Oracle também atua na infraestrutura de servidores na nuvem e na área de inteligência artificial, mas essas são empreitadas mais recentes. No anúncio da "parceria tecnológica" entre ByteDance e a Oracle, a companhia americana disse que será uma "provedora confiável de tecnologia". Na prática, ela deve assumir o gerenciamento dos dados de usuários do aplicativo nos EUA e não deve ter acesso a tecnologias da ByteDance, como o algoritmo que rege a exibição de conteúdos no TikTok. O que é o TikTok TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários O TikTok é um aplicativo desenvolvido pela empresa chinesa ByteDance, conhecido por vídeos curtos populares entre adolescentes. É a primeira rede social surgida na China a ganhar popularidade em mercados como Estados Unidos, Europa e Brasil. O TikTok é gratuito, uma espécie de versão resumida do YouTube. Os usuários podem postar vídeos de até um minuto e escolher entre um enorme banco de dados de músicas e filtros. Geralmente, os vídeos têm sincronização labial de músicas, cenas engraçadas e truques de edição incomuns. A ByteDance, atual desenvolvedora do app, foi fundada em 2012 e tem sede em Pequim, na China. Em 2017, a empresa comprou o Musical.ly, outro aplicativo chinês que vinha fazendo sucesso nos EUA. Em 2018, o Musical.ly foi renomeado para TikTok. O que é o WeChat O WeChat é um aplicativo de mensagens, parecido com o WhatsApp. É o mensageiro mais popular da China, mas sua presença em outras regiões é reduzida. O app é desenvolvido pela Tencent, uma das maiores empresas de tecnologia da China. O WeChat reúne diversas funções no mensageiro, incluindo uma carteira digital para a transferência de dinheiro. Nos EUA, ele é bastante utilizado pelos imigrantes chineses para conversar com seus amigos e familiares que estão na China, onde aplicativos americanos como WhatsApp, Facebook, YouTube, Twitter e outros são proibidos. Por que Trump ordenou venda do TikTok Apesar de Trump ter anunciado restrições a dois aplicativos, as atenções se voltaram principalmente para o TikTok, devido à sua popularidade nos EUA. As autoridades norte-americanas expressaram preocupação de que as informações sobre os 100 milhões de usuários ativos nos EUA na plataforma pudessem ser repassadas à China. O aplicativo negou as afirmações dizendo que não atenderia a nenhum pedido de compartilhamento de dados de usuários com as autoridades chinesas. Em uma decisão separada emitida em 14 de agosto pelo CFIUS (Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos, na sigla em inglês), foi ordenada a venda da operação americana do TikTok em 90 dias. O prazo venceria em meados de novembro. A ByteDance tomou um posicionamento público de resistência contra a ordem executiva de Trump, e anunciou uma ação judicial contra decreto. O TikTok disse à agência de notícias Reuters que tentou relacionamento com os EUA por quase um ano, mas que o governo americano não deu atenção aos fatos. A empresa chinesa, no entanto, nunca deixou de negociar maneiras de se manter no mercado norte-americano. Interesse da Microsoft e resistência da China Uma das interessadas no aplicativo era a gigante Microsoft, dona do Windows. A empresa declarou publicamente que estava negociando a compra das operações do TikTok nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. No último domingo (13), a Microsoft confirmou que a ByteDance rejeitou a sua oferta. "Estamos confiantes de que nossa proposta teria sido boa para os usuários do TikTok, ao mesmo tempo que o objetivo era proteger os interesses de segurança nacional", informou a empresa. O encerramento das conversas aconteceu dias depois de notícias sugerirem que o governo chinês preferia que o TikTok encerrasse suas operações nos Estados Unidos a ter uma venda de operações forçada. Autoridades chinesas avaliaram que uma venda forçada faria com que a ByteDance e a China parecessem fracos diante da pressão de Washington, disseram as fontes. A China anunciou uma lei no fim de agosto que restringia a venda de tecnologias, incluindo algoritmos. O algoritmo do TikTok era considerado um dos ativos mais atraentes para a aquisição do app. No acordo costurado com a Oracle, essa parte do aplicativo deve se manter com a desenvolvedora ByteDance. Veja os últimos vídeos sobre tecnologia no G1

Os parlamentos da Áustria, Holanda e o da região da Valônia, na Bélgica, já anunciaram que não darão seu aval ao acordo. Os franceses querem que o texto do tratado preveja sanções caso os países do Mercosul não façam nada em relação às queimadas e desmatamento. Árvore queima em incêndio no Pantanal, em Poconé (MT), no dia 29 de agosto. Amanda Perobelli/Reuters Depois de ter tido acesso a um novo relatório sobre desmatamento no Brasil, o governo da França reafirmou, nesta sexta-feira (18), que se opõe à versão atual do tratado comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Acordo entre Mercosul e União Europeia: o que prevê o texto O que o acordo comercial UE-Mercosul diz sobre meio ambiente A informação foi confirmada pelo gabinete do primeiro-ministro Jean Castex. Em uma rede social, ele aparece com o economista Stefan Ambec, um pesquisador da escola de economia de Toulouse e responsável pelo departamento de energia e clima. Na foto, os dois seguram um documento. Initial plugin text Castex afirma que o desmatamento ameaça a biodiversidade e o clima e que o relatório reforça a posição da França de se opor ao projeto de acordo UE-Mercosul em seu formato atual. Fumaça das queimadas chega a SP A França, em conjunto com outros países da União Europeia, pretende impor condições ambientais para que as negociações prossigam. No texto atual, não há previsão de sanção, por exemplo, se os países do Mercosul não fizerem nada para impedir o aumento dos incêndios ou permitirem que empresas mineradoras destruam reservas indígenas. Os europeus se preocupam com o impacto que um acordo pode ter nas florestas da América do Sul. Em julho, organizações ambientais e de direitos humanos europeias apresentaram um pedido ao ombudsman do bloco para que o processo de ratificação do acordo fosse interrompido. Três parlamentos na Europa (Áustria, Holanda e o da região da Valônia, na Bélgica) já anunciaram que não darão seu aval ao acordo. Os argumentos para a rejeição são os mesmos que os das organizações não governamentais: questões ambientais.
Empresa abre oportunidades em diferentes funções para obras no Residencial das Águas. Empresa oferece mais de 110 vagas para obras de um condomínio em Santa Bárbara d'Oeste A construtora MRV está com 110 vagas de emprego abertas em seu canteiro de obras em Santa Bárbara d’Oeste (SP), para o novo empreendimento Residencial das Águas. As oportunidades são para os cargos de pintores, pedreiros, azulejistas, encanadores e gesseiros. O empreendimento, com entrega prevista para dezembro deste ano, terá 200 unidades habitacionais e é o primeiro de três condomínios que serão instalados no bairro. Os interessados devem entregar o currículo na guarita do Residencial das Águas, que fica na Estrada do Barreirinho, 1391, Loteamento Residencial Mac Knight, em Santa Bárbara d'Oeste, aos cuidados de André Guilherme Pereira Pissinati. Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba

Nesta sexta-feira, a moeda norte-americana subiu 2,83%, vendida a R$ 5,3782. Na semana, alta acumulada foi de 0,85%. Notas de dólar e real em casa de câmbio no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira *4) REUTERS/Bruno Domingos O dólar fechou em forte alta nesta sexta-feira (18), em meio a um amplo mau humor doméstico por causa da incerteza fiscal e das dúvidas sobre a capacidade do Banco Central de manter os juros baixos. A moeda norte-americana subiu 2,83%, vendida a R$ 5,3782. Veja mais cotações. Na semana, o dólar acumulou alta de 0,85%. Na parcial do mês, recua 1,88%. No ano, tem valorização de 34,13%. Cenário local e externo Segundo analistas, o câmbio sentiu o desconforto emanado do mercado de DI, no qual as taxas longas disparavam 35 pontos-base, provocando uma escalada na já dilatada inclinação da curva - uma medida de risco. O mercado de juros vem de dias sob intenso estresse, com crescentes dúvidas sobre a capacidade do Tesouro Nacional de refinanciar a dívida pública diante do forte aumento de gastos para combater os efeitos da pandemia e da percepção de evolução da agenda de reformas muito aquém do necessário. Além disso, o salto na inflação no atacado tem estimulado debates sobre contaminação dos preços ao consumidor, num momento em que o Banco Central expressa intenção de manter a Selic na mínima recorde de 2% por um período prolongado. Bolsonaro abandona Renda Brasil e dá sinal verde para Congresso ressuscitá-lo em 24 horas No exterior, preocupações sobre o aumento de casos de coronavírus e uma recuperação econômica instável continuaram pesando nos mercados. A França, por exemplo, registrou um recorde de 10.593 casos de coronavírus confirmados na quinta-feira, a maior leitura diária desde o início da pandemia, enquanto discussões sobre um segundo lockdown circulavam no Reino Unido à medida que as internações hospitalares dobram a cada oito dias. "Se o aumento nos casos se tornar forte o suficiente para que os bloqueios tenham que ser apertados a ponto de prejudicar a recuperação econômica, então isso se torna um fator de risco", disse Mobeen Tahir, diretor associado de pesquisa do Wisdom Tree. Variação do dólar em 2020 Economia G1

Número de desempregados aumentou em mais de 1 milhão em uma semana. Segundo o IBGE, a flexibilização do isolamento social fez com que os trabalhadores desocupados voltassem a procurar uma oportunidade no mercado. Levantamento do IBGE, número de pessoas que estavam em isolamento social rígido teve queda de 6,5% em uma semana, o que puxou a retomada da busca por ocupação no mercado de trabalho Aloisio Mauricio/Fotoarena/Estadão Conteúdo O desemprego diante da pandemia voltou a crescer na quarta semana de agosto, na comparação com a anterior, atingindo o maior patamar desde maio, quando teve início a pesquisa. É o que apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, entre a terceira e a quarta semana de agosto aumentou em mais de 1 milhão o número de desempregados no país, chegando a cerca de 13,7 milhões o total de trabalhadores em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. Com isso, a taxa de desemprego subiu de 13,2% para 14,3%, a maior desde o início do levantamento, em maio deste ano, quando ela era de 10,5%. “No início de maio, todo o mundo estava afastado, em distanciamento social, e não tinha uma forte procura [por emprego]. O mercado de trabalho estava em ritmo de espera para ver como as coisas iam se desenrolar. As empresas estavam fechadas e não tinha local onde essas pessoas pudessem trabalhar. Então, à medida que o distanciamento social vai sendo afrouxado, elas vão retornando ao mercado de trabalho em busca de atividades”, apontou a gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira. Número de desempregados diante da pandemia bateu recorde na última semana de agosto Economia/G1 Segundo a pesquisadora, o aumento do desemprego pode estar diretamente relacionado com o avanço da flexibilização do isolamento social para conter a disseminação do novo coronavírus. A pesquisa mostrou "o número de pessoas que ficaram rigorosamente isoladas diminuiu pela segunda semana seguida". Taxa de desemprego no Brasil bate recorde na pandemia De acordo com o levantamento, na quarta semana de agosto somavam 38,9 milhões o número de pessoas em isolamento social rígido, o que representa uma queda de 6,5% em relação à semana anterior, quando esse contingente era de 41,6 milhões. Já a parcela da população que ficou em casa e só saiu por necessidade permaneceu estável. São 88,6 milhões de pessoas nessa situação, representando 41,9% da população do país. Também houve estabilidade no contingente dos que não estavam em isolamento social, chegando a 5 milhões de pessoas, assim como permaneceu estável o contingente de 77 milhões dos que reduziram o contato, mas que continuaram saindo de casa ou recebendo visitas. “A gente está vendo uma maior flexibilidade das pessoas, uma maior locomoção em relação ao mercado de trabalho, pressionando o mercado de trabalho, buscando emprego. E esses indicadores ficam refletidos no modo como eles estão se comportando em relação ao distanciamento social”, enfatizou a coordenadora da pesquisa. No mesmo período, diminuiu em cerca de 500 mil o número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho, o que corresponde a uma queda de aproximadamente 0,7%, o que o IBGE considera como estabilidade. Afastamento do trabalho permanece em queda A pesquisa mostrou, ainda, que reduziu em cerca de 360 mil o número de pessoas que estavam afastadas do local de trabalho devido ao isolamento social. Eram 3,6 milhões de trabalhadores nesta situação na última semana de agosto, o que representava 4,4% do total de pessoas ocupadas no mercado de trabalho. Uma semana antes, essa taxa era de 4,8%. Na primeira semana de agosto, 19,8% dos trabalhadores ocupados estavam afastados do trabalho em função da pandemia. Esse contingente manteve queda semanalmente. A cada semana, diminui mais o número de trabalhadores afastados por causa do isolamento social Economia/G1 Já o trabalho remoto, o chamado home office, permaneceu estável em cerca de 8,3 milhões de trabalhadores nesta condição. Esse número chegou a 8,9 milhões na quinta semana de maio. Informalidade tem leve alta De acordo com o IBGE, somavam cerca de 27,9 milhões o número de pessoas trabalhando na informalidade na última semana de agosto, cerca de 300 mil a mais que na semana anterior. Com isso, a taxa de informalidade ficou em 34%, acima dos 33,4% registrada na terceira semana de agosto. Apesar da alta, o IBGE considera como estabilidade do indicador. Já na comparação com a primeira semana de maio, quando esse contingente somava cerca de 30 milhões de pessoas, a taxa de informalidade teve queda de 1,7 ponto percentual - era de 35,7% no início do levantamento. São considerados como trabalhadores informais pelo IBGE aqueles empregados no setor privado sem carteira assinada, trabalhadores domésticos sem carteira, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e empregadores sem CNPJ, além de pessoas que ajudam parentes. Segundo o IBGE, a informalidade é a via de mais fácil acesso ao mercado de trabalho e, por isso, sofre oscilações com maior facilidade que a população ocupada ou desempregada. Pnad Covid X Pnad Contínua O levantamento foi feito entre os dias 13 e 29 de agosto por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas. Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes a julho, e apontaram uma alta do desemprego para 13,3%, com queda recorde no número de ocupados. Assista aos últimos vídeos de economia